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Trump dispara o chefe da NSA, ativista de extrema direita recebe crédito-DW-05/04/2025
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Presidente dos EUA Donald Trump abruptamente demitiu o diretor da Agência de Segurança Nacional (NSA), o general Tim Haugh, segundo autoridades e membros do Congresso.
Os líderes militares seniores foram informados na quinta -feira sobre a demissão de Haugh, que também supervisionou o comando cibernético do Pentágono, disseram as autoridades sob condição de anonimato. A Casa Branca e o Pentágono não deram uma razão para a mudança.
Na sexta-feira, a teórica da conspiração de extrema direita Laura Looma parecia receber crédito pela demissão.
Antes, a US Media relatou que Cerca de seis funcionários do Conselho de Segurança Nacional foram demitidosenquanto outros foram transferidos, após uma reunião entre Trump e Loomer.
Loomer acusa Haugh de laços com Milley
Laura Loomer, uma ativista e teórica da conspiração de extrema-direita, na sexta-feira criticou Haugh por seus supostos vínculos com o general do exército aposentado e o crítico de Trump Mark Milley.
“Como nomeado Biden, o general Haugh não tinha lugar em servir no administrador de Trump, dado o fato de ter sido escolhido pelo general Milley, que foi acusado de cometer traição pelo presidente Trump”, escreveu ela em X, sem fornecer nenhuma evidência de laços entre Haugh e Milley.
Milley atuou como o principal consultor militar de Trump de 2019 até o início de 2021, depois teve uma dramática briga com seu chefe. Milley chamou Trump de “fascista ao núcleo” em um livro do jornalista Bob Woodward publicado no ano passado.
Loomer também escreveu que “todos os nomeados Obama e Biden na Intel parecem não ter integridade e a clareza moral de não armar suas posições … assim, todas as referências de Biden e Obama precisam ser demitidas”.
Os democratas bate a demissão do chefe da NSA
Os democratas na sexta -feira expressaram indignação com a demissão de Haugh.
“Estou alarmado e irritado que, por insistência de um teórico da conspiração de extrema direita, o presidente Trump descartou um dos oficiais mais qualificados e realizados nas forças armadas dos EUA”, afirmou o senador Jack Reed, o principal democrata do Comitê de Serviços Armados do Senado, em comunicado.
Enquanto isso, o senador democrata Mark Warner, membro do comitê de inteligência do Senado, mencionou o governo Trump Inclusão inadvertida de um jornalista em um bate -papo em grupo de sinais nos planos para ataques aéreos do Iêmen em suas críticas à demissão de Haugh.
“É tão louco que desafia a crença: Trump se recusou a demitir as pessoas que envergonharam a América e arriscaram a vida dos membros do serviço no escândalo da Signalgate”, escreveu Warner em X “, mas demitiu o general Haugh, um especialista em segurança nacional não-partidário, a aconselhamento de um auto-branco autônomo” nacionalista “ista “.
Desde que assumiu o cargo em janeiro, Trump presidiu uma grande mudança na liderança das Forças Armadas dos EUA.
Editado por: Zac Crellin
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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