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Trump vs Harris: Quem lidera as pesquisas eleitorais nos EUA à medida que a votação se aproxima? | Notícias das Eleições de 2024 nos EUA
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A menos de duas semanas do dia das eleições nos Estados Unidos, as médias das sondagens mostram que os dois principais candidatos presidenciais, Kamala Harris e Donald Trump, estão efectivamente empatados na maioria dos estados decisivos.
Para vencer, um candidato precisa garantir 270 dos 538 votos eleitorais disponíveis. Os votos do Colégio Eleitoral são distribuídos entre os estados de acordo com suas populações relativas.
Quem está na liderança?
De acordo com Rastreador diário de pesquisas eleitorais do FiveThirtyEightna quarta-feira, o vice-presidente Harris liderava as pesquisas nacionais e tinha uma vantagem de 1,9 ponto percentual sobre o ex-presidente Trump.
De acordo com várias sondagens recentes, incluindo uma do The Washington Post publicada na segunda-feira, 47 por cento dos eleitores registados indicaram que votariam definitivamente ou provavelmente em Harris, o candidato do Partido Democrata. A mesma percentagem manifestou apoio a Trump, o candidato do Partido Republicano.
Em contraste, uma pesquisa divulgada pela Reuters/Ipsos na terça-feira mostrou Harris com uma ligeira vantagem sobre Trump, com 46 por cento, em comparação com os 43 por cento de Trump.
O presidente Joe Biden derrotou Trump por 306 votos a 232 no Colégio Eleitoral e teve uma margem de 4% no voto popular. Se a margem de votação nacional estiver mais próxima em 2024, isso é uma boa notícia para Trump – mesmo que ele esteja atrás de Harris. Os candidatos já ganharam a presidência antes, apesar de terem perdido no voto popular – mais recentemente, Trump, em 2016 – mas nunca com uma diferença tão grande como a de 2020.
Em última análise, porém, é o Colégio Eleitoral que determina o vencedor das eleições, e não o voto popular a nível nacional. A maioria dos estados inclina-se fortemente, ou muito claramente, para os republicanos ou democratas.
Sete estados indecisos, também conhecidos como estados de campo de batalha, provavelmente determinarão o resultado das eleições de 2024. Estes são estados onde a disputa é particularmente acirrada.
O que as pesquisas dizem sobre os estados indecisos?
Os sete estados oscilantes são Pensilvânia (19 votos eleitorais), Carolina do Norte (16), Geórgia (16), Michigan (15), Arizona (11), Wisconsin (10) e Nevada (6). Juntos, eles respondem por 93 votos no Colégio Eleitoral.
Mas a média das pesquisas recentes do FiveThirtyEight coloca Harris e Trump dentro da margem de erro das pesquisas em cada um desses sete estados. Enquanto Trump lidera por cerca de um ponto percentual ou um pouco mais na Geórgia, Arizona e Carolina do Norte, os restantes quatro estados – Pensilvânia, Michigan, Wisconsin e Nevada – estão ainda mais próximos, com menos de meio ponto percentual separando o ex-presidente e Harris. Enquanto Trump está ligeiramente à frente na Pensilvânia, Harris está ultrapassando-o em Michigan, Wisconsin e Nevada.
Se as margens mínimas capturadas pelas médias das pesquisas se mantiverem na noite das eleições, Trump é o favorito para vencer. Mas mesmo o menor afastamento dele nestes estados-chave – ou uma subestimação do apoio de Harris nas sondagens – poderia levar a uma vitória do vice-presidente.
Nas eleições presidenciais de 2020, a Geórgia – onde Trump lidera atualmente – passou do vermelho republicano para o azul democrata depois de quase três décadas de votação republicana, e no Arizona – onde Trump também está à frente – os democratas venceram por uma estreita margem de 0,3 pontos percentuais. .
Quão confiáveis são as pesquisas?
As pesquisas eleitorais prevêem como a população poderá votar, pesquisando uma amostra de eleitores. As pesquisas são mais comumente realizadas por telefone ou online. Em alguns casos, é via correio ou pessoalmente.
Os rastreadores de pesquisas, que agregam uma série de pesquisas, são ponderados com base em vários fatores, como o tamanho da amostra da pesquisa, a qualidade do pesquisador, há quanto tempo a pesquisa foi realizada e as metodologias específicas empregadas.
De acordo com um estudo do Pew Research Center, confiança nas pesquisas de opinião pública foi prejudicada por imprecisões em 2016 e 2020. Em ambas as eleições gerais, muitas pesquisas não conseguiram captar com precisão o apoio aos candidatos republicanos, incluindo Trump.
Os pesquisadores erraram novamente nas eleições de meio de mandato de 2022. Só que desta vez subestimaram o apoio aos Democratas e previram uma vitória para os Republicanos, apenas para se provarem errados.
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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre
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21 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.
A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.
O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.
Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.
A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.
A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.
O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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