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Anúncio de Zuckerberg comprova o declínio da cultura woke – 07/01/2025 – Tec

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Em 2017, o engenheiro do Google James Demore publicou um memorando interno com a sua opinião sobre os motivos da menor presença de mulheres entre os programadores. Dias depois, foi demitido pelo Google.

Esse episódio é considerado o marco de início da cultura woke, ou identitária, a onda de exibicionismo moral e de intolerância supostamente em defesa de minorias e grupos discriminados.

Agora parece que temos um marco do declínio da cultura woke: o anúncio de Mark Zuckerberg de que o Facebook e o Instagram vão aderir às notas de comunidade e garantir liberdade de expressão de opiniões políticas ou sobre gênero.

Demorou um bocado, mas Zuckerberg falou verdades. Está certíssimo ao se livrar das agências de fact-checking, que ganharam o nome de “left-checking”, por se concentrarem nas mentiras da direita e passarem pano para as da esquerda.

O viés das agências de checagem estava acumulando esqueletos no armário da Meta. O principal deles foi o caso da reportagem do New York Post sobre o laptop de Hunter Biden. A matéria foi tratada como desinformação e censurada pelo Facebook e Twitter, mas investigações posteriores confirmaram o que dizia.

Além disso, o X mostrou que as notas de comunidade prestam um serviço de checagem custando muito menos. Um estudo publicado em abril pelo Journal of the American Medical Association concluiu que as notas de comunidade do X funcionam bem para conter a desinformação sobre a vacinação contra Covid: 93% delas citam fontes com boa credibilidade.

Vi comentaristas do UOL e da GloboNews dizendo que Zuckerberg “se ajoelhou a Trump” e que defende redes sociais “sem nenhum tipo de freio, limite ou regulação”. Bobagem.

Zuckerberg sabe muito bem que redes sociais sem moderação seriam um inferno. YouTube, Twitter e Meta quebram a cabeça para manter suas redes como ambientes minimamente saudáveis. Removem ou desfavorecem milhões de publicações violentas, racistas, pornográficas e com conteúdos tóxicos, como as que ensinam adolescentes a se mutilar.

O dono da Meta deixou claro que se orgulha da atenção que dá a conteúdos perigosos sobre “drogas, terrorismo, exploração de crianças”. O que vai deixar de fazer é restringir opiniões sobre imigração ou gênero “que estão fora de sintonia com o discurso predominante”.

Mais uma vez, está certíssimo. Nos últimos anos, ativistas criaram uma oposição entre minorias discriminadas e a liberdade de expressão. Venderam a ideia de que discordar do movimento negro, gay trans ou feminista equivale a ser racista, homofóbico, transfóbico ou machista. Na verdade, a busca pelas melhores soluções contra a discriminação e a desigualdade exige um debate aberto, em que ideias possam ser livremente defendidas ou criticadas.

E é um tanto simplista dizer que a Meta resolveu adular Trump. Há uma ressaca das posições identitárias não só entre as grandes empresas, mas também entre a esquerda.

Logo após a eleição de Trump, a democrata Alexandria Ocasio-Cortez removeu de suas redes menções a “pronomes adequados”. No Brasil, durante a eleição municipal, Guilherme Boulos sentiu o ônus de seu partido defender a linguagem neutra.

Por fim, Zuckerberg está certíssimo ao criticar os “tribunais secretos” de censura na América Latina, dos quais a própria Folha foi vítima. Agora precisa sair do discurso, enfrentar os desmandos antidemocráticos de Alexandre de Moraes e expor as ordens secretas de censura que suas redes tiveram que obedecer no Brasil.



Leia Mais: Folha

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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