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sorteio de R$ 20 milhões movimenta expectativa de apostadores
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Na noite de sexta-feira, 29 de novembro de 2024, o sorteio do concurso 6594 da Quina trouxe emoção para milhões de brasileiros. Realizado no Espaço da Sorte, em São Paulo, às 20h, o evento teve ampla repercussão, com um prêmio acumulado de R$ 20 milhões. As dezenas sorteadas foram 19, 27, 60, 70 e 73, encerrando mais um capítulo dessa loteria que já transformou diversas vidas no país. A expectativa agora é pela divulgação dos ganhadores e pela movimentação que o prêmio causará, tanto para os vencedores quanto para a economia local.

Como funciona a Quina e suas regras básicas
A Quina, uma das modalidades de loteria mais tradicionais do Brasil, oferece sorteios diários, de segunda a sábado. Sua dinâmica é simples e acessível: os apostadores escolhem entre 5 e 15 números no volante, que contém 80 opções. O preço da aposta aumenta conforme o número de escolhas, mas as chances de ganhar também crescem proporcionalmente.
A probabilidade de acertar os cinco números em uma aposta simples, de 5 números, é de 1 em 24.040.016. Já ao optar por 15 números, a chance aumenta para 1 em 8.005. Esses dados tornam a Quina uma opção atrativa, especialmente para aqueles que buscam uma relação equilibrada entre investimento e probabilidade de sucesso.
Valores de aposta e premiação
Os valores das apostas variam de acordo com a quantidade de números escolhidos:
- Aposta com 5 números: R$ 2,50.
- Aposta com 6 números: R$ 15,00.
- Aposta com 7 números: R$ 52,50.
- Aposta com 8 números: R$ 120,00.
- Aposta com 15 números: R$ 7.507,50.
Os prêmios da Quina são distribuídos em faixas, abrangendo acertos de 2, 3, 4 e 5 números. O maior prêmio é destinado aos acertadores da Quina (5 números). Já os demais acertos recebem valores proporcionais, conforme o número de ganhadores em cada faixa. Essa estrutura possibilita que um maior número de apostadores saia com alguma premiação.
Impacto econômico e social do prêmio acumulado
Com o prêmio acumulado de R$ 20 milhões, o concurso 6594 da Quina tem potencial para causar impactos significativos, especialmente para os ganhadores. Estudos apontam que prêmios milionários geram um efeito cascata na economia, uma vez que os vencedores geralmente utilizam os recursos para quitar dívidas, investir em imóveis, abrir negócios ou realizar compras de alto valor. Esses movimentos injetam dinheiro no mercado, geram empregos e fortalecem setores estratégicos.
Além disso, os valores arrecadados pela Quina também são utilizados para financiar áreas essenciais do país, como saúde, educação e esporte. Parte da receita das apostas é destinada a programas sociais, ampliando o alcance dos benefícios dessa modalidade de loteria.
Histórico de prêmios da Quina
Ao longo dos anos, a Quina tem sido responsável por distribuir prêmios expressivos. Alguns dos concursos mais notáveis incluem:
- Em 2023, o concurso especial Quina de São João premiou mais de 10 apostadores com um total de R$ 300 milhões.
- No início de 2024, um sortudo levou para casa um prêmio de R$ 15 milhões no concurso 6532.
- Recentemente, no concurso 6587, realizado em 21 de novembro de 2024, o prêmio de R$ 10.000.248,65 foi dividido entre dois ganhadores.
Esses resultados mostram que a Quina não apenas transforma vidas, mas também movimenta sonhos e expectativas em todo o país.
Dicas para aumentar as chances de ganhar
Embora o resultado dos sorteios seja completamente aleatório, algumas estratégias podem ajudar a melhorar as chances de sucesso:
- Participar de bolões: essa modalidade permite dividir os custos de apostas maiores com outros participantes, aumentando as chances de vitória.
- Apostar em mais números: apesar de elevar o custo, essa estratégia aumenta significativamente a probabilidade de acerto.
- Variar os números: evitar sequências óbvias ou combinações comuns pode ser uma boa tática, já que reduz a possibilidade de dividir o prêmio com outros ganhadores.
Como conferir e retirar o prêmio
Os resultados da Quina são amplamente divulgados após o sorteio. Os apostadores podem conferir os números no próprio bilhete, em casas lotéricas ou por meio de canais oficiais da Caixa Econômica Federal. Caso seja contemplado, o ganhador deve seguir os passos abaixo:
- Prêmios de até R$ 1.903,98 podem ser retirados em qualquer lotérica credenciada.
- Valores superiores devem ser resgatados diretamente nas agências da Caixa Econômica Federal.
- É necessário apresentar o bilhete premiado e um documento oficial de identificação.
O prazo para resgate é de 90 dias após o sorteio. Caso o prêmio não seja retirado dentro desse período, o valor é transferido ao Tesouro Nacional e aplicado no Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES).
Interação nas redes sociais e alcance do concurso
As redes sociais têm desempenhado um papel importante na disseminação de informações sobre os sorteios da Quina. Hashtags como #Quina6594 e #PrêmioMilionário têm ganhado destaque, com milhares de postagens de usuários compartilhando expectativas, palpites e experiências. Essa interação reforça o alcance e a popularidade da loteria, além de fomentar discussões sobre os impactos sociais e econômicos dos prêmios.
Estatísticas e curiosidades da Quina
Algumas curiosidades sobre a Quina chamam a atenção dos apostadores:
- O número mais sorteado na história da Quina é o 49, seguido pelo 04 e o 31.
- Os estados com maior número de ganhadores são São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
- Em média, 12% dos prêmios não são resgatados dentro do prazo, resultando na transferência de milhões para o FIES.
Essas informações demonstram o caráter dinâmico e abrangente da loteria, que atrai jogadores de todas as regiões do país.


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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física.
O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.
A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.
Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico.
“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.
Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.
O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.
A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.
Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.
Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.
As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.
“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”
Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.
Próximos passos
Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:
– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;
– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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