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A crítica da franquia – A sátira do super-herói de Armando Iannucci é salva apenas por uma estrela de destaque | Televisão e rádio
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2 anos atrásem
Lucy Mangan
EUÉ uma estranha verdade que, para satirizar algo de forma eficaz, você tenha que amá-lo – pelo menos um pouco. Você tem que ver isso de uma forma geral e entender não apenas onde ele falha, mas onde ele tem sucesso, e por que algumas pessoas gostam dele enquanto outras o detestam. A boa sátira não vem da indiferença: vem da decepção, da raiva e do desejo de mostrar não apenas como as coisas falham, mas como poderiam ser melhores.
Jonathan Swift escreveu sobre pessoas comendo bebês porque estava furioso. Jane Austen olhou para a situação das mulheres georgianas e revelou todas as suas misérias através do riso. Saltando ao longo de alguns séculos, pessoas como Sim, Ministro, Sim, Primeiro Ministro e Spitting Image espetaram políticos, funcionários públicos e figuras culturais porque pensaram que a vida poderia ser menos um pesadelo. The Thick of It, Veep e Succession dão continuidade a essa grande tradição.
A Franquia, por outro lado – e apesar de sua equipe criativa ser em grande parte formada por aqueles que estão por trás daquela última sagrada trindade – parece formada por pessoas muito mais cansadas, movidas por objetivos menos nobres. Segue-se a filmagem de um filme de super-heróis de segundo ou terceiro nível da Maximum Studios (Marvel em tudo, exceto no nome) e todo o caos que isso envolve. E, ao longo de seus oito episódios, cobre todo o caos que pode haver na produção de um filme de gênero.
Há o diretor de autor, Eric (Daniel Brühl), trazido para a seriedade, cujas neuroses sobre lenços internos e propensão para mudanças de roteiro de última hora atrapalham incessantemente o trabalho, auxiliado por sua devotada ala, Steph (Jessica Hynes). Há o sitiado primeiro assistente de direção, Dan (Himesh Patel, fazendo muito para humanizar a série, que de outra forma é cheia de cifras em vez de personagens). Ele está dirigindo junto com todo o resto, inclusive tentando manter a história canônica enquanto permanece do lado certo da nova produtora, Anita (Aya Cash), que por acaso é sua ex-namorada. Tem o executivo Pat (Darren Goldstein), exigindo reescritas quando, por exemplo, o estúdio decide que tem “um problema de mulher” e precisa reforçar a parte feminina. Isso é feito dando a ela um Stick de Potência Máxima. Pat aprova: “Boas palavras”.
Há também o famoso ator de teatro Peter (Richard E Grant, se divertindo muito), pelo dinheiro e pelas oportunidades que isso lhe dá de mexer com o inseguro líder, Adam (Billy Magnussen). Além disso, há filmagens noturnas, acrobacias complicadas com uma chance de sucesso, requisitos de colocação de produtos, políticas de estúdio, participações especiais de estrelas maiores para negociar e membros vitais da equipe desmoronando gradualmente.
Depois do piloto, durante o qual eu não apenas não ri, mas também não consegui ver nenhum lugar onde deveria rir (exceto quando Dan conta a piada clássica e perfeita sobre o escavador de esterco no circo), há algumas coisas boas – se nunca ótimo – linhas e imagens espalhadas. A cena sobre um transplante fecal que é simplesmente uma longa caminhada até a linha “Você pode me fazer um favor?” merece reconhecimento. Assim como quase tudo o que é dito por Lolly Adefope (como o despreocupado e encantadoramente devastador terceiro assistente de direção, Dag), que pode dar um toque cômico ridiculamente eficaz a qualquer coisa e é muito necessário aqui.
Mas é principalmente uma cansativa litania de dificuldades e fracassos. Além da piada de circo e dos apelos ocasionais de Dan para permanecer fiel ao material de origem, não há nenhum sentimento de amor pela arte ou pelo ofício em que todos estão envolvidos. Os criadores de The Franchise parecem considerar o empreendimento com tanto desprezo quanto Peter, Anita ou Dag fazem (“Você já pensou: ‘Estou matando o cinema’? E se isso não for uma fábrica de sonhos? E se for um matadouro?”).
Torna-se cada vez mais repetitivo e desanimador, principalmente porque há tão pouco desenvolvimento nas relações entre os personagens. Eles permanecem simplesmente como engrenagens da poderosa máquina de estúdio. Nada se fala muito sobre a história de Dan e Anita. Steph se apaixona por um “amor estressante” por um dos atores menores, mas isso não leva a lugar nenhum emocionalmente. Não há tempo de inatividade para relaxar ou aproveitar um momento do sucesso de Dan em apagar um (ou 100) incêndios. A experiência geral é, ironicamente, parecida com a de assistir a um filme de super-herói de segundo ou terceiro nível. Ruído e fúria implacáveis significando, no final, não o suficiente.
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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre
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14 horas atrásem
19 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.
A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.
O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.
A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.
A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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17 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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