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Thanksgiving Day 2024: When and why it’s celebrated — exploring the tradition

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Thanksgiving Day, one of the most cherished holidays in the United States, will be celebrated this year on Thursday, November 28, 2024. Falling on the fourth Thursday of November annually, it marks a time for gratitude, reflection, and family gatherings. Thanksgiving is a uniquely American holiday dedicated to expressing gratitude, cherishing loved ones, and reflecting on life’s blessings.

From its 1621 origins of shared abundance to today’s iconic turkey feasts, festive parades, and spirited football games, Thanksgiving embodies gratitude, togetherness, and acts of generosity. Explore how this special day in the US unites families and communities while honoring timeless traditions like the Macy’s Parade, giving back, and reflecting on life’s blessings.

Dive into the meaning behind Thanksgiving and what makes it America’s most treasured celebration of gratitude and joy.

Thanksgiving Day – A day of gratitude

The tradition of Thanksgiving Day traces its roots to 1621, when the Pilgrims and the Wampanoag people shared a harvest feast in Plymouth, Massachusetts. This event, though not called Thanksgiving Day at the time, symbolized cooperation and shared abundance. This moment of unity is seen as a symbol of cooperation and gratitude.

Thanksgiving became a national holiday much later. In 1863, during the Civil War, President Abraham Lincoln declared it a day of national Thanksgiving, urging Americans to pause and give thanks amidst the nation’s struggles. This set the tone for the celebration we know today. Today, it is a secular holiday embraced across the United States, transcending cultural and regional differences.

Why Thanksgiving matters

Thanksgiving Day in the US is more than just a historical commemoration; it’s a day to express gratitude for the blessings of the past year. Families and friends come together to share meals, reconnect, and reflect on what they’re thankful for. It’s a reminder to pause amidst life’s challenges and appreciate life’s joys.

Traditions that define Thanksgiving

Thanksgiving traditions are deeply rooted in food, family, and community. Thanksgiving traditions have evolved over the years, blending historical elements with modern practices.

Here’s a look at the customs that make the day special:

1. The Thanksgiving feast

The Thanksgiving meal is the centerpiece of the holiday. The holiday is synonymous with a lavish meal featuring roast turkey, stuffing, mashed potatoes, cranberry sauce, and pumpkin pie. Each dish has its own story, blending Native American and colonial culinary influences. The turkey has become the iconic centerpiece, earning Thanksgiving the nickname “Turkey Day.” Families gather around the table to enjoy the feast and share what they’re thankful for.

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2. Parades and celebrations

Iconic parades, such as the Macy’s Thanksgiving Day Parade in New York City, captivate millions with grand floats, marching bands, and performances. This tradition has been delighting audiences since 1924. The parade draws millions of viewers, signaling the start of the holiday season with its grand finale—Santa Claus’s arrival.

3. Football and fun

Thanksgiving football games are a staple for sports enthusiasts. It’s a time for sports, snacks, and spirited camaraderie. The National Football League (NFL) hosts games that unite fans nationwide, and are watched by millions, adding a spirited edge to the holiday.

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4. Acts of kindness

Many people use Thanksgiving as an opportunity to give back, volunteering at shelters or food banks to help those in need, serving meals to the homeless, or donating to charitable causes. It’s a day to extend gratitude through acts of kindness and genorosity.

5. Thanksgiving’s spirit – A time to reflect

At its heart, Thanksgiving remains a day of connection and reflection. It’s a moment to step away from the hustle of daily life, gather with loved ones, and cherish what matters most. Thanksgiving, at its heart, is a celebration of unity and gratitude. Whether you’re savoring a family recipe, watching the parade, or simply enjoying time with loved ones, the day serves as a reminder of life’s blessings.

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Whether you celebrate with a traditional feast, volunteer in your community, or simply enjoy the company of family and friends, Thanksgiving is a time to honor gratitude and togetherness.

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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