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What’s up with Jim Carrey?

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You may, or may not, be planning on seeing the third film in the Sonic the Hedgehog franchise when it is released this Christmas, but whether or not your taste for CGI pugnacious animals encompasses this latest cash-in for the Nintendo character, the presence of Jim Carrey should provide some distraction. Carrey is playing the villainous Dr. Robotnik for the third time, and has been offering some amusingly candid comments in interviews about his decision to return to the role. He announced that he came back to this film’s universe for two reasons, “first of all, I get to play a genius, which is a bit of a stretch” and “I bought a lot of stuff, and I need the money, frankly.”  

Many actors have taken on similarly demeaning roles, especially in the new glut of superhero and comic-book content, and few have been quite so candid about their financial reasons for their decisions. Yet Carrey, now sixty-two, is one of the more unusual actors in Hollywood. Since he broke through in 1994 with Ace Ventura: Pet Detective, he initially had a Robin Williams-esque trajectory, in which he moved from full-on comic roles as Ace Ventura and the imbecilic Lloyd in Dumb and Dumber to acclaimed dramatic parts in the much-loved likes of The Truman Show, Eternal Sunshine of the Spotless Mind and, especially, Man on the Moon, in which Carrey did not so much embody the late comedian Andy Kaufman as disappear into his persona and soul onscreen, to both entertaining and disturbing effect.  

Audiences may have expected, as with Williams, that Carrey would soon move into elder statesman territory, and that Oscars and other awards would subsequently follow. Certainly, his fine, subtle work in Eternal Sunshine deserved greater recognition from the Academy than it received, and his astonishingly versatile performance as the conman Steven Jay Russell in the black comedy I Love You Philip Morris remains a career highpoint. Just as the commercially unsuccessful but oddly fascinating The Cable Guy indicated that Carrey’s unique style of humor is most effective when the darkness is allowed free rein, his performance as Russell — a closeted homosexual who becomes a serial prison escapee — was both hilarious and chilling, suggesting that he was releasing something primal on screen.  

Yet since then, Carrey’s career has taken a dive. His semi-autobiographical Showtime series Kidding aside, you would struggle to find any particularly interesting or challenging work on his résumé since I Love You Philip Morris, and Carrey has been relatively open about his lack of interest in acting, preferring a career in painting instead. He released a brief documentary I Needed Color in 2017, which led some to wonder if this was some kind of elaborate performance art spoof, but apparently his interest in painting is deeply held and sincere. 

Instead, he has explored other, more esoteric territory when it comes to blurring the boundaries between Jim Carrey the performer and Jim Carrey the “real’ person. The documentary Jim & Andy: The Great Beyond delved into the extent of his preparations to play Kaufman, and suggested that, if anything, the actor had gone so far into the Method that while Kaufman’s friends and family were delighted to be reunited with the late comedian once again, those around Carrey were mystified as to where he had disappeared to. And a semi-autobiographical 2020 novel, Memoirs and Misinformation, which he co-wrote with Dana Vachon, played around with ideas of the self, celebrity and split personae. It attracted warm, if faintly bemused, reviews, and seemed to suggest that Carrey was making peace with being one of the more unusual figures in contemporary Hollywood.  

His lucrative, if artistically unfulfilling, commitments to Sonic the Hedgehog might, therefore, be viewed as some strange piece of metatextual art, the sort of thing that Kaufman might have done if he had lived. Alternatively, actors need to make a living, and an undemanding role in a special effects-driven blockbuster will allow him the freedom to pursue other, more interesting projects in the future, or simply to retire. Yet it’s hard not to feel that, now that Carrey has shown the world how interesting an actor he can be, he has retreated deep into an unchallenging comfort zone. Let us hope that something sufficiently interesting emerges in the near future, so that he can extricate himself from it.  

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Josimar Ferreira inicia gestão de 4 anos como reitor da Ufac — Universidade Federal do Acre

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Josimar Ferreira inicia gestão de 4 anos como reitor da Ufac-reitor-e-vice.jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com os novos pró-reitores da administração superior para marcar o início da gestão do quadriênio 2026-2030 e tratar das primeiras ações e prioridades a serem tomadas na universidade. O encontro ocorreu nesta quarta-feira, 12, na Reitoria, campus-sede. A sessão solene pública de transmissão de cargo da Reitoria será realizada na sexta-feira, 21, às 17h, no Teatro Universitário.

Josimar afirmou que a eficiência na aplicação dos recursos e a austeridade estarão entre os princípios da gestão. Hoje ele também se reúne com as equipes das áreas de planejamento e administração para avaliar o orçamento disponível para execução das atividades até o fim do ano. “Esse é um princípio que adotamos desde o primeiro dia”, afirmou.

Entre as primeiras medidas anunciadas está a retomada das reuniões presenciais dos conselhos universitários. Segundo o reitor, a mudança será implementada já nesta primeira semana de gestão.

Outra ação prevista é a criação de uma nova pró-reitoria, voltada a ações afirmativas, equidade, gênero e inclusão. De acordo com Josimar, a proposta é colocar essas políticas no centro da estrutura administrativa da universidade e ampliar sua atuação nas políticas acadêmicas.

A nova gestão também dará continuidade ao processo de realização do vestibular do curso de Medicina. O reitor informou que a Ufac já garantiu recursos e iniciará a fase de contratação da empresa responsável pelo certame. A previsão é que as provas sejam aplicadas nas cinco regionais do Acre, com manutenção do bônus regional.

A interiorização também está entre as prioridades apresentadas. A gestão pretende iniciar discussões sobre a ampliação da presença permanente da universidade no interior, incluindo a regional do Purus, em Sena Madureira, e a região de Tarauacá e Envira.

Josimar destacou ainda a intenção de ampliar a aproximação da Ufac com diferentes setores da sociedade. “Queremos aproximar a relação com a sociedade, com o serviço, com o comércio, com a indústria, e com isso fortalecer o nosso tripé, o ensino, a pesquisa e a extensão.”

Integram a nova administração superior a vice-reitora Almecina Balbino; a pró-reitora de Graduação, Danila Torres; o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro; a pró-reitora de Assuntos Estudantis, Aline Nicolli; o pró-reitor de Planejamento, Edcarlos Souza; o pró-reitor de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Thiago Lima; e o pró-reitor de Administração, Tone Roca.

 



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Proaes lança plataforma para cadastro da assistência estudantil — Universidade Federal do Acre

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Proaes lança plataforma para cadastro da assistência estudantil-i.jpg

A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes), da Ufac, oficializou o lançamento do Cadastro da Assistência Estudantil (Caes) nessa terça-feira, 11. A nova plataforma digital foi desenvolvida para reformular o processo de seleção de bolsas e auxílios financeiros da instituição, com o objetivo de reduzir a burocracia, otimizar o fluxo socioeconômico e ampliar o acesso dos acadêmicos aos programas de permanência universitária.

A plataforma já está disponível para acesso e o preenchimento do cadastro poderá ser realizado ao longo do ano de 2026. A transição completa do fluxo de seleção para o novo ambiente digital será concluída para ter validade nos editais previstos para o ano letivo de 2027.

O sistema apresenta interface que se adapta, permitindo o preenchimento e acompanhamento das etapas diretamente por dispositivos móveis, como celulares e tablets. Outra mudança estrutural do Caes é a otimização do formulário socioeconômico, que teve sua extensão reduzida de 14 para 9 páginas. O documento passa a ser pré-preenchido de forma automática com dados cadastrais já existentes nas bases de dados integradas da Ufac, evitando a inserção repetitiva de informações pessoais pelos discentes.

O modelo operacional introduz a aprovação prévia do cadastro socioeconômico, que terá validade mínima de dois anos. Com a homologação efetuada pela equipe de assistentes sociais da Proaes, o estudante integrará um banco de dados unificado, ficando apto a diferentes modalidades de auxílios e bolsas por meio de uma manifestação de interesse digital, sem a necessidade de reapresentar a documentação completa a cada novo edital lançado. Apenas modalidades específicas que demandem comprovações complementares, como o auxílio-creche, exigirão anexos pontuais.

O desenvolvimento da ferramenta durou aproximadamente dez meses e foi viabilizado por uma cooperação técnica entre a Proaes, o projeto WebAcademy, sob coordenação do professor Daricélio Moreira, o Núcleo de Tecnologia da Informação e o corpo de assistentes sociais da universidade, que atuaram na especificação das regras de negócio do software. Três acadêmicos selecionados via edital atuaram diretamente na programação e construção do sistema.

“O Cadastro da Assistência Estudantil vai trazer uma redução na burocracia e a possibilidade de melhorar o acesso dos estudantes aos benefícios da Proaes”, disse o pró-reitor de Assuntos Estudantis, Isaac Dayan. “Temos vários aspectos que ajudam o estudante a ter uma melhor experiência na hora de concorrer, como uma interface intuitiva e a redução da quantidade de páginas do formulário. Acreditamos que será um grande avanço na política de assistência estudantil.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Brinquedoteca da Ufac oferece atividades lúdico-pedagógicas — Universidade Federal do Acre

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Brinquedoteca da Ufac oferece atividades lúdico-pedagógicas-c.jpg

A Brinquedoteca da Ufac, inaugurada em 11 de fevereiro de 2016, localizada no Bloco Multidisciplinar, campus-sede, funciona como um Laboratório Pedagógico de Ensino, Pesquisa e Extensão para os cursos de licenciatura da instituição, tendo o jogo e as brincadeiras como elementos centrais do desenvolvimento infantil.

Atendendo crianças de 3 a 10 anos, o espaço contempla as comunidades interna e externa. O horário de funcionamento regular é de segunda a sexta-feira, no turno vespertino, das 13h30 às 17h30. No período matutino, o funcionamento depende da programação, que é divulgada previamente.

Entre as atividades desenvolvidas, estão: desenho e pintura (com tinta, lápis de cor e giz de cera); jogos teatrais e de tabuleiro; dança e confecção de brinquedos; contação de histórias e sessões de cinema com pipoca. Durante os eventos, o uso de smartphones é proibido.

Desde 2025, o espaço conta com o projeto de extensão Brincarte, coordenado pela professora Giane Lucélia Grotti, visando desenvolver, no Laboratório da Brinquedoteca, um ambiente de interação e socialização, estimulando habilidades sociais e culturais por meio de atividades lúdicas, e contribuir para o desenvolvimento integral da criança.

O campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, também conta com uma brinquedoteca, inaugurada em 2025 e coordenada pela professora Adma de Oliveira Martins, com funcionamento de manhã e à tarde, atendendo crianças de 4 a 11 anos.

Confira mais informações sobre a Brinquedoteca da Ufac

 



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