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Territory review – ‘Succession in the outback’ makes for rollicking TV | Australian television
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2 anos atrásem
The high-concept premise of this rollicking Aussie drama from creators Ben Davies and Timothy Lee is “Succession in the outback”. Or for those partial to cowboy hats and Kevin Costner: “Yellowstone, in Australia”.
Director Greg McLean (Wolf Creek) brings power jostling and fraught family dynamics to the Top End in Territory, the majesty of the landscape perhaps suggesting that all the human conflict bubbling away on the surface makes a teeny imprint in the ancient scheme of things.
Not that it doesn’t resonate: the stakes feel intensely personal and high at Marianne Station, the world’s (fictitious) largest cattle station. Its future is thrown into doubt when heir apparent Daniel (Jake Ryan) is killed off in a way rarely seen on screens – by dingo! Daniel is attacked by a group of ravenous canines in a scene that reminded me of a moment from Joe Carnahan’s great film The Grey, when Liam Neeson straps broken glass to his fists and prepares to bash a bunch of wolves.
Poor Daniel is tough but not Liam Neeson tough, and is reduced to kibble. His death sparks a “who’s next in line?” conundrum for the Lawson family, who own the station. Grumpy patriarch Colin (Robert Taylor) – the Logan Roy character – doesn’t like his options, which include his alcoholic son Graham (Michael Dorman); Graham’s wife, Emily (Anna Torv), who is related to a rival business family; and their children Marshall (Sam Corlett) and Susie (Philippa Northeast). Everybody wants the top job apart from Marshall, a free spirit more interested in adventure than power and inheritance.
In the first episode Lee (also the screenwriter, with subsequent episodes written by himself, Kodie Bedford, Steven McGregor and Michaeley O’Brien) links the family trade to emperors and dynasties. “Cattle stations aren’t democracies – they’re kingdoms,” says Colin, who provides a handy overview of the characters when he grumbles about how he has “a hopeless alcoholic for a son, a daughter-in-law whose family have been stealing my cattle for generations, a dropout granddaughter, and a runaway grandson who hates us all”. Lines like this can be highly effective if used in moderation and deployed naturalistically.
All the Lawsons are headstrong and a bit dangerous; part of the dramatic intrigue comes from not knowing what they’re capable of. The cast very effectively capture this. Torv has a steely and sorrowful glint in her eyes; the look of someone who is prepared to fight but would prefer not to. Dorman is powerful and yet vulnerable as Graham, who makes bold moves while battling the demon drink. Corlett brings spunk and attitude as a young man still finding himself, and Northeast very persuasively inhabits Susie, who is tougher to read – calmer than the rest of her family and playing the long game.
The supporting cast impress too – particularly Clarence Ryan, playing Nolan Brannock, an Indigenous station owner and cattleman caught up in politics and brouhahas. Ryan has real fire in his belly and a dynamic presence, raising the voltage. Hamilton Morris has a small role as Indigenous elder Uncle Bryce, but geez it’s good to see him: it’s Morris’s first screen appearance since his stunning performance in 2017’s Sweet Country, in which he played a farmhand pursued across rugged terrain by Bryan Brown’s police sergeant.
The aforementioned dingo scene is the first in a series of unpredictable bursts of wild spectacle that erupt like claps of thunder, scattered across the run time (this review encompasses the first five episodes available to the media, of six total).
I love how Territory aspires to be appointment television while inviting the ghosts of the Ozploitation movement to come in and monster the drama every once in a while. McLean knows how to bring genre thrills and spills to the table, having made his name with Wolf Creek and helming various other down’n’dirty productions, including “giant croc” thriller Rogue and the pulpy Daniel Radcliffe survival movie Jungle.
In Territory, injections of explosive action enliven all that bickering and jostling; before you know it, Torv is jumping into a helicopter in order to break up a gunfight. And it works surprisingly well: these moments are perhaps not entirely realistic but they don’t cross into outright implausibility either. Do we call this elevated action? Prestige drama, with its head blown off? Either way it’s a sensationally heady mix.
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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre
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1 dia atrásem
3 de julho de 2026A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.
A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.
No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.
“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.
A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.
Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre
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2 de julho de 2026Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).
O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.
A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.
Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre
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1 de julho de 2026A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.
“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.
Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.
O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.
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