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Três israelenses e cinco tailandeses libertados de Gaza, enquanto o enviado de Trump conhece os parentes de reféns | Guerra de Israel-Gaza

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Emma Graham-Harrison and Quique Kierszenbaum in Jerusalem

Três israelenses e cinco cidadãos tailandeses mantidos em Gaza foram libertados, quando o Envoy do Oriente Médio de Donald Trump conheceu os parentes de reféns, teria dizendo a eles que estava otimista de que o cessar -fogo se manteria para permitir o retorno de todos os vivos e os mortos.

A entrega na quinta -feira de sete reféns em Khan Younis, Southern Gazafoi adiado por uma multidão caótica que se eleva em direção ao grupo, apesar de uma escolta de militantes fortemente armados, empurrando e bloqueando sua passagem para a espera da Cruz Vermelha.

As forças armadas de Israel confirmaram que os israelenses Gadi Moses, 80 anos, Arbel Yehoud, 29, e cinco reféns tailandesos – Thenna Pongsak, Sathian Suwannananara, Sriaoun Watchara, Seathao Bannawat e Rumanao Suras – tinham sido mãos cerca de 13hocos.

Agam Berger, 20, a última soldado realizada em Gaza, havia sido libertada anteriormente no norte de Gaza.

Primeiro Ministro de Israel, Benjamin Netanyahuatacou as “cenas chocantes” em Khan Younis e suspendeu a libertação planejada de prisioneiros palestinos “até que os mediadores garantem a saída segura dos reféns” no futuro.

Gadi Moses, 80 anos, é escoltado pelo Hamas e por combatentes da Jihad Islâmica, enquanto ele é entregue à Cruz Vermelha em Khan Younis, Gaza Strip. Fotografia: Jehad Alshrafi/AP

Os ônibus que carregam prisioneiros palestinos que devem ser libertados foram enviados de volta às prisões israelenses no início da tarde, antes que um novo tempo de liberação das 17h fosse anunciado. Mais tarde, na quinta -feira, os ônibus chegaram à cidade de Ramallah da Cisjordânia, carregando alguns dos prisioneiros.

Não foi a primeira crise em um acordo de cessar -fogo que ainda não tem duas semanas de idade. Yehoud foi originalmente listado para lançamento no sábado. Quando quatro soldados foram entregues, Israel acusou Hamas de violar o acordo e suspender planos para permitir que civis palestinos retornem ao norte de Gaza.

Após as negociações de última hora, o Hamas confirmou que Yehoud seria libertado na quinta-feira com outros dois reféns e Israel abriu pontos de verificação para o norte de Gaza na segunda-feira.

Logo após a entrega de quinta -feira dos sete reféns no sul de Gaza, o enviado de Trump para a região, Steven Witkoff, fez uma breve visita à Squeira Square em Tel Aviv.

As multidões se reúnem em Khan Younis para a liberação de reféns palestinos como parte de um acordo de cessar -fogo e prisioneiros entre o Hamas e Israel. Fotografia: Haitham Imad/EPA

Muitas pessoas, quando perceberam que Witkoff estava lá, correu para prestar homenagem pessoal a ele por intermediar o acordo de cessar -fogo. “Obrigado por libertar os reféns, obrigado ao Sr. Trump”, gritou.

Ele conheceu as famílias de reféns brevemente em uma biblioteca pública ao lado da praça, garantindo que ele estava otimista de que o acordo realizaria, informou a mídia israelense, e disse que estava comprometido em levar para casa os vivos realizados em Gaza e os mortos.

A primeira etapa do cessar -fogo deve -se aos últimos 42 dias e abrange o lançamento de 33 reféns israelenses, principalmente mulheres e homens mais velhos. Dos 23 ainda a serem lançados como parte da primeira fase, o Hamas diz que oito estão mortos. Sob o acordo, Israel libertará cerca de 1.900 prisioneiros palestinos e aumentará a ajuda em Gaza.

Logo após a entrega de quinta -feira, o Hamas confirmou a morte de Mohammed Deif, o chefe de sua ala militar, seis meses depois que Israel anunciou que havia sido morto. Foi a primeira declaração de que o Hamas divulgou na condição de Deif desde que os militares israelenses disseram em agosto passado que ele havia sido morto em um ataque aéreo no sul de Gaza no mês anterior.

Witkoff estava visitando Israel antes das negociações na segunda fase do acordo, devido ao início na segunda -feira, e passou da Square Square para manter conversas com Netanyahu. O líder israelense enfrenta forte pressão dos membros de extrema direita de sua coalizão para reiniciar a guerra, em vez de estender o cessar-fogo.

O enviado de Trump também visitou Gaza com as forças armadas israelenses e conheceu as quatro soldados libertados no sábado no Hospital Israel, onde estavam sendo tratados.

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O enviado especial dos EUA para o Oriente Médio, Steve Witkoff (centro), em Tel Aviv, manterá conversas com Benjamin Netanyahu. Fotografia: Shir Trem/Reuters

Entre os agradecidos pela multidão, Trump estava Dani Miran, cujo filho Omri Miran, 47 anos, é um refém em Gaza. “Apenas uma pessoa fez isso acontecer. Quero agradecer a Trump ”, ele disse. Suas esperanças de ver seu filho novamente descansaram inteiramente no líder dos EUA, acrescentou.

Ele disse que, por um dia, ele deixou suas próprias preocupações para comemorar, porque, após 15 meses de intensa campanha, todos mantidos em Gaza parecem família. “Acho que o tempo todo sobre (o retorno de Omri), mas hoje me concentro na alegria.”

Miran fazia parte da multidão esperando na Square Square para assistir aos lançamentos em tempo real, além de um relógio transmitindo uma contagem regressiva dos dias, horas e minutos do cativeiro dos reféns.

Crianças e pais empurrando bebês em carrinhos de bebê misturados com adultos que tiraram o dia de folga para estar lá por um “momento histórico”, a maioria dos veteranos da longa campanha para um acordo de cessar -fogo.

Eles aplaudiram e choraram quando a primeira filmagem foi de Gaza mostrou Berger andando sem ajuda. Como as outras quatro soldados libertadas no fim de semana passado, ela estava vestida com fadigas de estilo militar e subiu ao palco para uma cerimônia que serviu como um show do poder dos militantes após 15 meses de guerra.

“Ela conseguiu”, disse Yahel Oren, 31, que serviu há uma década na Base Nahal Oz, onde Berger foi capturado pelo Hamas, e assistiu ao vídeo em lágrimas. “É difícil pensar nela sozinha lá, mas pelo menos podemos contar os minutos que ela saiu.”

As pessoas em Tel Aviv se reúnem na Square Square para assistir à troca de reféns entre o Hamas e Israel em uma tela gigante. Fotografia: Anadolu/Getty

Oren fazia parte de um grupo em campanha pela liberdade das tropas de “observador” de Gaza e usava uma camiseta dizendo: “Uma vez um observador sempre um observador”.

A atenção mudou para o sul, onde sete reféns deveriam ser libertados. Shlomo Zidkiahv, 83 anos, acenou com uma bandeira tailandesa em solidariedade com um grupo de tailandeses, enquanto trabalhava em um dos kibutzim que foi atacado.

Ele carregava fotos de todos os 10 ainda em Gaza, pois nem o Hamas nem Israel identificaram inicialmente os cinco que seriam libertados. Mais tarde, eles foram nomeados Pongsak, Suwannakham, Watchara, Bannawat e Suraasak.

A libertação de Moisés, o primeiro homem libertado nessa troca, foi levado por muitos na multidão como um reconhecimento tácito de que as últimas mulheres vivas em Gaza haviam sido libertadas.



Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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