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Trump nomeia a gerente de campanha Susie Wiles como sua chefe de gabinete na Casa Branca | Eleições dos EUA 2024
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2 anos atrásem
Associated Press
O presidente eleito Donald Trump nomeou Susie Wiles, gerente de seu campanha vitoriosacomo sua chefe de gabinete na Casa Branca, a primeira mulher a ocupar o cargo influente.
Wiles é amplamente creditado dentro e fora do círculo íntimo de Trump por dirigir aquela que foi, de longe, sua campanha mais disciplinada e bem executada, e foi visto como o principal candidato ao cargo. Ela evitou em grande parte os holofotes, recusando-se até a pegar o microfone para falar enquanto Trump comemorava sua vitória na manhã de quarta-feira.
A contratação de Wiles é a primeira grande decisão de Trump como presidente eleito e pode ser um teste decisivo para a sua próxima administração, já que ele deve construir rapidamente a equipa que ajudará a dirigir o governo federal. Wiles não traz experiência governamental para a função, mas tem um relacionamento próximo com o presidente eleito.
Ela foi capaz de fazer o que poucos conseguiram: ajudar a controlar os impulsos de Trump – não repreendendo-o ou dando-lhe sermões, mas conquistando o seu respeito e mostrando-lhe que estava melhor quando seguia o seu conselho do que desrespeitando-o.
“Susie é durona, inteligente, inovadora e é universalmente admirada e respeitada. Susie continuará a trabalhar incansavelmente para tornar a América grande novamente”, disse Trump em comunicado. “É uma honra merecida ter Susie como a primeira mulher Chefe de Gabinete na história dos Estados Unidos. Não tenho dúvidas de que ela deixará nosso país orgulhoso.”
Trump passou por quatro chefes de gabinete – incluindo um que serviu como interino durante um ano – durante a sua primeira administração, parte da rotatividade recorde de pessoal na sua administração.
Leia mais sobre a cobertura eleitoral do Guardian nos EUA em 2024
Chefes de gabinete bem-sucedidos servem como confidentes do presidente, ajudam a executar a agenda do presidente e a equilibrar prioridades políticas e políticas concorrentes. Eles também tendem a servir como guardiões, ajudando a determinar com quem o presidente passa seu tempo e com quem ele fala – um esforço que Trump irritou dentro da Casa Branca.
O chefe de gabinete é “absolutamente crítico para uma Casa Branca eficaz”, disse Chris Whipple, cujo livro The Gatekeepers detalha como o papel do chefe de gabinete da Casa Branca molda e define uma presidência. “No final das contas o mais importante é dizer ao presidente o que ele não quer ouvir.
“O lado positivo é que ela mostrou que pode administrar Trump, que trabalha com ele e às vezes pode lhe contar verdades duras, e isso é muito importante”, disse Whipple. “O lado negativo é que ela realmente não tem experiência na Casa Branca e não trabalha em Washington há 40 anos. E isso é uma desvantagem real.”
Wiles é uma estrategista republicana de longa data que mora na Flórida e dirigiu as campanhas de Trump no estado em 2016 e 2020. Antes disso, ela dirigiu a campanha de Rick Scott em 2010 para Flórida governador e serviu brevemente como gerente da campanha presidencial de 2012 do ex-governador de Utah Jon Huntsman.
Chris LaCivita, que junto com Wiles atuou como co-gerente da campanha, postou no Twitter/X: “Estou muito feliz e orgulhoso de um dos guerreiros mais ferozes e leais com quem já tive o prazer de trabalhar!!! ”
após a promoção do boletim informativo
Trump referiu-se frequentemente a Wiles durante a campanha, elogiando publicamente a sua liderança no que ele disse que muitas vezes foi a sua “campanha mais bem conduzida”.
“Ela é incrível. Incrível”, disse ele em um comício em Milwaukee no início deste mês.
Num comício na Pensilvânia, onde Trump fez uma das suas últimas aparições antes do dia das eleições, ele lançou um discurso profano e carregado de conspiração. Wiles foi visto fora do palco e parecendo encará-lo.
Mais tarde, num comício em Pittsburgh, Trump pareceu reconhecer os esforços do seu conselheiro para mantê-lo informado.
Depois de reclamar que os homens não podem mais chamar uma mulher de “bonita”, ele perguntou se poderia riscar essa palavra dos registros. “Estou autorizado a fazer isso, não estou, Susan Wiles?” ele refletiu.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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21 horas atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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