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saiba quem foi o serial killer que participou de programa de namoro na TV sem ser notado, nos EUA

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Com lançamento no Brasil marcado para esta quinta-feira, dia 10 de outubro, o filme “A Garota da vez” retrata a curiosa e aterrorizante história real de Cheryl Bradshaw, interpretada pela atriz Anna Kendrick, e seu estreito contato com um serial killer durante um programa de namoro na TV no fim dos anos 1970.

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Na trama, Cheryl escolhe um dos homens solteiros candidatos no programa “The Dating Game”, sucesso da época. Ele era ninguém menos que Rodney Alcala, serial killer envolvido em uma onda de assassinatos nos Estados Unidos ao longo de décadas.

Conhecido como “The Dating Game Killer”, Rodney Alcala foi condenado pelos assassinatos de seis mulheres e uma menina na década de 1970. Ele morreu em 2021, em um hospital do Condado de Kings, na Califórnia, aos 77 anos.

Alcala, que estava no corredor da morte na Califórnia, morreu de causas naturais, conforme divulgado pelo Departamento de Correções e Reabilitação da Califórnia, na época.

Fotógrafo de cabelos compridos, Rodney Alcala atraía mulheres se oferecendo para tirar fotos delas, e foi condenado pelo assassinato de uma menina de 12 anos e quatro mulheres no Condado de Orange, na Califórnia, e duas mulheres em Nova York, tudo entre 1971 e 1979, segundo as autoridades.

Os investigadores também suspeitaram que ele tivesse cometido outros assassinatos em Los Angeles, Seattle, Arizona, New Hampshire e no Condado de Marin, Califórnia, de acordo com o departamento.

Em 2016, promotores em Wyoming acusaram Alcala pelo assassinato de Christine Ruth Thornton, 28, que desapareceu em 1978 e cujo corpo foi encontrado em 1982, disse o departamento. Ela estava grávida de seis meses. Os promotores finalmente decidiram que Alcala estava doente demais para ser extraditado para Wyoming, para enfrentar a acusação.

Muitas das vítimas de Alcala foram abusadas sexualmente e estranguladas ou espancadas até a morte.

— O planeta é um lugar melhor sem ele, isso é certo — disse Tali Shapiro, 61, de Palm Springs, Califórnia, que tinha 8 anos em setembro de 1968, quando foi espancada e abusada sexualmente por Alcala.

Shapiro disse que estava caminhando para a escola, em Los Angeles ,quando Alcala a atraiu para seu carro e a levou para seu apartamento, onde as autoridades mais tarde a encontraram nua e coberta de sangue.

— Eu sei que é horrível o que aconteceu comigo — disse Shapiro em uma entrevista: — Eu segui em frente com minha vida, então isso não me afeta realmente. Demorou muito para acontecer, mas ele tem seu carma.

Jeff Sheaman, um investigador do Gabinete do Xerife do Condado de Sweetwater, em Wyoming, entrevistou Alcala enquanto trabalhava em um caso arquivado em 2013 sobre o desaparecimento de Thornton.

— Ele está onde precisa estar, e tenho certeza de que é no inferno — disse Sheaman em uma entrevista após a morte de Alcala: — Quando o entrevistei em 2016, ele era a pessoa mais fria. Tudo sobre aquele cara me dá arrepios — afirmou.

Durante suas entrevistas com a polícia, Alcala fingia estar dormindo e passava o dedo indicador pelas fotos das vítimas, tentando irritar os investigadores, lembrou Sheaman.

Ele disse que era difícil saber a quantos outros assassinatos Alcala poderia estar ligado, e acrescentou:

— Caramba, pode haver uma tonelada de outras vítimas por aí. Não tenho ideia.

Participação em programa de TV

Em 1978, seis anos depois de ser condenado por molestar Shapiro, Alcala apareceu em um terno marrom boca de sino e uma camisa com gola borboleta como “Solteiro n.º 1”, em um episódio de “The Dating Game”.

O apresentador o descreveu como “um fotógrafo de sucesso”, de acordo com um vídeo do YouTube. “Entre as tomadas, você pode encontrá-lo saltando de paraquedas ou andando de moto”.

Alcala venceu o concurso, encantando a solteira com insinuações sexuais. A mulher, no entanto, decidiu não ir a um encontro com ele porque o achou “perturbador”, de acordo com várias reportagens da época.

O homem se tornou um conselheiro de acampamento em New Hampshire, mas foi preso depois que alguém notou sua foto em um folheto em uma agência dos correios, indicando que ele era procurado pela polícia. Ele foi entregue à polícia em Los Angeles e condenado por molestar Shapiro em 1972. E foi libertado condicionalmente após 34 meses.

Em 1980, Alcala foi sentenciado à morte em Orange County, Califórnia, por sequestrar e assassinar Robin Samsoe, uma menina de 12 anos que havia desaparecido em 1979 enquanto andava de bicicleta para uma aula de balé. Um trabalhador do serviço florestal havia encontrado o corpo de Samsoe em uma ravina remota na montanha. Uma faca de cozinha foi encontrada nas proximidades.

A condenação de Alcala foi revertida em 1984 pela Suprema Corte da Califórnia. A corte disse que o caso havia sido contaminado por evidências de crimes anteriores, que haviam sido apresentadas no julgamento. Alcala recebeu um novo julgamento.

Em 1986, Alcala foi condenado à morte novamente pelo assassinato de Samsoe, antes que um tribunal federal de apelações anulasse a sentença em 2003 e concedesse a Alcala outro novo julgamento, disse o departamento.

Os investigadores acabaram usando DNA para ligar Alcala a outros quatro homicídios, o que levou a acusações de que ele havia assassinado Jill Barcomb, 18, e Georgia Wixted, 27, em 1977; Charlotte Lamb, 32, em 1978; e Jill Parenteau, 21, em 1979.

Em 2010, um júri do Condado de Orange condenou Alcala pelo assassinato das quatro mulheres e Samsoe.

Em algum momento, as equipes de casos arquivados do Departamento de Polícia de Nova York e do Gabinete do Promotor Público de Manhattan começaram a investigar conexões entre Alcala e os assassinatos de duas mulheres de 23 anos ocorridos décadas atrás.

Cornelia M. Crilley, uma comissária de bordo da Trans World Airlines, foi estuprada e estrangulada em seu apartamento no Upper East Side em 1971. Ellen Jane Hover era uma aspirante a maestrina de orquestra cujos restos mortais foram encontrados no Condado de Westchester quase um ano depois de seu desaparecimento em 1977.

Investigadores da cidade de Nova York descobriram que Alcala havia usado o nome John Berger como um pseudônimo quando morava em Nova York. Mais tarde, eles encontraram esse nome na pasta de arquivo do caso de Hover.

Em 2010, a polícia divulgou dezenas de fotografias de mulheres jovens que foram encontradas em um depósito que Alcala mantinha em Seattle em 1979. Várias mulheres se apresentaram, alegando que um fotógrafo chamado John Berger havia tirado uma foto delas em Nova York na década de 1970.

Em 2012, Alcala foi extraditado para Nova York, onde se declarou culpado pelo assassinato de Hover e Crilley, e, em 2013, foi condenado à prisão perpétua.

Na sentença na Suprema Corte do Estado de Nova York, em Manhattan, a juíza Bonnie Wittner soluçou enquanto os crimes violentos de Alcala eram relatados.

— Esse tipo de caso é algo que nunca vivi e espero nunca mais — disse ela, na época.

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).

Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.

A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.

Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.

As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.

Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.

Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.

Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.

O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.



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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.

A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.

O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.

O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.

A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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