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Torcedores chegam cedo à reinauguração da Arena da Floresta e apostam em placar elástico em Santa Cruz e Flamengo

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Vitor Hugo Calixto

A reinauguração do estádio Arena da Floresta, que já foi palco de diversos espetáculos entre times acreanos e equipes nacionais de destaque, como Internacional, Cruzeiro, Fluminense e Botafogo, ocorre neste domingo 24. O estádio não recebia partidas desde meados de 2022, e agora, após uma série de intervenções do governo do Acre, por meio da Secretaria Extraordinária de Esporte e Lazer (Seel), cumprindo determinações e orientações da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), volta a sediar um jogo.

O duelo dos campeões sub-20, Santa Cruz, vencedor do estadual acreano, e Flamengo, campeão mundial em cima do Olympiacos, engrandece a reinauguração com uma partida que vai entrar para a história do estádio.

Centenas de torcedores chegaram antes do horário de abertura ao estádio. Foto: Felipe Freire/Secom

O Flamengo mostra, mais uma vez, o porquê é um dos maiores times do Brasil, levando uma multidão de rubro-negros à arena. Em meio ao mar vermelho e preto, torcedores do Santa Cruz comparecem ao jogo e frisam a relevância do confronto entre as duas equipes.

“É difícil chutar um placar para o jogo, é um prazer enfrentar esse grande time [Flamengo], meu filho joga no Santa Cruz, e apesar da família toda ser flamenguista vamos torcer para o time acreano. Acompanhar meu filho nesse momento é muito importante, principalmente para engrandecer a carreira dele”, disse Anne Vilácio, mãe do jogador Asafe, do Santa Cruz.

Anne e Ana, mãe e irmã de Asafe, foram torcer pelo Santa Cruz. Foto: Felipe Freire/Secom

Milhares de torcedores chegavam ao estádio antes das 14h, horário de abertura dos portões, para garantir um bom lugar no espetáculo. A bola rola às 17h, e os torcedores esperam um grande jogo.

“O Flamengo é um grande time e campeão mundial, acompanho muito o esporte e chuto hoje em uma vitória elástica do Flamengo, 6×0”, disse, otimista, o torcedor rubro-negro Angelino Feitosa.

Rubro-negro, Angelino Feitosa, aposta em placar elástico para o Flamengo. Foto: Felipe Freire/Secom

Para abrilhantar a partida, é esperada casa cheia durante o jogo. É esperado que mais de 10.000 torcedores compareçam na tarde deste domingo para a grande partida.

Rômulo é vascaíno e hoje foi torcer pelo Santinha. Foto: Felipe Freire/Secom

Nem só torcedores do Santinha, como é conhecido o Santa Cruz, e do Flamengo compareceram ao jogo. O vascaíno Rômulo Moraes levou a família ao evento, mas foi trajado com o manto cruz-maltino.

“Meu filho e minha esposa são flamenguistas, mas hoje eu sou Santa Cruz. Parabéns ao governo do Estado e ao governador Gladson Cameli por trazer esse entretenimento ao nosso povo, que precisava desse tipo de atração, impulsionando o nosso esporte. Hoje vai dar Santa Cruz, 1×0”, disse o torcedor.

A Agência de Notícias realiza a transmissão do jogo que reinaugura a Arena da Floresta.

Acesse por meio do link: https://agencia.ac.gov.br/santa-cruz-do-acre-x-flamengo-ao-vivo-reinauguracao-arena-da-floresta-minuto-a-minuto/

Confira a equipe de arbitragem

A partida vai contar com arbitragem profissional de árbitros federados, confira a lista:

Josué França Árbitro da Partida – CBF – AC
Renner Santos Assistente 1 CBF – AC
Veronica Severino Assistente 2 CBF – AC
Antônio Marivaldo 4º Árbitro – FFAC

 

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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