ACRE
candidatura de Minoru para a prefeitura de Rio Branco
PUBLICADO
7 anos atrásem
O vice-governador Major Rocha (PSDB) está empolgado com a quase certa filiação do ex-reitor da UFAC Minoru Kimpara ao PSDB. Tanto que já está fazendo as suas articulações de bastidores para que o seu partido chegue forte na disputa da prefeitura de Rio Branco, em 2022. Um dos planos prioritários é indicar alguém do Progressistas para vice do Minoru. Assim, segundo Rocha, as possibilidades de uma vitória na próxima eleição municipal seriam enormes. “”Se nós tivermos o apoio do Progressistas e, consequentemente, do governador Gladson Cameli (PP) teremos o Governo do nosso lado. Nesse caso acredito que poderemos resolver a fatura no primeiro turno,” disse o otimista vice.
Solução
Não acredito que o governador Gladson Cameli lançará o nome do secretário de Infraestrutura Thiago Caetano para concorrer à prefeitura de Rio Branco. O motivo é muito simples, ele precisa dos seus serviços técnicos no Governo. Assim ficam abertos os caminhos para uma solução política com o Progressistas indicando um nome de vice numa chapa competitiva com Minoru.
Verão
O indicativo de que a prefeita Socorro Neri (PSB) será ou não uma candidata competitiva à reeleição será o resultado da Operação Verão. Se conseguir solucionar os problemas das ruas da Capital poderá sonhar em continuar no cargo por mais quatro anos.
Bola nas costas
O problema político da Socorro é que tem próxima de si muita gente que não reconhece a sua liderança. Andei conversando com alguns petistas estrelados que têm cargos de confiança na prefeitura, mas que não escondem que o PT deveria lançar candidatura própria em 2020. A liderança para esses nomeados não é a Socorro porque sonham com a volta de outros caciques petistas.
Sem recíproca
Socorro Neri demonstrou gratidão a quem a colocou de vice na chapa de Marcus Alexandre (PT). Acabou nomeando um exército de colaboradores do ex-prefeito e também do ex-governador Tião Viana (PT). No entanto, esses petistas confabulam o tempo todo uma maneira de continuarem na prefeitura no próximo ano, mas com o comando de alguém do PT.
Surpresa “previsível”
Se o vereador da Capital, Emerson Jarude (sem partido), souber se articular será um candidato forte na disputa da prefeitura, em 2020. Jovem, mandato ativo, bom discurso e independente. Se vai ganhar é com os eleitores, mas poderá desempenhar um papel relevante na disputa.
Opção viável
Aliás não sei porque os grandes partidos que querem disputar a eleição na Capital não procuram o Jarude. Se o jovem político tiver uma boa estrutura partidária poderá surpreender na eleição. Tem repertório para fazer um bom papel na campanha e sair com uma votação surpreendente.
Procurando
O ex-prefeito Vagner Sales (MDB) com a certeza de que a sua filha, deputada federal Jéssica Sales (MDB), não disputará a prefeitura de Cruzeiro do Sul terá que buscar uma nova opção. Mas agora fora do Governo terá tempo para encontrar o “cavalo de batalha” para enfrentar a disputa.
Decidido
O deputado estadual Gehlen Diniz (PP) está pra lá de decidido a disputar a prefeitura de Sena Madureira. Será um embate duro com o atual prefeito Mazinho Serafim (MDB). Não acredito que será fácil pra nenhum dos dois ganhar a eleição.
Dor de cabeça
O governador Gladson Cameli terá muitas dores de cabeça políticas no próximo ano. Grande parte dos seus aliados tem planos para serem candidatos às prefeituras acreanas. Na maioria dos municípios os favoritos são da base de apoio ao Governo. Assim aqueles que se sentirem preteridos podem se voltar contra o governador. Como dois corpos não ocupam o mesmo espaço será necessário uma boa articulação política para não deixar um rastro de destruição pra trás depois do pleito de 2020.
Problema real
Mas como a eleição será só no próximo ano Gladson deve se preocupar com o presente e os seus grandes problemas. O principal deles é a saúde pública do Estado. Não será fácil encontrar soluções num sistema viciado já de muito tempo que privilegia alguns “barões”. Se realmente não acontecer uma devassa interna na saúde do Acre dificilmente teremos uma solução para beneficiar a população que continua sofrendo com uma estrutura deficitária e desumana.
Relacionado
ACRE
Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
1 hora atrásem
23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
Relacionado
ACRE
Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
6 dias atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
Relacionado
ACRE
Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
7 dias atrásem
16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
Relacionado
PESQUISE AQUI
MAIS LIDAS
ACRE7 dias agoUfac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
ACRE7 dias agoUfac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
ACRE6 dias agoEstudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
ACRE1 hora agoSeminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre