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Unesco reconhece Queijo Minas Artesanal como patrimônio imaterial; só a gente sabe!

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A Organização das Nações Unidas para Educação, a Ciência, e a Cultura (Unesco) reconheceu que o jeito de fazer Queijo Minas Artesanal é um patrimônio imaterial da humanidade. Só a gente sabe fazer!

Ao entrar na Lista Representativa do Patrimônio Imaterial da Humanidade, o produto se torna o primeiro alimento brasileiro no ranking. Oficialmente, a produção do Queijo Minas está em 106 municípios de Gerais.

O alimento já é feito há três séculos e deriva do leite cru. O pedido de reconhecimento foi feito pelo Iphan em março de 2023. Agora, a notícia boa chegou e estamos dentro!

Patrimônio Imaterial

A lista de patrimônio imaterial é um conjunto de bens culturais intangíveis que demonstram a diversidade cultural e a importância de se preservar o patrimônio.

Podem ser um conjunto de práticas, conhecimentos, expressões ou até mesmo representações e técnicas que são passadas de geração em geração.

A aprovação do Queijo Minas Artesanal veio durante a 19ª Sessão do Comitê Para a Salvaguarda do Patrimônio Imaterial da Unesco, realizada em Assunção, Paraguai.

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Autoridades comemoram

A ministra da Cultura, Margareth Menezes, comemorou o reconhecimento.

“É uma maneira muito especial de preservar a nossa memória, a sabedoria do nosso povo”, disse em entrevista à EBC.

Já o presidente do Iphan, Leandro Grass, valorizou as mãos responsáveis pela produção do alimento.

“Por trás da história do queijo minas nós temos a história do Brasil e da agricultura familiar.”

Com o reconhecimento, Leandro acredita que é um passo a mais para valorizar o país.

“Um grande viva às comunidades produtoras do queijo artesanal, este alimento que nos traz tantos saberes memórias e a preservação da agricultura familiar.”

O Queijo Minas

O Queijo Minas é um queijo produzido artesanalmente e se destaca foi ter um método de produção cuidadoso e muito tradicional.

A produção normalmente é feita com leite de vaca cru, mas também podem existir variações com leite de cabra.

O alimento pode ser encontrado em duas versões: frescal e curado. O frescal é um pouco mais cremoso, tem textura macia e sabor suave.

Já o curado, é mais intenso e tem um sabor mais forte, devido ao seu tempo de maturação maior.

O Queijo Minas Artesanal tem uma produção muito tradicional e engloba mais de 100 cidades. - Foto: William Dias O Queijo Minas Artesanal tem uma produção muito tradicional e engloba mais de 100 cidades. – Foto: William Dias



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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre

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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre

A professora do campus Floresta, Maria Cristina de Souza, que também é curadora do Herbário em Cruzeiro do Sul, esteve, de 9 a 15 de abril, no Museu de História Natural de Paris, representando a Ufac. Ela conduziu, em francês, conferência sobre a diversidade e a riqueza da região do Alto Juruá e realizou visita técnica, atualizando amostras das coleções de palmeiras (Arecaceae) do gênero Geonoma. As atividades tiveram apoio dos pesquisadores Marc Jeanson, Florent Martos e Marc Pignal.

 



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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.

O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.

A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.

“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.

 



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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

O Herbário do Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac realizou cerimônia para formalizar o recebimento da coleção ficológica da Dr.ª Rosélia Marques Lopes, que consiste em 701 lotes de amostras de algas preservadas em meio líquido. O acervo é fruto de um trabalho de coleta iniciado em 1981, cobrindo ecossistemas de águas paradas (lênticos) e correntes (lóticos) da região. O evento ocorreu em 9 de abril, no PZ, campus-sede.

A doação da coleção, que representa um mapeamento pioneiro da flora aquática do Acre, foi um acordo entre a ex-curadora do Herbário, professora Almecina Balbino, e Rosélia, visando deixar o legado de estudos da biodiversidade em solo acreano. Os dados da coleção estão sendo informatizados e em breve estarão disponíveis para consulta na plataforma do Jardim Botânico, sistema Jabot e na Rede Nacional de Herbários.

Professora titular aposentada da Ufac, Rosélia se tornou referência no Estado em limnologia e taxonomia de fitoplâncton. Ela possui graduação pela Ufac em 1980, mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo.

Também estiveram presentes na solenidade a curadora do Herbário, Júlia Gomes da Silva; o diretor do PZ, Harley Araújo da Silva; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima de Souza; e o ex-curador Evandro José Linhares Ferreira.

 



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