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Why Ian Harding Doesn’t Decorate for Christmas Until December 23

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Ian Harding.
Hallmark Media

Ian Harding is the star of not one but two holiday projects this season — but when it comes to celebrating at home, he’s not eager to decorate.

“I’m not big on lights outside,” Harding, 38, exclusively told Us Weekly while promoting his Hallmark+ series, Holidazed, and Netflix’s Our Little Secret.

The actor explained that the possibility of outdoor lights leading to an “electrical fire problem” factors into his resistance to the tradition. “At least that’s the paranoid part of me,” Harding said with a laugh.

“But [I’m] big on indoor wreaths and bells. I like that,” he said of his decoration style, noting it “drives our dogs nuts.” Harding and his wife, Sophie Hart, have two dogs, Mochi and Bailey. They also have a son, whom they welcomed in 2022.

Mean Girls Superfan Ian Harding Jumped at Chance to Act With Lindsay Lohan in Our Little Secret

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Getty Images (2) Self-proclaimed Mean Girls superfan Ian Harding geeked out over the opportunity to work with Lindsay Lohan on Netflix’s Our Little Secret. “I just got this audition, and I was like, ‘Oh, it’s Lindsay Lohan,’” Harding, 38, exclusively told Us Weekly while promoting the holiday rom-com that premieres on Wednesday, November 27. Harding […]

Despite being an indoor Christmas fan, Harding confessed his decorations “usually come out right around, like, the 23rd” of December. “We just have so much going on that we’re like, ‘Oh my God! Christmas is next week. Oh, OK,’” he teased. “And then we decorate.”

Harding’s holiday home décor isn’t the only thing he’s still trying to perfect. The Pretty Little Liars alum told Us that he hasn’t decided what Christmas classics he’ll show his son after watching some odd ones as a kid.

“I don’t know what this says about our family. We liked a good rich drama on Christmas Eve,” he laughed. “And so for years my family, we would watch the Christmas Carol with George C. Scott, which is so heavy and in some cases truly terrifying.”

Harding teased, “I don’t know what my dad was thinking” when he put on the 1984 version of the iconic film. “He was like, ‘It’s good, it’ll enrich your soul or whatever,’” he recalled, noting, “There were parts of it [that were].”

Other parts, however, haunted him. “I knew if we got to the part where, like, the guy opens his coat, and it’s got the two malnourished little children. I mean, I was not sleeping that night,” Harding confessed. “And not because I was waiting for Santa.”

The actor explained that after watching A Christmas Carol with his wife one time, they realized they didn’t want to keep up that tradition. “We haven’t really returned to that,” he said.

Why Ian Harding Doesn t Decorate for Christmas Until December 23 — And Is Anti Lights 559
Hallmark Media

Harding is thinking about watching 1992’s The Muppets Christmas Carol instead. “Now that I have a child, let’s do the Muppets as opposed to heavy English period drama,” he told Us.

While Harding is used to a darker take on the holidays, he recalled watching Hallmark movies as well. “It’s funny that we’ve now come full circle,” he said, referring to his role in Hallmark+’s Holidazed.

Harding plays Josh Hill in the holiday series, which released the first two episodes on November 14. New episodes drop every Thursday.

“It’s set basically in a cul-de-sac [with] a bunch of different families,” Harding told Us of the premise. “And they’re sort of interlocking stories, and everybody is sort of dealing with Christmas and both the highs and the lows that comes with that holiday season together.”

He teased, “My character, I’ve come back to see my family. It was supposed to be sort of a quick trip, and I have, not an ulterior motive, but there’s more than one reason that I’m coming back.”

Harding added: “Then through some shenanigans, maybe even my own incompetence, I end up needing to stay for various, dare I say, legal reasons. Hilarity and potential romance ensue.”

In addition to his Holidazed performance, Harding stars in Netflix’s Our Little Secret with Lindsay Lohan.

In the film, which premiered on Wednesday, November 27, Harding plays Logan, who pretends not to know Lohan’s Avery, despite dating for years in the past. When the exes are forced together for Christmas while dating siblings, they become each other’s allies.

Why Ian Harding Doesn t Decorate for Christmas Until December 23 — And Is Anti Lights 557
Bob Mahoney/Netflix

“I think they just get each other. Even years later, like, small little details that are in the scripts, [show that connection],” Harding said of their character dynamic. “They have to go cut down a Christmas tree together. And he just remembers this coffee thing [she likes].”

He explained that Avery “never thinks she’s going to be cold, and yet she’s always cold,” so Logan brings a jacket to the tree lot.

“I think he just knows her and maybe she doesn’t wanna admit this, but she knows him,” Harding teased, hinting that they are “bound” to catch feelings again, but he added that fans have to “tune in” to see if they actually rekindle their romance.

Holidazed is currently streaming on Hallmark+ and Our Little Secret is available to watch on Netflix.

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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