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POLÍTICA

Cabo de guerra entre servidores do Iapen muda projeto a ser votado nesta quinta, na Aleac

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Diário do Acre — guerra surda travada nos bastidores entre os agentes penitenciários do Acre e os servidores administrativos do Iapen teve um desfecho favorável para esses últimos durante uma reunião realizada ontem, quarta-feira (11), na Assembleia Legislativa. Com cerca de dez parlamentares presentes, a diretoria do Sindsai (Sindicato dos Servidores Administrativos do Instituto de Administração Penitenciária) conseguiu incluir no texto da lei orgânica uma emenda que minora os prejuízos funcionais outrora previstos.

Com a mudança – caso o projeto de autoria do deputado Roberto Duarte Jr. (MDB) seja aprovado ainda hoje (12) – os agentes penitenciários passam a ter status de policiais penais. E os servidores administrativos da autarquia mantêm direitos adquiridos, entre os quais o de indicar nomes para presidir o órgão e ocupar outros cargos na gestão do Iapen.

Ao contrário das acusações segundo as quais os servidores da administração também pleiteavam o status de policiais penais, a presidente do Sindsai, a psicóloga Cátia Nascimento, esclarece que a intenção sempre foi outra. “Nossa luta era para que a nova lei orgânica do Iapen não excluísse os direitos dos servidores administrativos”, diz ela. “Inclusive o de participar da construção do novo instituto penal do estado”.

O cabo de guerra entre agentes penitenciários e os demais servidores da autarquia – calculados em aproximadamente 150, entre os quais estão administradores, assistentes sociais, enfermeiros e psicólogos, entre outros – se desenrolou principalmente no ambiente virtual das trocas de mensagens no aplicativo WhatsApp. Mas também se deu no campo político, de acordo com Cátia, dada a dificuldade de diálogo com a Assembleia Legislativa, que havia comprado as reivindicações dos agentes.

Segundo ela, porém, se os entraves às conversações com o Parlamento foram removidos durante a reunião desta quarta, as portas do governo Cameli seguem fechadas à categoria.

“Não conseguimos dialogar com nenhum dos muitos representantes do governo”, afirma.

Próximas batalhas

Com a mudança no status dos agentes penitenciários para policiais penais, a categoria ganhou o direito a aposentadoria especial, conforme previsto no texto aprovado da reforma previdenciária.

Cátia não questiona o que chama de ‘direito legítimo’ dos colegas, mas pondera que os demais servidores do Iapen trabalham no mesmo ambiente insalubre, penoso e perigoso das cadeias acreanas. E isso seria suficiente, segundo ela, para que fizessem jus aos mesmos privilégios no momento de se aposentar.

Norteados pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen), sindicatos regionais se mobilizam em todo o país para que as mudanças na estrutura dos departamentos estaduais não afetem a vida profissional dos servidores administrativos dos institutos penitenciários.  

No Acre, promete Cátia, o ano de 2020 será marcado por novas lutas da categoria.

 

https://diariodoacre.com.br/

OPINIÃO

Opinião: A ciranda troca de partidos e a busca por cargos públicos

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Foto de capa [arquivo pessoal]
Os parlamentares que mudam de partido – como macacos puladores de galho – ou se candidatam a outros cargos no Legislativo e no Executivo apenas para preservar privilégios demonstram desrespeito à República e deveriam sentir vergonha de tal conduta. Essa prática evidencia a ausência de compromisso ideológico e a busca incessante por posições de poder, transmitindo à sociedade a imagem de oportunistas movidos por conveniências pessoais. A política deveria ser encarada como missão cívica, exercício de cidadania e serviço transitório à nação. Encerrado o mandato, o retorno às profissões de origem seria saudável para a oxigenação da vida pública.  
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Infelizmente, o sistema político brasileiro está povoado por aqueles que veem na política não um espaço de serviço público, mas um negócio lucrativo. Como já destacou o jornal El País, ser político no Brasil é um grande negócio, dadas as vantagens conferidas e auferidas — e a constante movimentação de troca de partidos confirma essa percepção.  
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A cada eleição, o jogo se repete: alianças improváveis, trocas de legenda na janela partidária e negociações de bastidores que pouco têm a ver com as necessidades reais da população. Em vez de missão cívica, vemos aventureiros transformando a política em palco de interesses pessoais e cabide de empregos. A busca incessante pela reeleição e por cargos demonstra que, para muitos, a política deixou de ser a casa do povo e tornou-se um negócio.  
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Convém lembrar aos que se consideram úteis  e insubstituíveis à política que o cemitério guarda uma legião de ex-políticos esquecidos, cuja ausência jamais fez falta ao país.  
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As próximas eleições são a oportunidade para os eleitores moralizarem o Legislativo, elegendo apenas candidatos novos, sem os vícios da velha política, que tenham conduta ilibada e boa formação cultural. Por outro lado, diga não à reeleição política, aos trocadores de partidos, aos que interromperam o mandato para exercer cargos nos governos, e àqueles que já sofreram condenação na Justiça ou punição no Conselho de Ética do Legislativo. 
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Júlio César Cardoso
Servidor federal aposentado
Balneário Camboriú-SC

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POLÍTICA

Frase do dia: Ciro Gomes

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Frase do dia: Ciro Gomes

Matheus Leitão

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“Estou muito envergonhado! Isto é uma indignidade inexplicável!” (Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda, usando as redes sociais para reclamar da troca de Carlos Lupi por Wolney Queiroz, seu desafeto no PDT, no comando do Ministério da Previdência Social) 


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Charge do JCaesar: 05 de maio

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Felipe Barbosa

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