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AMAZÔNIA

Ruas de Tarauacá alagam, após precipitação de chuva acima do índice pluviométrico anual

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Índice pluviométrico é uma medida em milímetros, resultado do somatório da quantidade da precipitação de água (chuva, neve, granizo) num determinado local durante um dado período de tempo. O instrumento utilizado para este fim recebe o nome de pluviômetro.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia – INMET, todos os municípios do Acre e também a cidade de Rio Branco, capital, sofrerão com problemas de alagação e acúmulo de águas.

Após fortes chuvas caírem em Tarauacá, interior do Acre, neste sábado (17.11), o município ficou alagado em diversos bairros. A água chegou a cobrir ruas inteiras e chegou a criar correntezas em alguns lugares do município.

Nas redes sociais, vídeos mostram que alguns moradores lutam contra a água dentro de suas residências. Estima-se que algumas famílias sofreram prejuízos, decorrentes da chuva.

O Instituto Nacional de Meteorologia – INMET, informou que a quantidade de precipitação de águas da chuva, neste sábado, foi acima da média mensal. A chuva acumulada em 24 horas hoje, 17.11, foi incomum.

Veja o gráfico 1 do Instituto Nacional de Meteorologia – INMET:

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Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia – INMET, a quantidade de precipitação de água e chuva acumulada em novembro e dezembro, para o município de Tarauacá, será superior às médias mensais de anos anteriores.

Outro fator que faz aumentar a precipitação de águas, é a alta temperatura, segundo o INMET. Em Tarauacá, a média diária está entre 30 e 35 graus, diariamente.

Veja o gráfico 2 do Instituto Nacional de Meteorologia – INMET:

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Veja o gráfico 3 do Instituto Nacional de Meteorologia – INMET:

http://www.inmet.gov.br/sim/graf_temp_max_6190_sim.php?codEst=82807&mesAno=11/2018

O Instituto Nacional de Meteorologia – INMET, afirmou que o índice de precipitação de chuva aumentará nos próximos meses, em Tarauacá. E somente em abril/2019 haverá redução na quantidade de chuvas.

 

Veja o gráfico 4 do Instituto Nacional de Meteorologia – INMET:

 

Reações da população

Alguns moradores não entenderam o fenômeno ambiental, que também está associado à questões de infraestrutura urbana.

Nas redes sociais, houve moradores que criticaram os governos federal, estadual e municipal. Um morador, Gil França, disse que “vai procurar o Ministério Público para reclamar da situação, já que a situação poderia ter sido evitada com ações realizadas pela gestão municipal e disse que caso nenhuma medida seja tomada (…)”.

Água entrando no hospital

Localizado na parte alta do município, o Hospital Dr. Sansão Gomes, teve seu funcionamento parcialmente prejudicado pelas águas.

O hospital é de responsabilidade do Governo do Estado do Acre, que é governado pelo PT.

Há informações e vídeos que circulam nas redes sociais, mostrando águas no corredor onde pacientes aguardam atendimento.

Veja fotos:

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Veja os vídeos:

AMAZÔNIA

PM e Imac apreendem mais de 20 metros cúbicos de madeira retirada de forma ilegal no interior

G1AC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Em duas ações na semana passada, técnicos do Instituto de Meio Ambiente (Imac), na BR-364, apreenderam 23 metros cúbicos de madeira retirada de forma ilegal em cidades do Juruá, no interior do Acre.

Em Cruzeiro do Sul, durante uma fiscalização de rotina, na última sexta-feira (28), os agentes ambientais, com o apoio da PM, interceptaram um caminhão que transportava 7 m³ de madeira na BR-364.

O carro foi levado para a delegacia e o motorista foi liberado depois que prestou depoimento. O dono da madeira teve que assinar um termo de ajustamento de conduta (TAC) para ser liberado.

Na tarde de sábado (29), os fiscais do Imac e policiais militares foram acionados, por meio de uma denúncia anônima, para investigar a retirada ilegal de madeira em Mâncio Lima. Em uma propriedade do Ramal 20, onde foram apreendidos 15 m³ de madeira.

De acordo com o gerente do Imac na região, Levi Menezes, os responsáveis pela retirada da madeira foram conduzidos para Cruzeiro do Sul e também tiveram que assinar um TAC.

“Iniciamos um processo administrativo para apuração e responsabilização desses autores e, após a conclusão do procedimento, nós podemos dispor essa madeira apreendida para órgãos governamentais e pessoas jurídicas sem fins lucrativos”, disse o gerente do Imac.

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AMAZÔNIA

Desmatamento na Amazônia dispara e cresce 60% sob Bolsonaro

A Tribuna, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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A falta de compromisso do governo de Jair Bolsonaro com o meio ambiente está expressa nos números do desmatamento na Amazônia. No acumulado de 2019, o Brasil viu uma redução de aproximadamente 1,5 vez o território da cidade de São Paulo: 2.273,6 km². Este é o pior registro desde 2016

O governo de Jair Bolsonaro, que representa interesses de ruralistas e tem pouco compromisso com o meio ambiente, tem sido responsável por um avanço sem precedentes do desmatamento na Amazônia. É o que aponta reportagem de Johanns Eller, publicada nesta terça-feira no jornal O Globo.

“O desmatamentona Amazônia aumentou, em junho, quase 60% em relação ao mesmo mês em 2018. Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a floresta perdeu, no mês passado, 762,3 km² de mata nativa, o equivalente a duas vezes a área de Belo Horizonte “, aponta o texto. “No mesmo período, em junho de 2018, o desmatamento havia sido de 488,4 km². No acumulado de 2019, o Brasil viu uma redução de aproximadamente 1,5 vez o território da cidade de São Paulo: 2.273,6 km². Este é o pior registro desde 2016. Na comparação mês a mês com relação a 2018, os dados estavam estáveis até abril. De abril a maio, o desmatamento deu um salto, de 247,2 km² a 735,8 km² de floresta destruída.”

A reportagem lembra ainda que, na série histórica da plataforma Terra Brasilis, disponibilizada pelo Inpe e iniciada em 2015, os números deste ano até agora só são superados pelos de 2016, que registrou, até junho daquele ano, 3.183 km² de áreas desmatadas, no consolidado do ano. Naquela ocasião, os índices foram os piores desde 2008. 

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