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Trump adverte que os houthis do Iêmen serão “completamente aniquilados” | Houthis News
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2 anos atrásem
O presidente dos EUA renova seu apelo ao Irã para encerrar o apoio ao grupo iemenita que tem como alvo Israel sobre sua guerra em Gaza.
Washington, DC – Donald Trump renovou seu chamado para o Irã encerrar seu apoio para os houthisprometendo que o grupo iemenita seja derrotado pelos Estados Unidos.
Os comentários do presidente dos EUA na quarta -feira chegaram um dia depois que os houthis reivindicaram ataques visando navios de guerra americanos na área do Mar Vermelho, bem como um lançamento de mísseis contra Israel.
Quarta -feira também marcou mais um dia de greves em fortalezas houthi no Iêmen, incluindo a capital, Sanaa.
“Os tremendos danos foram infligidos aos bárbaros houthi e observe como vai piorar progressivamente – nem é uma luta justa e nunca será”, escreveu Trump em um post de mídia social. “Eles serão completamente aniquilados!”
Este mês, os EUA lançaram várias ondas de ataques contra os houthis, que controlam Sanaa e se apresentam como as forças armadas oficiais do país.
Desde 2023, os houthis têm como alvo navios dentro e ao redor do Mar Vermelho e lançar mísseis em Israel em um esforço, dizem eles, para pressionar o governo israelense a acabar com o Guerra a Gaza.
O grupo parou seus ataques do Mar Vermelho durante a trégua de Gaza, mas os reiniciou no início deste mês, em resposta ao bloqueio de Israel sobre a ajuda humanitária ao território palestino.
Os houthis também retomaram suas operações militares diretas contra Israel depois das forças armadas israelenses quebrou um cessar-fogo de dois mesesmatando centenas de palestinos nesta semana.
A administração do ex -presidente dos EUA, Joe Biden, também bombardeou posições houthi no Iêmen, mas a campanha de Washington não conseguiu interromper os ataques do grupo.
Em seu post de mídia social na quarta -feira, Trump citou “relatórios” alegando que o Irã está diminuindo seu apoio aos houthis, mas ainda está “enviando grandes níveis de suprimentos”.
“O Irã deve interromper o envio desses suprimentos imediatamente”, escreveu ele. “Deixe os houthis lutarem por si mesmos. De qualquer maneira, eles perdem, mas assim eles perdem rapidamente.”
Trump anteriormente ameaçou o Irã com retaliação Se não controlar os houthis.
Enquanto os houthis – conhecidos formalmente como Ansar Allah – são aliados ao Irã, não está claro o quanto eles dependem do apoio iraniano ou se Teerã pode ordená -los a interromper seus ataques.
Mas Trump retratou os houthis como um braço do governo iraniano.
“Todo tiro disparado pelos houthis será visto, a partir deste ponto, como sendo um tiro disparado das armas e liderança do Irã, e o Irã será responsabilizado e sofrerá as consequências, e essas consequências serão terríveis”, escreveu Trump nas mídias sociais no sábado, quando os últimos EUA. Campanha de bombardeio iniciado.
Por sua vez, os houthis rejeitaram as ameaças e ataques aéreos dos EUA, prometendo continuar seus ataques até que Israel termine seu ataque a Gaza.
“As forças armadas iemenitas afirmam que a agressão dos EUA não impedirá o Iêmen firme e lutando de cumprir seus deveres religiosos, morais e humanitários em relação ao povo palestino”, disse o grupo em comunicado divulgado na terça -feira.
“Eles afirmam que aumentarão suas operações militares contra o inimigo sionista, a menos que a agressão brutal em Gaza pare e o bloqueio seja levantado”.
Trunfo Lista negra Os houthis como uma “organização terrorista estrangeira” nos primeiros dias de sua presidência este ano. O governo Biden havia rotulado o grupo como “terroristas globais especialmente designados” – uma designação ligeiramente menor que envolve menos restrições.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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12 horas atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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