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Burrinho de estimação desaparecido é encontrado por vizinhos com ajuda de drones
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Um burrinho de estimação desaparecido deixou os tutores, dois idosos, angustiados. Ele foi encontrado por vizinhos que se mobilizaram em buscas ao animal e graças à tecnologia dos drones a história teve final feliz.
Deirdre Carter e o marido vivem na área rural de Lanesborough, em Massachusetts, nos EUA, cercados por animais e plantas que amam. Mas o burrinho Murty é o favorito deles. Por isso amigos, policiais se mobilizaram. Usaram até a tecnologia dos drones na busca. E deu certo.
Karen Gold, vizinha dos Carter, colocou os filhos e netos para ajudarem e com os drones, os jovens localizaram o burrinho fujão. Murty estava a quase 1 quilômetro do local onde mora, calmamente pastando. O safadinho deu um susto: “Qualquer um de nós que já teve animais de estimação ou ama animais ficaria com o coração partido só de pensar neles perdidos e assustados”, disse Karen.
Adotado após maus-tratos
Dá para entender porque o burrinho é tão querido pelos pais idosos. Murty tem uma longa história com tutores.
Ele foi resgatado pelos Carter há 13 anos, de uma um ONG, que o acolheu após ser vítima de maus-tratos, contou o Toronto Sun.
“Ele é muito traumatizado, muito desconfiado, muito arisco”, disse a idosa, informando que, às vezes, chega a ser “agressivo” com outros animais. “(Mas) ele é simplesmente um amor. Ele adora ser abraçado. Adora ser escovado.”
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Medo de ter sido atacado
O pavor dos Carter era que Murty tivesse sido capturado por um animal selvagem, porque havia sinais de destruição nos arredores no celeiro: tapetes virados no chão e terra fresca no chão.
“Eu tinha certeza de que um urso o pegou”, disse Carter. “Pensei: ‘Meu Deus, o Murty foi morto.’”
O casal chamou o serviço de Emergência e pediu socorro, mas os vizinhos já tinham se dividido nas buscas e nos esforços. A generosidade e a solidariedade de todos emocionaram os Carter.
“Acho que algo assim realmente une as pessoas”, disse Bill Matthiesen. Ele e a mulher, Liz Stell, faziam parte do grupo de vizinhos que se dividiu para cobrir o máximo de área onde o Murty poderia estar.
Champagne para comemorar
A tutora disse não ter acreditado quando o burrinho foi encontrado:
“Fiquei em êxtase; foi como encontrar uma agulha num palheiro”, disse Deirbre.
E contou que o bichinho estava tranquilo quando foi encontrado: “Ele estava deitado de costas, rolando, se divertindo.”
Deirdre e Karen ficaram tão felizes com a volta do burrinho de estimação que celebraram, abrindo uma garrafa de champanhe.
Olha a carinha dele:
Murty, o burrinho desaparecido que foi encontrado por vizinhos, foi resgatado há 13 anos e é tratado com o máximo de carinho e amor pelo casal Carter, de Lanesborough, em Massachusetts, nos EUA. – Foto: Deirdre Carter/Union Leader
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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