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Cervejas de Natal: bons presentes para diferentes bolsos – 18/12/2024 – Copo Cheio
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1 ano atrásem
Sandro Macedo
Nem só de panetone, peru e rabanada se faz um Natal. Há também cervejas, amém.
As cervejas de Natal não são exatamente um estilo único, mas possuem alguns traços em comum, como o uso de especiarias na receita, como canela e cravo. O Tank Brewpub, por exemplo, fez a sua Dubbel Toni inspirada no panetone.
Além de ornar na ceia natalina, a cerveja de Natal pode ser também uma singela opção de presente, e para bolsos bem variados. A charmosa latinha da Caramela Natalina, de 350 ml, da Cervejaria Duas Irmãs, custa apenas R$ 24. Quem quiser esnobar um pouco mais pode comprar a elaborada Xmas Blend, diretamente de Bruges, na Bélgica, por R$ 205, no EAP. Confira algumas opções abaixo.
Caramela Natalina (Duas Irmãs)
A cervejaria da região central fez uma edição limitada dessa ótima amber ale, com notas de frutas secas e especiarias; e com “aromas e sabores que remetem a ameixa seca”, como descreve o rótulo da cerveja, com 6,5% de álcool. A lata, com uma bela arte, custa R$ 24 (350 ml).
Cervejaria Duas Irmãs – al. Ribeiro da Silva, 776, @cervejariaduasirmas
Dubbel Toni (Tank)
Em estilo dubbel, como as belgas de abadia, esse rótulo se inspira na guloseima mais comercializada a cada Natal, o panetone. A fórmula inclui especiarias, como cravo, canela e noz-moscada, e outros ingredientes, como mel, limão e baunilha. O chope (7,5% de álcool) com 300 ml para beber na casa sai por R$ 19; a lata, de 350 ml, R$ 25. Há também o growler de um litro, por R$ 49, fora a embalagem.
Tank Brewpub – r. Amaro Cavalheiro, 45, Pinheiros, @tank_brewpub
Natalina (Tarin)
A cervejaria mineira fugiu das tradicionais cervejas escuras e maltadas e fez uma double IPA de Natal, com cor de suco de maracujá. A receita inclui coco e canela e a lata com 473 ml é vendida por 29, no EAP.
EAP – r. Vupabussu, 305, Pinheiros, @eapsp
Nesse Natal Eu Quero Ficar Mt Loko (Captain Brew)
Essa russian imperial stout já é um clássico de Natal da cervejaria de Uberlândia (MG). Bem licorosa, a versão 2024 leva quase o dobro de laranja Bahia e de cacau (da Bahia). A receita inclui ainda dois cafés torrados, avelã e favas de canela, resultando em uma encorpada cerveja de 14% de álcool, lacrada com vela (garrafa de 375 ml).
EAP – r. Vupabussu, 305, Pinheiros, @eapsp (por R$ 73, a partir de 20/12)
Tap Tap – r. da Consolação, 455, Consolação, @taptapsp (por R$ 75, a partir de 20/12)
Tablecloth Blend #1 (Croma)
A sugestão natalina da Croma é uma cerveja de fermentação mista, que ficou envelhecendo em barris de carvalho francês usados anteriormente para vinho branco. Com tom vermelho bem escuro, tem adição de frutas vermelhas. A elegante garrafa de 750 ml custa R$ 109, também no ecommerce da marca.
Croma Beer – r. Harmonia, 472, Vila Madalena, @cromabeer
Xmas Blend (Straffe Hendrik)
Para quem quiser investir em um presente importado, a sugestão é essa cerveja natalina de uma das marcas da cervejaria De Halve Maan, de Bruges (Bélgica). A Xmas é uma quadrupel, com 11% de álcool, envelhecida em barris de carvalho usados em outras bebidas alcoólicas, como rum e vinho, que foram depois misturadas. No EAP, a versão 2022 ou 2023 sai por R$ 205 (garrafa arrolhada de 750 ml).
EAP – r. Vupabussu, 305, Pinheiros, @eapsp
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC






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