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Trump contrata Pam Bondi para AG após a saída de Matt Gaetz – DW – 22/11/2024

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Pam Bondi foi nomeada pelo presidente eleito dos EUA, Donald Trump, para ser a próxima procuradora-geral na noite de quinta-feira.

“Pam reorientará o (Departamento de Justiça) para o propósito pretendido de combater o crime e tornar a América segura novamente”, disse Trump nas redes sociais.

O anúncio ocorreu horas depois de o candidato anterior de Trump, o ex-congressista da Flórida Matt Gaetz, ter se retirado do processo de seleção na quinta-feira, após oposição generalizada, inclusive de dentro de seu próprio país. Partido Republicano sobre alegações de tráfico sexual.

“Embora o ímpeto tenha sido forte, está claro que a minha confirmação se tornou injustamente uma distração para o trabalho crítico da transição Trump/Vance”, disse Gaetz.

Os laços de Pam Bondi com Trump

Bondi foi a primeira procuradora-geral da Flórida entre 2011 e 2019, o que a torna uma escolha mais convencional em comparação com Gaetz, que não tem experiência como promotora.

Ela também é uma forte aliada de Trump, que o apoiou de várias maneiras ao longo dos anos.

Bondi atuou como membro da equipe jurídica de Trump durante seu primeiro julgamento de impeachment no Senado, pressionado para deslegitimar o voto no estado indeciso da Pensilvânia nas eleições de 2020, apareceu para apoiar Trump durante seu julgamento de dinheiro silencioso em Nova York, e ajudou a liderar o braço jurídico do America First Policy Institute, um grupo de reflexão formado por ex-funcionários de Trump.

“Por muito tempo, o partidário Departamento de Justiça (DOJ) foi usado como arma contra mim e outros republicanos – não mais”, disse Trump.

Gaetz enfrentou escrutínio sobre aptidão para cargos

A notícia vem depois Gaetzo ex-congressista da Flórida, que foi nomeado na semana passada, enfrentou dúvidas sobre sua aptidão para servir como o principal oficial de aplicação da lei do país e sua conduta anterior.

O Departamento de Justiça investigou Gaetz durante quase três anos sobre potenciais violações de tráfico sexual, numa investigação que terminou no ano passado sem que fossem apresentadas acusações.

Matt Gaetz levanta as mãos enquanto fala em uma palestra
Matt Gaetz é um republicano da Flórida e forte defensor de Donald TrumpImagem: Win McNamee/AFP/Getty Images

O homem de 42 anos também enfrentou uma longa investigação por parte de um painel de ética do Congresso sobre possível má conduta sexual e uso de drogas, mas renunciou na semana passada ao seu assento na Câmara dos Representantes, o que normalmente marcaria o fim de uma investigação do Congresso sobre o caso. matéria.

Gaetz negou todas as acusações que enfrentou, mas disse em sua declaração no X que esperava evitar uma “briga desnecessariamente prolongada em Washington”.

Os republicanos se recusaram na quarta-feira a divulgar as conclusões do Comitê de Ética da Câmara sobre as objeções dos democratas em uma votação dividida.

Trump aguarda com expectativa o próximo passo de Gaetz

Reagindo à notícia, Trump recorreu à sua rede Truth Social para dizer que estava ansioso para ver o que Gaetz fará a seguir depois de se retirar da sua escolha.

“Ele estava indo muito bem, mas, ao mesmo tempo, não queria ser uma distração para o governo, pelo qual tem muito respeito”, postou Trump. “Matt tem um futuro maravilhoso e estou ansioso para ver todas as grandes coisas que ele fará!”

O senador Lindsey Graham, da Carolina do Sul, um dos maiores apoiadores de Trump no Senado, também deu seu apoio a Gaetz, dizendo no X que acredita que o ex-congressista “continuará a contribuir para o bem-estar de nossa nação nos próximos anos”.

Graham, membro do Comitê Judiciário do Senado, acrescentou que está ansioso para trabalhar com Trump “em relação aos futuros indicados para colocar este importante cargo em funcionamento”.

zc, km/kb (AFP, Reuters, AP)



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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