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Como Marco Rubio mudou para abraçar a política externa de Trump | Notícias de Donald Trump

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A agitação em Washington está a crescer: o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, sugerem os relatórios, está prestes a escolher o senador da Florida, Marco Rubio, como seu secretário de Estado.

Rubio, que atua no Comitê Seleto de Inteligência do Senado e no Comitê de Relações Exteriores e é conhecido por sua abordagem agressiva à política externa dos EUA, seria, se nomeado e confirmado pelo Senado dos EUA, seria o primeiro latino a servir como o principal executivo do país. diplomata.

Também marcaria uma reviravolta notável em relação às primárias presidenciais do Partido Republicano em 2016, quando os dois homens trocaram apelidos grosseiros.

Desde a briga pública, dizem os especialistas, Rubio parece ter adaptado as suas opiniões ao longo dos anos sobre questões como a guerra na Ucrânia e as políticas de imigração para se alinhar com a posição de Trump.

Vejamos como o relacionamento do senador da Flórida com Trump mudou ao longo do tempo e o que sabemos sobre as opiniões de Rubio sobre questões importantes de política externa.

Como tudo começou: ‘Little Marco’, ‘Small Hands Trump’

Os dois homens entraram em confronto quando se enfrentaram nas primárias presidenciais de 2016, com Trump zombando de Rubio por suar profusamente e rotulando-o de “Pequeno Marco”.

Os comentários levaram Rubio a responder: “Não entendo por que as mãos dele (de Trump) são do tamanho de alguém que tem 1,70m. … E você sabe o que dizem sobre homens com mãos pequenas? Você não pode confiar neles.”

No entanto, confie nele, ele confiou. Depois que Rubio foi eliminado das primárias, ele acabou apoiando Trump para presidente.

Trump e Rubio concordam com a Ucrânia?

No papel, os dois homens têm abordagens diferentes relativamente à política externa dos EUA.

Rubio é mais um intervencionista tradicional que defende uma abordagem vigorosa aos conflitos estrangeiros, enquanto a política externa de Trump se concentra em evitar intervenções militares no estrangeiro.

Isto levou, por vezes, Rubio a criticar publicamente a política externa de Trump, inclusive em 2019, quando acusou o então presidente de “abandonar” o esforço militar dos EUA na Síria antes de este estar “completamente terminado”.

No entanto, nos últimos anos, dizem os especialistas, Rubio suavizou a sua posição para se alinhar com Trump.

“Rubio é um político flexível e pragmático que se acomodou à ascensão do presidente Trump”, disse Paul Musgrave, professor associado de governo na Universidade de Georgetown, no Catar, à Al Jazeera.

Uma dessas mudanças é a abordagem de Rubio à guerra na Ucrânia.

Nos primeiros meses após a invasão em grande escala da Rússia em Fevereiro de 2022, Rubio recorreu às redes sociais para angariar fervorosamente o apoio à Ucrânia entre os americanos.

Durante esse período, ele rotulou o presidente russo Vladimir Putin de “um assassino” e questionou a sua saúde mental.

Trump, por outro lado, insistiu que Putin nunca teria invadido a Ucrânia em 2022 se estivesse no cargo.

Trump, que assumirá novamente o cargo em janeiro, também disse que poderá pôr fim ao conflito “em 24 horas”. Ele sugeriu A Ucrânia pode ter que ceder território à Rússia para chegar a um acordo de paz.

É uma postura que Rubio parece ter suavizado, disse Musgrave, mas com “um rosto pragmático, flexível e mais atraente” do que a retórica mais prolixa de Trump.

Em entrevistas recentes, Rubio sugeriu que a Ucrânia precisa de procurar “um acordo negociado” com a Rússia, e foi um dos 15 senadores republicanos a votar contra um pacote de ajuda militar à Ucrânia aprovado em Abril.

Rubio afirmou que, com Trump no poder, os EUA podem esperar uma “política externa mais pragmática”.

O senador Marco Rubio fala sobre o conflito na Ucrânia e os desafios colocados aos Estados Unidos pela China em 2022 (Drew Angerer/Getty Images/AFP)

Estarão Trump e Rubio alinhados no seu apoio a Israel?

Os dois homens entraram em confronto inicial sobre a questão em 2016 com Rubio, um apoiante de longa data de Israel, acusando Trump de ser “anti-israelense” e publicando uma declaração intitulada “Verificação de factos: Donald Trump não é aliado de Israel”.

Os comentários de Rubio estavam relacionados com a sugestão de Trump de que ele “seria uma espécie de sujeito neutro” no conflito Palestina-Israel.

No seu primeiro mandato, Trump dissipou qualquer questão sobre a neutralidade depois de reconhecer oficialmente Jerusalém como capital de Israel.

Desde então, ele acusou o presidente Joe Biden, que o derrotou nas eleições de 2020, de restringir Israel na sua guerra contra Gaza e afirmou durante um debate com Biden em junho que ajudará Israel a “terminar o trabalho” caso seja reeleito.

Rubio teve uma postura tipicamente agressiva em relação à guerra de Israel em Gaza, dizendo a um activista em 2023 que não apoiava um cessar-fogo e que o Hamas era “100 por cento culpado” pelas mortes de palestinianos na Faixa de Gaza.

Ele então apoiou o plano de Trump de deportar estudantes manifestantes estrangeiros pró-Palestina para fazê-los “se comportar”.

Nader Hashemi, professor associado de Oriente Médio e política islâmica na Universidade de Georgetown, disse à Al Jazeera que os comentários anteriores de Rubio sobre o conflito, especialmente quando se referem aos palestinos, podem às vezes ser “indistinguíveis dos (primeiro-ministro israelense) Benjamin Netanyahu”.

Rubio já defendeu anteriormente o direito de Israel de conduzir uma operação terrestre em Rafah, apesar de uma decisão de emergência do Tribunal Internacional de Justiça para Israel interromper a ofensiva, alegando “risco imenso” para a população palestina. Ele comparou a operação israelense à perseguição de Adolf Hitler durante a Segunda Guerra Mundial.

Mas em Abril, Rubio indicou que se tinha afastado do apoio irrestrito às guerras estrangeiras – o que está mais em linha com a abordagem de Trump à política externa – quando votou contra um pacote que fornecia financiamento de emergência a Israel, argumentando que o acordo também deveria ter incluía dinheiro para a fiscalização da fronteira dos EUA.

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Rubio fala no Templo Beth El para discutir seu compromisso de apoiar Israel em 2016 em West Palm Beach, Flórida (Joe Raedle/Getty Images via AFP)

Será que Rubio mudou a sua opinião sobre a imigração para se alinhar com a de Trump?

Rubio, filho de imigrantes cubanos, parece ter mudado para uma abordagem mais populista em matéria de imigração.

Musgrave disse que no início de sua carreira, Rubio “foi uma força na tentativa de mudar o Partido Republicano para ser mais aberto à imigração, mais aberto à diversidade”.

Como membro da Câmara dos Representantes da Florida em 2003, Rubio co-patrocinou uma versão da Lei DREAM, que teria permitido que estudantes imigrantes indocumentados recebessem residência permanente se cumprissem determinados critérios.

Quando Rubio se tornou presidente da Câmara da Flórida em 2006, ele paralisou as reformas de imigração que teriam reprimido os migrantes indocumentados.

Depois de ser eleito senador dos EUA em 2010, começou a assumir uma posição mais dura em relação à imigração, mas manteve-se consideravelmente mais branda do que as políticas linha-dura de Trump em relação à imigração. Por exemplo, em 2016, Rubio afirmou que as deportações em massa de milhões de migrantes indocumentados não eram “uma política realista”.

Mas agora, disse Musgrave, Rubio mudou para uma “postura mais anti-imigrante e pró-imigrante legal, que está de acordo tanto com a sua base política como com as políticas do Presidente Trump”.

Nos últimos meses, porém, Rubio tem defendido alguma da retórica mais populista de Trump, incluindo os seus comentários de que os imigrantes estavam a “envenenar o sangue do nosso país”.

“Esse é um ditado que ele (Trump) usa, mas não tem nada a ver com raça”, disse Rubio numa entrevista à televisão em língua espanhola, acrescentando: “O país está ameaçado por este afluxo de pessoas, que agora sabemos que inclui até criminosos e terroristas.”





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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).

Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.

A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.

Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.

As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.

Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.

Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.

Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.

O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.



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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.

A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.

O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.

O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.

A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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