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candidatura de Minoru para a prefeitura de Rio Branco

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O vice-governador Major Rocha (PSDB) está empolgado com a quase certa filiação do ex-reitor da UFAC Minoru Kimpara ao PSDB. Tanto que já está fazendo as suas articulações de bastidores para que o seu partido chegue forte na disputa da prefeitura de Rio Branco, em 2022. Um dos planos prioritários é indicar alguém do Progressistas para vice do Minoru. Assim, segundo Rocha, as possibilidades de uma vitória na próxima eleição municipal seriam enormes. “”Se nós tivermos o apoio do Progressistas e, consequentemente, do governador Gladson Cameli (PP) teremos o Governo do nosso lado. Nesse caso acredito que poderemos resolver a fatura no primeiro turno,” disse o otimista vice.

Solução
Não acredito que o governador Gladson Cameli lançará o nome do secretário de Infraestrutura Thiago Caetano para concorrer à prefeitura de Rio Branco. O motivo é muito simples, ele precisa dos seus serviços técnicos no Governo. Assim ficam abertos os caminhos para uma solução política com o Progressistas indicando um nome de vice numa chapa competitiva com Minoru.

Verão
O indicativo de que a prefeita Socorro Neri (PSB) será ou não uma candidata competitiva à reeleição será o resultado da Operação Verão. Se conseguir solucionar os problemas das ruas da Capital poderá sonhar em continuar no cargo por mais quatro anos.

Bola nas costas
O problema político da Socorro é que tem próxima de si muita gente que não reconhece a sua liderança. Andei conversando com alguns petistas estrelados que têm cargos de confiança na prefeitura, mas que não escondem que o PT deveria lançar candidatura própria em 2020. A liderança para esses nomeados não é a Socorro porque sonham com a volta de outros caciques petistas.

Sem recíproca 
Socorro Neri demonstrou gratidão a quem a colocou de vice na chapa de Marcus Alexandre (PT). Acabou nomeando um exército de colaboradores do ex-prefeito e também do ex-governador Tião Viana (PT). No entanto, esses petistas confabulam o tempo todo uma maneira de continuarem na prefeitura no próximo ano, mas com o comando de alguém do PT.

Surpresa “previsível”
Se o vereador da Capital, Emerson Jarude (sem partido), souber se articular será um candidato forte na disputa da prefeitura, em 2020. Jovem, mandato ativo, bom discurso e independente. Se vai ganhar é com os eleitores, mas poderá desempenhar um papel relevante na disputa.

Opção viável
Aliás não sei porque os grandes partidos que querem disputar a eleição na Capital não procuram o Jarude. Se o jovem político tiver uma boa estrutura partidária poderá surpreender na eleição. Tem repertório para fazer um bom papel na campanha e sair com uma votação surpreendente.

Procurando
O ex-prefeito Vagner Sales (MDB) com a certeza de que a sua filha, deputada federal Jéssica Sales (MDB), não disputará a prefeitura de Cruzeiro do Sul terá que buscar uma nova opção. Mas agora fora do Governo terá tempo para encontrar o “cavalo de batalha” para enfrentar a disputa.

Decidido
O deputado estadual Gehlen Diniz (PP) está pra lá de decidido a disputar a prefeitura de Sena Madureira. Será um embate duro com o atual prefeito Mazinho Serafim (MDB). Não acredito que será fácil pra nenhum dos dois ganhar a eleição.

Dor de cabeça
O governador Gladson Cameli terá muitas dores de cabeça políticas no próximo ano. Grande parte dos seus aliados tem planos para serem candidatos às prefeituras acreanas. Na maioria dos municípios os favoritos são da base de apoio ao Governo. Assim aqueles que se sentirem preteridos podem se voltar contra o governador. Como dois corpos não ocupam o mesmo espaço será necessário uma boa articulação política para não deixar um rastro de destruição pra trás depois do pleito de 2020.

Problema real
Mas como a eleição será só no próximo ano Gladson deve se preocupar com o presente e os seus grandes problemas. O principal deles é a saúde pública do Estado. Não será fácil encontrar soluções num sistema viciado já de muito tempo que privilegia alguns “barões”. Se realmente não acontecer uma devassa interna na saúde do Acre dificilmente teremos uma solução para beneficiar a população que continua sofrendo com uma estrutura deficitária e desumana.

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre

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A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física. 

O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.

A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.

Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico. 

“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.

Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.

O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

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Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.

A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.

Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.

Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.

As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.

“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”

Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.

Próximos passos

Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:

– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;

– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.

 



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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