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Teary Ons Jabeur luta contra um surto de asma no Aberto da Austrália | Notícias sobre tênis

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O ataque de asma deixa a tenista tunisina em lágrimas enquanto ela luta para vencer a partida da segunda rodada.

Ons Jabeur chorou depois de ter problemas respiratórios três jogos depois de sua partida no Aberto da Austrália contra Camila Osorio, mas a tunisina enfrentou coragem para garantir sua vaga na terceira rodada.

A três vezes finalista do Grand Slam, de 30 anos, pretende voltar ao topo depois que uma lesão no ombro no ano passado ameaçou sua carreira, mas ela ficou chorando porque sua asma a incomodou durante a partida de quinta-feira.

O ex-número dois do mundo caiu para o 39º lugar devido a problemas físicos e foi forçado a abandonar vários torneios no ano passado, incluindo o Aberto dos Estados Unidos e as Olimpíadas de Paris.

Jabeur encerrou sua temporada em setembro e só voltou à ação no início de 2025. Ela disse que o longo período longe a deixou vulnerável a problemas relacionados à asma.

“Quando eu era mais jovem, fui diagnosticado com asma, então tirar muitas folgas não ajudou. Acho que provocou ainda mais”, disse ela aos repórteres após a vitória por 7-5 e 6-3 sobre o colombiano.

Uma vitória rotineira parecia improvável quando a três vezes vice-campeã do Grand Slam caiu na cadeira, tossindo enquanto batia no peito, depois de vencer por 2 a 1 no set inicial.

Jabeur enxugou as lágrimas antes de deixar a quadra para atendimento médico, retornando mais tarde para vencer, apesar de não estar em sua melhor forma no restante da competição.

Ons Jabeur recebeu atendimento médico durante jogo contra Camila Osorio no Aberto da Austrália (Yuichi Yamazaki/AFP)

“Foi muito difícil jogar”, disse Jabeur.

“É muito, muito difícil respirar.

“Tive que não jogar ralis longos. Eu estava interpretando Camila. Não é o melhor adversário quando se está nestas condições, mas pedi desculpas no final da partida porque realmente não quero me comportar assim em quadra.

“Tentei administrar. Felizmente, eu estava jogando muito bem. Isso realmente ajudou a me animar. Se eu tivesse perdido o primeiro set, teria sido muito difícil continuar.”

A duas vezes vice-campeã de Wimbledon, que tenta se tornar a primeira mulher africana e árabe a vencer um torneio importante, disse que ainda não está 100 por cento no nível necessário para voltar ao top 10.

“Mas está chegando lá”, disse ela.

“Não quero ser ganancioso logo depois de voltar de uma lesão. Às vezes fico com raiva porque sinto que vou voltar lá, mas sempre acontece alguma coisa.”

Jabeur, quarto-de-final do Aberto da Austrália de 2020, enfrenta a oitava cabeça-de-chave americana Emma Navarro na próxima rodada.

Jabeur disse que não costuma falar sobre seu problema de asma.

“Teremos que administrar, você sabe, como sempre fazemos”, disse ela.

“Acho que terei que encontrar uma maneira de me sentir melhor nos próximos dois dias, o que espero fazer porque isso começou há dois ou três dias. Sinto que piorou por algum motivo.

“Na verdade, estou apenas aproveitando um minuto de cada vez e vendo como vai ser, mas definitivamente estou fazendo tudo que posso para estar pronto.”

Ela enfrenta um confronto difícil na terceira rodada contra Navarro, que se recuperou da beira do abismo para derrotar Wang Xiyu, 108º colocado da China, em três sets.

Jabeur venceu seu único encontro anterior, por 6-3, 6-2, no saibro, na cidade natal de Navarro, Charleston, em 2022.



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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna-2.jpg

A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física. 

O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.

A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.

Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico. 

“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.

Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.

O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna.jpg

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre

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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais-interna.jpg

O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.

A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.

Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.

Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.

As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.

“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”

Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.

Próximos passos

Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:

– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;

– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.

 



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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