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Segurança tentar prender policial civil acusado de roubo de armas em delegacia

Acrenoticias.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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O sistema de segurança pública do Estado está procurando, com mandado de prisão em aberto, o agente de Polícia Civil, Maicon Cezar Alves dos Santos, 30 anos, foragido desde junho do ano passado, quando foi acusado de envolvimento num roubo de armas na Delegacia de Polícia Civil de Brasileia, município a 244 quilômetros da Capital Rio Branco, na fronteira com a Bolívia. A polícia também procura Luiz Gustavo Ceray de Lima Filho, cidadão boliviano que seria o comparsa do policial no crime. A suspeita é de que ambos estejam escondidos em território boliviano.

A Justiça acatou denúncia do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), através do promotor Ocimar da Silva Sales Júnior, contra o policial e seu comparsa com a acusação de que os dois foram responsáveis pela subtração de duas submetralhadoras, três carregadores para submetralhadoras, 60 munições intactas .40, uma carabina/fuzil, três carregadores e 60 munições intactas, calibre 5.56 e uma pistola spark eletrochoque, todos pertencentes à extinta Secretaria de Estado de Polícia Civil do Acre. O temor do sistemas de segurança é o arsenal tenha ido parar nas mãos de criminosos que agem na fronteira do Brasil com a Bolívia.

De acordo com a denúncia do promotor, o agente da Polícia Civil, no exercício do cargo na Delegacia de Brasileia, foi responsável por levar o comparsa Luiz Gustavo até a sede e ali mostrou o local no qual estavam guardadas as armas, “ficando estabelecido que, durante a madrugada, seria realizada a subtração”.

“Valendo-se desta facilidade, Luiz adentrou na delegacia e levou parte do arsenal para o Hotel Vitória Régia, que era administrado pelo policial civil Maicon Cesar, ocasião em que as armas foram escondidas no forro de um quarto”, acrescenta o promotor. O Hotel Vitória Régia era arrendado para o policial.

O promotor denuncia também que a culpabilidade do policial foi constada quando ele tentou apagar as pistas capazes de levar aos autores do crime, como as imagens de câmeras que captaram Luiz carregando as armas de fogo até o Hotel Vitória Régia, e induzindo em erro a equipe de investigação. As armas foram ocultadas num corredor estreito, localizado entre o prédio e o muro do referido hotel. “Ficou evidente que Maicon Cesar comandou toda a execução do crime, bem como tentou obstruir a apuração deste crime gravíssimo, apagando os registros de câmeras que captaram imagens do seu comparsa e tentando tirar o foco da investigação realizada pela autoridade policial”, disse o promotor.

Ao ser descoberto, Maicon Cesar fugiu e atualmente encontra-se na condição de foragido da Justiça, com mandado de prisão preventiva aberto. “Mais que a prisão dos acusados, o sistema de segurança quer recuperar as armas subtraídas porque aquele arsenal nas mãos de criminosos é um perigo para a sociedade e para a própria polícia”, disse o secretário de Justiça e Segurança Pública, coronel Paulo Cézar dos Santos

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Traficante que enviava drogas do Acre para o Nordeste é preso em Rio Branco

Contilnet, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Cleomar César Felício Uchôa, vulgo cangaceiro, foi preso pela Polícia Civil na última terça-feira (20) no bairro Preventório, conhecido como Papoco, em Rio Branco. O traficante já era alvo de investigações da Polícia Federal, que suspeita que ele tinha negócios na fronteira e no estado de Rondônia e fornecia drogas para a região Nordeste.

Há suspeitas de que o homem lavava o dinheiro do tráfico com compra e venda de gado no Acre e nos estados vizinhos.

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Homem que matou ex-mulher e companheiro dela é condenado a mais de 39 anos de prisão

STJ Notícias, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Após nove horas de julgamento, homem que matou ex-mulher na frente do filho e também assassinou o companheiro da vítima foi condenado, na segunda-feira, 19, pelo Conselho de Sentença do Tribunal do Júri da Comarca de Tarauacá. Segundo a decisão, o denunciado deverá cumprir 39 anos e 10 meses de reclusão, em regime inicial fechado.

Como é relatado nos autos, em julho de 2016, o acusado estava indo à residência da ex-mulher e no caminho encontrou o companheiro dela, que tinha ido levar uma das crianças a escola. O acusado teria matado o homem e seguido para a casa da ex-companheira. Uma vez no local, ele a teria matado a golpes de faca e tiro de espingarda, na frente dos filhos.

Sentença

De acordo com a sentença, que ainda aguarda publicação no Diário da Justiça Eletrônico (DJE), o acusado cometeu os crimes de: homicídio qualificado privilegiado (meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e também pela condição do sexo feminino da vítima) em relação à ex-mulher; e homicídio qualificado (motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa do ofendido), em relação ao companheiro dela.

O juiz de Direito responsável por conduzir o julgamento, Guilherme Fraga, registrou que “as circunstâncias do crime fogem à normalidade, visto que o acusado praticou o delito após arrombar a porta frontal da casa, porta dos quartos, com a presença dos filhos menores de idade, perseguido a vítima, até conseguir mata-la, tudo isso devidamente testemunhado pelo filho de apenas 13 anos de idade, motivo pelo qual deve tal circunstância judicial ser valorada negativamente”.

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