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Steve Bannon condena Elon Musk como ‘racista’ e ‘verdadeiramente mau’ | Steve Bannon
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2 anos atrásem
Chris Michael
Numa escalada de descontentamento entre os mais destacados seguidores da extrema-direita Donald Trumpseu ex-assessor Steve Bannon chamou o mais novo favorito de Trump, Elon Musk“racista” e “cara verdadeiramente malvado”, prometendo “derrubar esse cara” e expulsá-lo do movimento Maga.
Em entrevista ao Corriere della Sera jornal italiano, cujos trechos foram publicado neste fim de semana pelo Breitbart, Bannon criticou a adoção de algumas formas de imigração por Musk e prometeu garantir que Musk não tivesse acesso de alto nível à Casa Branca.
“Ele é um cara verdadeiramente malvado, um cara muito mau. Eu decidi derrubar esse cara”, disse Bannon. “Antes, porque ele investiu dinheiro, eu estava preparado para tolerar isso – não estou mais preparado para tolerar isso.”
Ele acrescentou: “Terei Elon Musk sair daqui até o dia da inauguração”, que cai em 20 de janeiro. “Ele não terá acesso total à Casa Branca. Ele será como qualquer outra pessoa.”
Musk se tornou um dos As maiores líderes de torcida de Trumpe certamente o mais rico, durante a campanha bem-sucedida do republicano para reconquistar a presidência dos EUA, gastando supostamente cerca de 270 milhões de dólares e sendo recompensado com um lugar ao lado de Trump desde então.
Após a sua vitória, Trump contratou Musk para ajudar a liderar um grupo consultivo teoricamente dedicado a cortar as despesas do governo dos EUA em até 2 biliões de dólares, um quarto de todo o seu orçamento.
Mas A adoção de vistos H-1B por Muskque permite que empresas – como a própria SpaceX e a Tesla de Musk – contratem profissionais qualificados e engenheiros de fora dos EUA, foi mal recebida por outros acólitos da Maga que se opõem a quase todas as formas de imigração. Musk, que nasceu na África do Sul, possui um visto H1-B.
“Essa coisa dos vistos H-1B é que todo o sistema de imigração é manipulado pelos senhores da tecnologia. Eles usam isso a seu favor. As pessoas estão furiosas”, disse Bannon, que Trump despediu do seu cargo na Casa Branca durante a sua primeira administração, mas que mais tarde se reinventou através do seu podcast War Room como um dos principais evangelistas do movimento Maga.
Bannon ampliou ainda mais seu objetivo para atacar os gigantes da tecnologia de Musk, Peter Thiel e David Sacks, por terem herança sul-africana.
“Ele (Musk) deveria voltar para a África do Sul”, disse Bannon. “Por que temos sul-africanos, as pessoas mais racistas do planeta, sul-africanos brancos, temos eles fazendo algum comentário sobre o que acontece nos Estados Unidos?”
Argumentando que o “único objetivo de Musk é tornar-se um trilionário” e chamando-o de defensor do “tecnofeudalismo em escala global”, Bannon disse: “Não apoio isso e vamos combatê-lo”, acrescentando: “Ele não vou lutar. Ele tem a maturidade de um menino.
“Ele fará de tudo para garantir que qualquer uma de suas empresas esteja protegida ou tenha um negócio melhor ou que ganhe mais dinheiro.
“Sua agregação de riqueza e então – através da riqueza – poder: é nisso que ele está focado.”
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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17 horas atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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