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Wendy Williams Deemed ‘Permanently Incapacitated’ from Dementia: Guardian

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Wendy Williams’ ongoing battle with early-onset dementia has advanced, according to her court-appointed guardian.

In new documents obtained by PEOPLE, Sabrina E. Morrissey, the former talk show host’s court-appointed guardian, claimed that Williams has become “cognitively impaired, permanently disabled and legally incapacitated.”

The update on Williams’ health comes amid Morrissey’s ongoing legal battle with A&E Television Networks, Lifetime Entertainment and other affiliates involved with the release of Where Is Wendy Williams?, a docuseries about television personality’s guardianship, health diagnoses and life after The Wendy Williams Show.

Evan Falk/Shutterstock


“This case arises from the brutally calculated, deliberate actions of powerful and cravenly opportunistic media companies working together with a producer to knowingly exploit [Williams],” the documents read, referencing her frontotemporal dementia diagnosis. “FTD is a progressive disease, meaning that there is no cure and the symptoms only get worse over time.”

The filing alleged that the media companies behind the series “filmed without a valid contract and released without Guardian’s consent.” It also claims that Williams was in a “highly vulnerable” state and she was “clearly incapable of consenting to being filmed, much less humiliated and exploited.”

Morrissey is asking the court approve “narrowly applied redactions” to certain portions of the ongoing lawsuit involving her “health, familial relationships and finances” in order to protect the TV host’s “privacy and dignity.”

Wendy Williams.
Getty Images

Williams’ court-ordered guardianship first began in April 2022 following Williams’ ongoing health issues with Graves’ disease, lymphedema and alcohol abuse. She was later placed in a care facility, with alleged limited contact to her family.

In February, Williams’ medical care team revealed the 60-year-old television personality had been diagnosed with progressive aphasia and frontotemporal dementia (FTD). According to a press release at the time, she received her diagnosis in 2023 and her medical team said the conditions “have already presented significant hurdles in Wendy’s life.”

“Wendy is still able to do many things for herself,” the team said in a statement. “Most importantly she maintains her trademark sense of humor and is receiving the care she requires to make sure she is protected and that her needs are addressed. She is appreciative of the many kind thoughts and good wishes being sent her way.”

Wendy Williams on ‘Where Is Wendy Williams?’.

 Lifetime


Williams spoke out later that day in a statement to PEOPLE, saying she has “immense gratitude for the love and kind words I have received after sharing my diagnosis.”

“Let me say, wow! Your response has been overwhelming. The messages shared with me have touched me, reminding me of the power of unity and the need for compassion,” she said. “I hope that others with FTD may benefit from my story … I continue to need personal space and peace to thrive. Please just know that your positivity and encouragement are deeply appreciated.”

The same day her diagnosis was released, Morrissey filed a lawsuit against Lifetime’s parent company A&E Television Networks, seeking to halt the release of the documentary. That effort was eventually denied by an appeals court, after which Lifetime confirmed in a statement to PEOPLE that “the documentary Where Is Wendy Williams? will air this weekend as planned.”

Around that time, Williams’ sister Wanda Finnie told PEOPLE that she wasn’t made aware of Williams’ diagnosis after she was placed in a facility to be treated for cognitive issues. Finnie stated that the family hadn’t received information on Williams’ diagnosis since the fall of 2021 when the star spent time in Florida with family.

Wendy Williams.

Calvin Gayle


The family also alleged that Morrissey is the only person who currently has unfettered access to her.

“How did she go from this aunt or sister that we love and is healthy one minute to this person who’s in and out of the hospital?” Finnie asked. “How is that system better than the system the family could put in place? I don’t know. I do know that this system is broken. I hope that at some point, Wendy becomes strong enough where she can speak on her own behalf.”

Morrissey has not commented on the family’s allegations, despite PEOPLE’s multiple requests for comment.

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In August, Williams was spotted out for the first time with her son, Kevin Hunt Jr. — whom she shares with ex-husband Kevin Hunter — at the holistic store Bolingo Balance in Newark, N.J.

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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