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Um sem votação começa na Assembléia Nacional

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Um sem votação começa na Assembléia Nacional

Ucrânia no menu de dois debates sem votação: segunda -feira na Assembléia Nacional, terça -feira no Senado

O executivo tenta preparar a opinião francesa para um esforço de guerra sem precedentes. O chefe de Estado reuniu líderes políticos em 21 de fevereiro no Elysée, para evocar um contexto geopolítico perturbado pela fusão de Donald Trump com a Rússia. Dois debates sem votação são organizados: segunda -feira, 3 de março na Assembléia, depois terça -feira no Senado, em “A situação na Ucrânia e segurança na Europa”.

Esses debates assumem uma nova dimensão após a briga entre Donald Trump e Volodymyr Zelensky na sexta -feira na Casa Branca. Na classe política francesa, a onda de indignação que se seguiu não foi suficiente para apertar as fileiras, porque as divisões profundas permanecem quanto à atitude a adotar, tanto em relação a Washington quanto em Moscou e sobre o papel dos europeus.

A reunião na Assembléia deve começar por volta das 17h, com uma declaração de François Bayrou, que deve retomar as propostas feitas no domingo à noite por Emmanuel Macron, após uma reunião em Londres com quinze autoridades européias. O chefe de estado pode contar com o apoio do partido socialista, cujo líder, Olivier Faure, disse na segunda -feira “Conheça perfeitamente” com o que ele oferece. “Bloco com os ucranianos e, no médio prazo, se envolve em uma defesa européia na qual os franceses devem assumir toda a parte, inclusive descansando a questão do guarda -chuva nuclear”resumiu o Sr. Faure.

Mas os desacordos certamente se expressarão. Primeiro de tudo em relação à dissuasão nuclear, que o presidente da manifestação nacional (RN), Marine Le Pen, não deseja “Não compartilhar”. “Seria uma traição nacional”acrescentou na segunda -feira Jordan Bardella, que reafirmou sua hostilidade em relação a uma defesa européia.

No entanto, o RN pode ser colocado na defensiva quanto ao seu posicionamento em direção a Donald Trump e Vladimir Putin. François Hollande assim chamado “Para uma consciência política que deve nos permitir em 2027” Excluir um líder que pode ser amigo dos dois parceiros que estão prontos para Buttre Ucrânia.

Outra divergência é o diálogo com a Rússia. Deputados de LR, Laurent Wauquiez, julgou “Indispensável para falar” Com Vladimir Putin para “Restaure a paz”. Um ponto raro em comum com o número um do Partido Comunista, Fabien Roussel, que não quer “Não deixe Trump e Putin conversarem juntos” et “Sele um acordo nas costas dos europeus”.

Insumise a França deve aproveitar a oportunidade para denunciar, como seu líder, Jean-Luc Mélenchon, o “Servilidade do Atlântico” Líderes europeus que têm “Putin diabolizado” e agora me encontre “Culvable de uma capitulação incondicional (ET) SANS Issue ».

Acusação que, sem dúvida, vai querer se defender do ex -primeiro -ministro e secretário -geral do Renascença, Gabriel Attal, para quem “Os Estados Unidos perderam o direito de afirmar ser líderes mundiais livres”.

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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