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Trump insiste que os EUA tomarão a Groenlândia – 26/01/2025 – Mundo
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Richard Milne
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ridicularizou as tentativas da Dinamarca de defender a Groenlândia com patrulhas adicionais, incluindo dois trenós extras puxados por cães, e insistiu que os EUA assumiriam o controle ilha ártica.
O ministro da Defesa da Dinamarca admitiu que o país nórdico não fez o suficiente para proteger o território autônomo da Groenlândia, mas revelou planos de gastar US$ 1,5 bilhão em dois novos navios de inspeção, dois drones e duas patrulhas de trenós puxados por cães depois que Trump renovou suas ameaças e interesse pela ilha.
“Acredito que teremos a Groenlândia —porque realmente tem a ver com a liberdade do mundo. Não tem nada a ver com os Estados Unidos, exceto que somos aqueles que podem fornecer a liberdade. Eles [Dinamarca] não podem. Eles colocaram dois trenós puxados por cães lá duas semanas atrás, acharam que isso era proteção”, disse Trump a repórteres a bordo do Air Force One, avião presidencial americano, neste fim de semana.
Trump teve uma ligação telefônica de 45 minutos com a primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, na semana passada, que cinco autoridades e ex-funcionários europeus descreveram ao Financial Times como acalorada e conflituosa.
As autoridades disseram que o governo dinamarquês estava em “modo de crise” depois que Trump se recusou a descartar a ação militar para tomar território de um aliado da Otan, e ameaçou impor tarifas direcionadas. Os EUA já têm a única base militar na Groenlândia, no norte da ilha.
A presença militar da Dinamarca na Groenlândia é atualmente limitada a um comando de apenas 75 pessoas e equipamentos que consistem em quatro navios, um avião de vigilância e várias patrulhas de trenós puxados por cães.
Tanto autoridades dinamarquesas quanto groenlandesas disseram que os EUA poderiam aumentar sua presença militar na ilha, e existiram discussões sobre uma segunda base ou adição de pessoal.
Troels Lund Poulsen, ministro da Defesa da Dinamarca, disse na véspera de Natal que, além dos novos navios, drones e patrulhas de trenós puxados por cães, Copenhague também atualizaria a pista de um dos principais aeroportos da Groenlândia para permitir que os caças F-35 —operados tanto pelos EUA quanto pelo país nórdico— pousassem lá.
Os EUA têm reconhecido repetidamente a soberania dinamarquesa sobre a Groenlândia, principalmente depois de comprarem o que agora são as Ilhas Virgens Americanas da Dinamarca, em 1917.
“Eu realmente não sei que reivindicação a Dinamarca tem sobre isso [a Groenlândia], mas seria um ato muito hostil se eles não permitissem que isso [o controle americano sobre a Groenlândia] acontecesse porque é para a proteção do mundo livre. Não é para nós, é para o mundo livre. Agora, você tem navios russos, você tem navios chineses, você tem navios de vários países. Não é uma situação boa”, disse Trump a bordo do Air Force One.
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“Acho que [a questão da] Groenlândia será resolvida conosco. Acho que a teremos. Acho que as pessoas [da Groenlândia] querem estar conosco.”
Os países europeus correm para descobrir como reagir às ameaças de Trump contra a Dinamarca sem acabar na mira dele. Alguns instaram Frederiksen a revidar. Até agora, a primeira-ministra dinamarquesa insistiu que a Groenlândia não está à venda, mas recebeu com satisfação o crescente interesse dos EUA no Ártico.
O escritório da primeira-ministra disse que não “reconhece a interpretação da conversa” entre Trump e Frederiksen, mas se recusou a explicar com quais detalhes discordava. Autoridades dos EUA não contestaram a reportagem do Financial Times.
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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre
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3 de julho de 2026A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.
A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.
No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.
“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.
A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.
Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre
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2 de julho de 2026Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).
O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.
A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.
Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre
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1 de julho de 2026A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.
“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.
Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.
O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.
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