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VOCÊ NÃO VAI GOSTAR DISSO – Autoentusiastas

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Veja que eu disse “no mercado de luxo” e não no mercado de automóveis. E isso muda toda a abordagem da empresa.

Assim, após décadas e várias tentativas de melhorar a viabilidade da marca, uma nova era está se iniciando para a Jaguar com uma transformação profunda. Essa reimaginação resgata a visão de seu fundador, Sir William Lyons, que defendia que “um Jaguar não deve ser cópia de nada”. Esse ethos de originalidade é a essência do conceito Exuberant Modernism, a filosofia criativa que define o futuro da marca. Trata-se de uma abordagem ousada, com designs inesperados e pensamento único, criando um caráter que cativa pela criatividade destemida e pela sofisticação.

“Copy nothing”, não copie nada (foto: divulgação Jaguar)

“Um Jaguar não deve ser cópia de nada.”
Sir William Lyons, criador da Jaguar

A transformação da Jaguar vai além da estética, conectando-se profundamente ao conceito de luxo moderno. A marca foi recriada para unir tradição e inovação, preservando os valores que a tornaram icônica, enquanto se projeta para uma nova geração de admiradores. Não se trata apenas de criatividade; é um compromisso de enriquecer as vidas de seus clientes e da comunidade, oferecendo experiências que traduzem exclusividade e autenticidade.

A nova identidade visual lançada hoje marca esse renascimento com quatro símbolos que refletem os valores da Jaguar e oferecem pistas do que está por vir.

“Live vivid”, viva intensamente (foto: divulgação Jaguar)

Esse esforço de transformação foi conduzido internamente, rompendo com as regras tradicionais de branding, em quatro símbolos-chave de mudança que marcam o início de uma nova era e serão integrados ao novo conceito de forma marcante.

“Device mark”, o novo logotipo que deve acompanhar os carros (foto: Divulgação Jaguar)

O logotipo Device Mark combina formas geométricas com uma fusão harmoniosa de letras maiúsculas e minúsculas, celebrando o modernismo com simplicidade e simetria. Um traço gráfico ousado corta a uniformidade, criando uma presença inconfundível e impactante.

“Maker’s Mark”, marca do fabricante. O novo leaper (jaguar saltante) apresenta o padrão “Strikethrough”, um traçado que complementa o design ao fundo do símbolo (foto: Divulgação Jaguar)

Embora muitos elementos históricos tenham sido descartados, o icônico símbolo do leaping cat, ou leaper (jaguar saltando), foi renovado como o Maker’s Mark (marca do fabricante). Agora, o leaper aparece saltando para a direita, emoldurado pelo padrão Strikethrough (traçado que complementa o design ao fundo do símbolo) , servindo como um elo visual entre o passado e o futuro da marca, simbolizando excelência, movimento e avanço contínuo.

O padrão Strikethrough é descrito como uma fusão entre a estética de uma instalação de Donald Judd e a icônica identidade da IBM de Paul Rand, transformando-se em uma releitura estilizada de uma grade automobilística, do radiador— elemento cada vez mais dispensável nos modelos elétricos.

“Artist mark”, a marca do artista (foto: Divulgação Jaguar)

Já o novo monograma, ou Artist Mark (marca do artista), formado por dois “J”s entrelaçados num desenho circular, é um detalhe pensado para enriquecer elementos como o volante ou até o cubo das rodas, substituindo o icônico growler (jaguar rosnando). Como se fosse o “brasão do artista”.

E o último elemento definidor desse novo posicionamento são as cores vibrantes inspiradas na paleta de um pintor, que refletem a conexão da Jaguar com o universo artístico.

Create exuberant, crie o exuberante (foto: Divulgação Jaguar)

Essa transformação culminará em uma grande revelação no próximo dia 2 de dezembro, durante a Miami Art Week. Nesta ocasião, a Jaguar apresentará Copy Nothing, uma instalação global que será a expressão física de sua filosofia de Exuberant Modernism.

O evento incluirá a estreia do Design Vision Concept, um ousado carro-conceito, oferecendo uma visão dramática, inesperada e inconfundível do que significa “cópia de nada”. Esse modelo abrirá caminho para até três novos modelos, todos utilizando uma plataforma elétrica especialmente desenvolvida que prioriza espaço, desempenho e muito luxo. Abandonando slogans históricos, a Jaguar agora coloca sua identidade e visão de marca no centro, redefinindo o que significa ser um ícone contemporâneo.

“A Jaguar passa a ser uma marca de luxo moderno e não uma marca de carros.”

A presença da Jaguar em Miami reafirmará seu papel como promotora da expressão artística em todas as suas formas, dividindo espaço com novos talentos criativos e artistas emergentes que compartilham seu ethos de originalidade, reforçando a conexão entre design, arte e inovação.

A Jaguar inicia, assim, um novo capítulo audacioso. Sua transformação redefine a marca como um símbolo de coragem, criatividade e exclusividade, unindo passado e futuro. Mais do que carros, a nova Jaguar entrega experiências que evocam emoção, autenticidade e desejo.

O novo Jaguar

A revista britânica Autocar publicou no na semana passada as primeiras imagens e algumas informações do super-GT elétrico da Jaguar para 2026. O protótipo do rival elétrico da Porsche Taycan, segundo a revista, com preço estimado em £ 100 mil (R$ 731 mil na conversão direta), oferece um aguardado primeiro vislumbre da nova linguagem de design da Jaguar.

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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