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Sena Madureira

Terceira cidade mais populosa do estado, Sena Madureira completa 115 anos nesta quarta-feira

Contilnet, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Fundado em 25 de setembro de 1904, o município de Sena Madureira completa 115 anos nesta quarta-feira (25). Situada às margens do Rio Iaco a cidade é conhecida como “princesinha do Yaco”, e é a terceira mais populosa do Acre, com uma população estimada em 45.848 pessoas, segundo o IBGE.
Mas a história da cidade começa um pouco antes da data de fundação, em 7 de abril de 1904, quando o decreto federal nº 5.188 organiza o território do Acre em três departamentos autônomos. Um desses foi o Departamento do Alto Purus, que teve como prefeito departamental o General Siqueira de Menezes, que parte de Manaus com destino ao Acre no dia 9 de julho do mesmo ano. Após 74 dias de viagem, em 24 de setembro de 1904, desembarca à margem esquerda do Rio Iaco, no Seringal Santa Fé.
Logo no dia seguinte, em 25 de setembro, às 8h da manhã, instala o governo e o berço da cidade de Sena Madureira, dando-lhe este nome em homenagem ao afeto e admiração que tinha pelo coronel Antônio Sena Madureira, militar que havia participado da Guerra do Paraguai.

Durante os ciclos da borracha a cidade se fortaleceu e tornou-se capital do Departamento do Alto Purus, chegando a ser um importante centro político do Acre, até então, um território do Brasil. Recebeu muitos migrantes, principalmente migrantes nordestinos, que ocuparam o território através de expedições para a exploração dos seringais da região.
Sena Madureira foi elevada a condição de cidade em 1 de julho de 1912, e sob o mesmo decreto, a sede do município teve sua denominação alterada de Alto Purus para Sena Madureira, constituído de 5 distritos: Sena Madureira, São Bento, Iracoma, Granja e Mercês.
Atualmente, o município tem como principais atividades econômicas a agricultura, pecuária e psicultura. A extração de madeira, castanha e borracha também continuam a ser importantes na cidade, mas não mais como antes.
Para aproveitar um dos principais potenciais econômicos do município, por lá ocorre o “Festival do Mandi”, a principal festa do município. O evento movimenta a cidade e leva milhares de pessoas à Praia do Amarilio, que fica completamente lotada e atrai visitantes de várias partes do estado para provar as receitas locais com o peixe.

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ACRE

Foto revela grande incêndio em Sena Madureira que destrói sete hectares de pastagem

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Corpo de Bombeiros foi acionado e combate durou mais de seis horas. Incêndio ocorreu na noite desse sábado (25) em Sena Madureira.

Incêndio destrói sete hectares de pastagem no interior do Acre — Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros.

Um incêndio de grandes proporções destruiu uma área de pastagem, na noite desse sábado (25), na cidade de Sena Madureira, no interior do Acre. O Corpo de Bombeiros foi acionado e o combate durou mais de seis horas.

O major Cláudio Falcão, dos bombeiros, informou que foram cerca de sete hectares de terra destruídos. A equipe usou quatro lances de mangueira e mais de oito mil litros de água no combate, além de outros métodos.

“Foi realizado o combate com canhão de água, bombas costas, abafadores no flanco direto do incêndio, a fim de proteger as residências ao redor. Já em outras partes do incêndio foi realizada uma vistoria pela guarnição de salvamento”, afirmou o major.

Após o controle das chamas, uma equipe de salvamento ficou no local fazendo o monitoramento do incêndio para evitar que as chamas atingissem as residências próximas.

Incêndio ocorreu na noite desse sábado (25) em Sena Madureira — Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros

Incêndio ocorreu na noite desse sábado (25) em Sena Madureira — Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros.

“Esse local fica a aproximadamente três quilômetros do Centro da cidade. Apesar de ser uma área rural, está cercado por casas, então por isso, a necessidade da equipe permanecer no local monitorando até a extinção por completo do incêndio, para que não houvesse riscos às residências”, disse Falcão.

Os bombeiros ainda não sabem o que pode ter causado o incêndio. “Nunca começa sozinho, então, provavelmente, alguém deve ter queimado alguma coisa e se alastrou. Mas, é preciso apurar melhor. Além disso, estamos há dez dias sem chuvas significativas e com sol bastante intenso, o que já é suficiente para a vegetação ficar seca e propícia a fogo”, concluiu.

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CONDENAÇÃO

Justiça mantém condenação de réu por exercício ilegal da medicina

Gecom TJAC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Apelante também responde por falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais.

A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Acre (TJAC) negou provimento ao Recurso de Apelação a um réu condenado pela Vara Criminal da Comarca de Sena Madureira, pela prática ilegal do exercício da medicina.

O réu foi condenado às penas de dez anos de reclusão e seis meses de detenção, em regime inicialmente fechado, além do pagamento de vinte dias-multa, pela prática dos crimes previstos nos artigos 273, § 1°-B, incisos I, III e V e 282, parágrafo único, do Código Penal, em concurso material.

Os membros do Colegiado, que negaram o recurso à unanimidade, entenderam por afastar o argumento de negativa de autoria, mantendo a sentença que o condenou.

No recurso, o apelante pede a sua absolvição, invocando o artigo 386, incisos I, III e VII, do Código de Processo Penal, além do pedido de afastamento da pena de multa, por não ter condições de fazer o pagamento, e requereu a restituição dos bens e valores apreendidos, alegando serem de procedência lícita.

Entenda o caso

Consta nos autos que em julho de 2015, em Sena Madureira, no Sindicato dos Trabalhadores Rurais, o apelante exerceu a profissão de médico ou farmacêutico, sem autorização legal.

Narra a denúncia que o apelante omitiu em documento particular e que ele, em companhia de terceiros, falsificaram e adulteraram produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais, sem registro no órgão de vigilância sanitária competente, sem as características de identidade e qualidade admitidas para a sua comercialização ou de procedência ignorada. Consta que eles se associaram com o fim de cometer crimes.

O pedido contido na denúncia foi julgado parcialmente procedente e o apelante foi condenado pela prática dos crimes de exercício ilegal da medicina e falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais.

Acordão

Em seu voto, o relator desembargador Samoel Evangelista enfatiza estar evidenciado que o apelante praticou o crime de adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais. “Portanto, a versão por ele apresentada negando a autoria, restou isolada nos autos, destituída de amparo probatório, sendo contrariada pela prova documental, motivo pelo qual mantenho a sua condenação”.

Da votação participaram os desembargadores Elcio Mendes (presidente), Samoel Evangelista (relator) e Pedro Ranzi. Para a sessão, o representante do Ministério Público foi o procurador de Justiça Cosmo Lima.

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