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Stellantis quer tranquilizar as suas fábricas em França

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O diretor geral da Stellantis, Carlos Tavares, durante conferência de imprensa nas instalações de La Janais, em Chartres-de-Bretagne (Ille-et-Vilaine), 18 de novembro de 2024.

Para se tranquilizar sobre o futuro das suas fábricas em França, Carlos Tavares visita as instalações da Stellantis. Depois de Sochaux (Doubs), no dia 3 de outubro, o diretor-geral da montadora deslocou-se a Rennes, segunda-feira, 18 de novembro, para o início da pré-série de um novo SUV, em substituição ao atual C5 Aircross.

Depois de garantir aos parlamentares italianos que não havia fechamentos ou demissões planejadas na Península, o Sr. Tavares também foi claro sobre a França: “Cada local tem um modelo para produzir pelo menos até 2028, e para a maioria até 2030-2032. » Portanto, não há encerramentos no prazo de três anos, incluindo em Poissy (Yvelines). Mas além disso, não há certeza: “Garantias não existem no mundo automotivo ocidental de hoje”, avisa o gerente. Ele não esconde o facto de que a actual taxa de ocupação das fábricas europeias não é satisfatória.

No sítio de La Janais, ao sul de Rennes, seus comentários não aliviaram as preocupações. As equipas preparam-se para mudar a produção da versão antiga do C5 Aircross para a nova, apresentada no Salão Automóvel de Paris. As vendas começarão no segundo semestre de 2025. Mas o que acontecerá com a fábrica depois desse modelo? “Por falta de recrutamento, nossa fábrica de cabelos grisalhos se torna uma fábrica de cabelos brancos, diz Didier Picard, delegado CFE-CGC do site. É urgente contratar e renovar gerações para garantir o futuro do local, para além da substituição do C5 Aircross”.

Receita frugal

A CFDT, representada por Christine Virassamy, partilha o mesmo receio: a idade média é de 52 anos e mais de 800 trabalhadores em cada 1.000 têm 58 anos ou mais. Teriam gostado de ouvir Carlos Tavares anunciar a chegada de mais um modelo e, porque não, de novas contratações. “Tudo é possível, mas não está planejado”declarou apenas durante briefing com a imprensa. Atualmente está previsto que a fábrica se desfaça de 200 trabalhadores temporários no final de 2024, enquanto se aguarda a sua convocação em setembro de 2025, para o ramp-up do novo C5 Aircross.

Para obter este modelo, a fábrica de Rennes teve que demonstrar a sua competitividade em termos de custos e qualidade. Não foi vencido. “ Se a equipe não tivesse assumido a responsabilidade de se transformar como fez, não estaríamos aqui hoje”, cumprimentou Carlos Tavares. Em 2015, a fábrica ainda ocupava mais de 220 hectares e empregava 4.500 pessoas, para apenas 68 mil carros produzidos. Nove anos depois, a sua superfície foi reduzida para metade e, com 2.000 pessoas, produziu 75.000 veículos em 2023 (C5 Aircrosses e 5008s) e poderia subir para 100.000. “Com nossos pequenos volumes, conseguimos ficar em terceiro lugar em desempenho entre todas as fábricas do grupo”observe Christine Virassamy.

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Projeto de implantação de unidades rurais seleciona produtores — Universidade Federal do Acre

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O projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, lançado pela Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, em 3 de julho, está em execução e selecionou os produtores que serão parceiros e atuarão como agentes multiplicadores de tecnologias em comunidades rurais do Acre.

Os produtores selecionados estão presentes em oito municípios do Acre: Acrelândia, Bujari, Capixaba, Plácido de Castro, Porto Acre, Rio Branco, Senador Guiomard e Xapuri. O objetivo do projeto é conectar ensino, pesquisa e extensão, formando servidores, alunos e produtores rurais. Sua metodologia se baseia na construção participativa de unidades demonstrativas, internacionalmente conhecidas como “on farm demonstration”.

Orçado em R$ 5,7 milhões e executado em parceria com a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, o projeto investirá parte do recurso para melhorias de laboratórios e unidades de ensino da universidade, como o Ufac Leite e o Horto das Plantas Alimentícias Não Convencionais, os quais atendem as comunidades interna e externa.

Outra parte do recurso será aplicada em propriedades rurais, fomentando unidades de referência em produção, com técnicas sustentáveis, como integração entre produção animal e produção vegetal, recuperação de solos degradados, manejo integrado de pragas e doenças, agregação de valor, manejo do uso da água e adoção de rotação e consórcio de plantas. O projeto também custeará contratação de técnicos extensionistas para trabalho nas comunidades envolvidas.

No final do projeto, estudantes, produtores e técnicos farão visitas de campo para observação das tecnologias construídas. No 9º Interpet Ufac-2026, ocorrido em 16 e 17 de julho, no campus-sede, reunindo Programas de Educação Tutorial (PETs) da Ufac, a coordenadora do projeto, professora Marilene Santos, apresentou-o na palestra de abertura do evento.

“Foi uma oportunidade para dar transparência ao uso do recurso público e, mais ainda, de evidenciar os parceiros do projeto [Secretarias de Agricultura Municipais e o Incra], a pluralidade e o protagonismo feminino presentes, os planejamentos participativos adotados, a logística desafiadora e a participação e alunos de graduação e pós-graduação”, disse Marilene.

Idealização do projeto

O projeto foi idealizado e escrito por uma equipe multidisciplinar/interdisciplinar, com experiência em projetos socioambientais e agricultura familiar, a qual também atua em dois programas de pós-graduação da Ufac. A equipe é composta por servidores com atuação acadêmica destacada na aprovação de projetos em chamadas públicas nacionais (CNPq, Capes, Finep), publicação de artigos científicos, registro de patentes, condução de orientações e aplicação de políticas sociais. A equipe conta com um bolsista de produtividade do CNPq e com profissionais formados em Agronomia, Nutrição, Medicina Veterinária, Serviço Social e Administração.

 



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Campus Floresta da Ufac recebe nova quadra poliesportiva — Universidade Federal do Acre

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A Ufac inaugurou a quadra poliesportiva Marechal Cândido Rondon, no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, nessa quarta-feira, 5, incentivando práticas esportivas, acadêmicas e culturais. A obra recebeu investimento de R$ 2 milhões, viabilizados por meio de emenda parlamentar, e integra o conjunto de ações da gestão superior voltadas ao fortalecimento da estrutura física da universidade.

“Esta é mais uma conquista construída com muito diálogo, planejamento e parcerias. A quadra oferece um espaço moderno, seguro e adequado para o desenvolvimento de atividades esportivas, educacionais e de convivência, contribuindo para a formação integral dos nossos estudantes e para o fortalecimento da vida universitária no interior do Estado”, disse a reitora Guida Aquino durante a solenidade de inauguração.

 



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Alunas de Nutrição de Ufac apresentam pesquisas na Uerj — Universidade Federal do Acre

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Estudantes do curso de Nutrição, da Ufac, apresentaram trabalhos no 40º Encontro Nacional do Curso de Nutrição, ocorrido de 21 a 26 de julho, na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), com o tema “O Retorno às Nossas Raízes”. Além de alunos, o evento reuniu professores, pesquisadores e profissionais de todas as regiões do Brasil.

Representaram a Ufac as discentes Camile Vitória de Souza Guimarães, Érica Zaíne Oliveira Braga, Esther Araújo Monteiro, Kaylane Joyssa da Silva Barbosa, Manuely Silva de Souza e Mary Greice Alves da Silva.

Os trabalhos abordaram temas como uso de inibidores de apetite e comportamento alimentar, cultura alimentar amazônica, educação alimentar infantil, insegurança alimentar na gestação, nutrição comportamental e exercício intuitivo no tratamento de doenças crônicas, além do papel das políticas públicas na promoção da segurança alimentar e nutricional.

As pesquisas foram desenvolvidas de forma conjunta no âmbito do Programa de Pesquisa, Estudo e Extensão em Nutrição, Alimentação e Comportamento Alimentar, coordenado pela professora Tamires Alcântara Dourado Gomes Machado; do grupo estudos em Economia, Finanças, Política e Segurança Alimentar e Nutricional, coordenado pela professora Graziela Gomes Bezerra; e do grupo Governança Fundiária, Desenvolvimento Econômico e Políticas Públicas, coordenado pelo professor Elyson Ferreira de Souza.

Confira os resumos dos trabalhos

 



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