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‘Landman’ star Billy Bob Thornton says Demi Moore, Bruce Willis are ‘like family’ as actor battles dementia
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2 anos atrásem
From a Montana ranch to West Texas oil rigs, “Yellowstone” fans are in for a treat, as director Taylor Sheridan is set to premiere his next project, “Landman.”
While Billy Bob Thornton shared the screen again with Demi Moore, the Hollywood actor told Fox News Digital he’s maintained a good relationship with his co-star and her family throughout the years — including ex-husband Bruce Willis.
“She’s always been a sweetheart,” Thornton said of Moore. “She was so nice to me when I first met her, when I only had two scenes in a movie she was starring in, and she’s just as sweet today as she was then.”
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Thornton shared the challenges he faced when filming in Texas for “Landman.”
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Thornton, 69, and Moore, 62, starred together in the 1993 film, “Indecent Proposal.” He additionally worked with Willis in the 2001 comedy-drama, “Bandits,” along with “The Astronaut Farmer” and “Armageddon.”
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Bruce Willis and Billy Bob Thornton starred together in “The Astronaut Farmer,” “Bandits,” and “Armageddon.”
“I’ve always been very close with Bruce,” Thornton said. “Bruce and I did three movies together… Demi used to bring the kids to visit the set all the time. So, I’ve known them like family for a long time… she’s awesome.”
Demi Moore attends the “Landman” premiere at Paramount Studios on November 12, 2024, in Los Angeles, California.
Willis and his ex-wife Moore share three daughters together — Rumer, Scout and Tallulah.
In March 2022, it was announced that Willis would be “stepping away” from his acting career due to an aphasia diagnosis. It was later announced that he had been diagnosed with frontotemporal dementia or FTD.
(L-R) Rumer Willis, Demi Moore, Bruce Willis, Scout Willis, Emma Heming Willis and Tallulah Willis.
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While at the “Landman” premiere, Thornton told Fox News Digital about the challenges he faced when filming in Texas for the show.
“We started in extreme cold, and we were freezing to death the first couple of months. Even inside, because you can’t run heaters while you’re shooting,” Thornton explained.
“By the time we’re done, it was boiling heat. Now, boiling heat is not that bad… I grew up in Arkansas… but I’ve been in California since 1980. So, my blood is very thin now.,” he said with a smile.
WATCH: ‘LANDMAN’ STAR BILLY BOB THORNTON SAYS DEMI MOORE, BRUCE WILLIS AND KIDS ARE ‘LIKE FAMILY’ TO HIM
“When you’re trying to deliver a three-page monologue in 100-degree heat, and you feel like you might just pass out any minute, it ain’t easy. But I can’t complain. I mean… I provide a living for my family by doing something that I love… I work with people that I love and adore. So, no complaints.”
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Sheridan’s new show, “Landman,” is set in the heart of West Texas and focuses on roughnecks and wildcat billionaires attempting to get rich quick in the oil business as oil rigs begin to dominate the Lone Star State. The drama series is based on the popular 11-part podcast, “Boomtown.”
“Landman” actress Michelle Randolph told Fox News Digital that she, Moore, Thornton and other cast members “all became a family.”
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(L-R) Paulina Chavez, Michelle Randolph, Billy Bob Thornton, Demi Moore and Ali Larter arrive for the Los Angeles Premiere of Paramount+’s television series “Landman.”
WATCH: ‘LANDMAN’ ACTRESS MICHELLE RANDOLPH ON WORKING WITH DEMI MOORE, BILLY BOB THORNTON
“They are the greats for a reason,” she said of Moore and Thornton. “They care so much. They’ve been in this business for so long because they genuinely love it. They’re passionate, and I just felt inspired by them every time I worked with them.”
Randolph went on to describe her “Landman” experience as “special.”
“We really all became a family… You’re stuck in Texas for five months with people who you’re… seeing at like all hours of the day and all emotional… You’re just experiencing so much with so many people. It was really special.”
The Paramount+ series “Landman” premieres Nov. 16.
Original article source: ‘Landman’ star Billy Bob Thornton says Demi Moore, Bruce Willis are ‘like family’ as actor battles dementia
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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