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Concurso público: 3 editais serão publicados nesta semana; salários até R$ 10 mil

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O ano de 2025 tem boas expectativas para os concurseiros. Pelo menos três editais de concurso público devem ser publicados esta semana. Detalhe: as oportunidades oferecem salários acima de R$ 10,5 mil. São eles: Assembleia Legislativa de Goiás, Polícia Militar do DF e Polícia Militar de TO.

Os editais podem ser publicados a qualquer momento, porque já houve aprovação para que os concursos sejam realizados. O salário mais alto dos três processos seletivos é o da Polícia Militar do DF, que será de R$ 14.031,15.

Para os três concursos, estão previstas vagas imediatas e cadastro de reserva. Para concorrer à Polícia Militar, o candidato precisa ter preparo físico, porque há prova de aptidão. Além disso, existem várias etapas que devem ser cumpridas.

Concurso da PMDF

O concurso para Oficial da PMDF (Polícia Militar do Distrito Federal) será organizado pela banca Cebraspe. A previsão é de 147 vagas, das quais 49 são imediatas e 98 para cadastro de reserva. Os salários podem chegar a R$ 14.031,15.

Os candidatos serão avaliados em quatro etapas. O primeiro exame é de habilidades e conhecimentos, mediante a aplicação de prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório, e de prova discursiva (redação em Língua Portuguesa).

Há, ainda, teste de aptidão física (TAF), avaliação médica, exames psicológicos, sindicância da vida pregressa e investigação social, todos de caráter eliminatório. A taxa de inscrição é de R$ 163,00.

Concurso ALEGO

O segundo concurso com maior salário é para a Câmara Legislativa de Goiás. Serão 101 vagas em vários cargos, mas ainda não foram divulgados quais.

A expectativa é que o edital seja publicado a qualquer momento, assim como quem será responsável pela banca. Ainda não foi revelado o valor da taxa de inscrição.

Os salários iniciais são de até R$ 13.184,13.

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Concurso PMTO

Para o concurso da PM TO (Polícia Militar do Estado do Tocantins), a banca responsável é a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Serão 660 vagas ao todo: 600 para soldados e 60 para oficiais.

Os aprovados na carreira de soldado irão receber o salário inicial de R$ 5.556,91, enquanto os aprovados para Oficial receberão R$ 10.454,28.

A exemplo do concurso para a PM do DF, há quatro etapas de concurso, todas eliminatórias, inclusive de aptidão física.

A Assembleia Legislativa de Goiás abrirá concurso público para 101 vagas iniciais. Foto: Portal ALEGO A Assembleia Legislativa de Goiás abrirá concurso público para 101 vagas iniciais. Foto: Portal ALEGO Na lista de concursos que aguardam os editais publicados, está o da PM do DF cujos valores ultrapassam R$ 14 mil. - Foto: Correio Braziliense Na lista de concurso público que aguardam os editais publicados, está o da PM do DF cujos valores ultrapassam R$ 14 mil. – Foto: Correio Braziliense



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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