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DEPUTADO ROBERTO DUARTE PEDE MELHORIAS PARA O HOSMAC

Assessoria, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Na sessão dessa quarta-feira (03), o deputado Roberto Duarte (MDB) apresentou na Assembleia Legislativa do Estado do Acre, 16 indicações de melhorias para o Hospital de Saúde Mental do Acre – HOSMAC

A equipe do seu gabinete visitou o hospital e pode comprovar a situação de abandono que aquela unidade se encontra. 

São inúmeras reclamações quanto ao atendimento e principalmente sobre a falta de medicamentos e médicos. Segundo os pacientes, em uma lista de quase 50 medicamentos que devem ser fornecidos aos pacientes diariamente, estão faltando a metade.

Outra reclamação é quanto a estrutura que necessita urgente de manutenção, a climatização do hospital está danificada, muitas salas não possui ar-condicionado ou  sequer, um ventilador. 

O governo precisa se sensibilizar com esses pacientes que necessitam tanto desse serviço, as Indicações que apresentei vão desde melhorias na estrutura a solicitação de medicamentos básicos. É inaceitável essa situação, hoje o hospital não dispõe sequer de um carro para atender os pacientes” disse Roberto Duarte.

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ACRE

Operação da Polícia Civil investiga desvios na merenda escolar

Agência de Notícias GOV/AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A Polícia Civil do Acre, por meio da Delegacia de Combate à Corrupção (Decor) e Departamento de Inteligência (DI), deflagrou nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira, 9, a Operação Mitocôndria que investiga desvio de recursos públicos e fraudes em licitações relacionadas à merenda escolar, em âmbito estadual. O nome da operação é uma ligação com as mitocôndrias,  organelas encontradas no núcleo da célula que, devido ao alto metabolismo, consomem muita energia dos alimentos que são ingeridos.

A investigação, que durou cerca de dois meses, foi um pedido do governador Gladson Cameli, do Secretário de Educação Mauro Sérgio, além da Casa Civil, Controladoria-Geral do Estado e Procuradoria-Geral do Estado, e resultou no cumprimento de 7 mandados de prisão temporária e 20 mandados de busca e apreensão, que foram realizados nas sedes de quatro empresas na capital e também em Tarauacá e Xapuri, além dos armazéns de merenda escolar da SEE, em Rio Branco, Tarauacá, Sena Madureira e Cruzeiro do Sul.

A investigação mobilizou diversas autoridades do Estado Fotos: Neto Lucena/Secom

Pelo menos R$ 5 milhões das contas dos investigados foram bloqueadas preliminarmente pela justiça acreana que atendeu à representação da Polícia Civil. Bens móveis, imóveis e semoventes (rebanhos que constituem patrimônio) dos envolvidos também foram indisponíveis temporariamente.

O foco principal das investigações foi desvio de recursos públicos relacionados à merenda escolar. Estão sendo apuradas diversas práticas delituosas como: entrega de produtos e itens com qualidade inferior ao contratado ou em quantidade menor, falsificação de documento público, falsidade ideológica e associação criminosa entre outros crimes e irregularidades previstas na Lei de Licitações e Contratos Públicos.

O foco principal das investigações foi desvio de recursos públicos relacionados à merenda escolar Foto: Cedida

O trabalho da Polícia Civil e Controladoria-Geral do Estado (CGE) conseguiu frear um desvio que poderia chegar a 22 milhões em contratos que ainda estão sob análise. Participaram da operação cerca de 100 policiais civis nas cidades de Rio Branco, Sena Madureira, Xapuri, Tarauacá e Cruzeiro do Sul.

CGE realizou mais de 70 dias de investigação na SEE

As investigações iniciaram com a Controladoria-Geral do Estado logo após o governador Gladson Cameli receber denúncia de possíveis crimes no setor da merenda escolar. De acordo com o controlador-geral do Estado, Luis Almir, cerca de 10 técnicos da CGE realizaram um trabalho de investigação de mais de 70 dias na Secretaria de Estado de Educação (SEE), durante o qual foram vislumbrados indícios de desvios de recursos, entrega de material de qualidade inferior ao que era pago. Ainda de acordo com o controlador, os levantamentos foram feitos em um montante de R$ 28 milhões, com mais de 20 empresas envolvidas.

“Nossos técnicos realizaram um trabalho minucioso e encontramos várias notas fiscais atestadas sem entrega de material algum, insumos da merenda escolar, outras entregues 10%, 20% desses insumos. E acabamos identificando as pessoas que atestaram essas notas e outras que revelaram que eram obrigadas a criar recibos e outros tipos de documentos falsos, inclusive com essas notas atestadas já liquidadas para serem pagas. Passamos todas as informações para a Polícia Civil que baseou a Operação Mitocôndria”, explicou o controlador-geral.

Foram encontradas várias notas fiscais atestadas sem entrega de material algum, insumos da merenda escolar, outras entregues 10%, 20% desses insumos Foto: Cedida

Investigação técnica e minuciosa

No final da manhã, o delegado-geral da Polícia Civil, Henrique Maciel, se reuniu com o Secretário de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Paulo Cézar Rocha dos Santos, que representou o governador Gladson Cameli, com o delegado da Decor, Alcino Junior, o Diretor de Inteligência da Polícia Civil, delegado Pedro Buzzolin, e o promotor de Justiça, Antônio Alcestes, representando o Ministério Público, para falar com a imprensa sobre a operação.

Durante a coletiva, além das informações sobre a operação, foram destacados os aspectos técnicos que nortearam as investigações e basearam as representações judiciais.

“Foi realizado um trabalho de investigação extremamente técnico que evidenciou indícios de crimes e isso serviu de base para a denúncia do Ministério Público e as representações judiciais”, disse o delegado Alcino Junior, destacando ainda que foram apreendidos cerca de R$ 5,5 milhões dos envolvidos, além do bloqueio de cerca de R$ 22 milhões que estavam prestes a serem pagos aos acusados.

“Havia notas que estavam atestadas e que iam ser pagas, mas que os insumos não tinha sido entregues ou que não foram entregues em sua totalidade, e de forma célere conseguimos que esses pagamentos fossem bloqueados. Estamos falando em coisa de R$ 22 milhões”, destacou.

O delegado-geral da Polícia Civil, Henrique Maciel, enfatizou ainda que as investigações não tiveram como foco principal as pessoas, mas sim, os crimes praticados por um grupo que gerou um prejuízo de grande monta para o Estado.

“As investigações focam nos crimes que estão sendo praticados e não em pessoas ou em questões políticas e ideológicas. É um trabalho que está sendo realizado com responsabilidade, técnico e sério, como sempre fizemos. Estamos trabalhando em parceria com o Ministério Público, ou seja, com total transparência e lisura nessa investigação e agora vamos trabalhar na perícia de todo o material apreendido, o que pode resultar em outros inquéritos”, destacou.

O secretário de Justiça e Segurança Pública, Paulo Cézar dos Santos, afirmou que a criação e atuação da Delegacia de Combate à Corrupção foi para garantir transparência na gestão do atual Governo do Estado e que por qualquer erro, ilicitude ou prática delituosa na administração pública os responsáveis serão sancionados. Santos destacou ainda que a investigação iniciou no órgão de controle interno do próprio Poder Executivo, passou efetivamente por um processo técnico de investigação da Polícia Civil e teve o crivo do Ministério Público.

“Por fim, culminou com a legitimação dos atos que foram praticados no dia de hoje que foram os mandados  cumpridos, portanto demonstra a transparência desse processo investigatório. A Polícia Civil tem total autonomia em suas ações e em suas investigações. O governador, ao determinar a criação da Delegacia de Combate à Corrupção, teve por objetivo garantir a transparência na atual gestão. E, se houve ou se houver algum erro administrativo nesse sentido, os responsáveis serão penalizados”, afirmou Paulo Cézar. Por Gleydison Meireles 

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POLÍTICA

TRETA: Em Tarauacá, vereadora Veinha compara vereadores a “merda”, e Dólar esculacha pelo Whatsapp; ouça áudios

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Em Tarauacá, o clima esquenta na política. São incontáveis fatos diários que ninguém dar conta. Nesta quinta-feira, 09, o babado foi forte não só em Tarauacá, mas “em todo o Acre e Região”, como diz o web-repórter Chiquinho R7. Prisões ocorreram em vários municípios do Acre, resultado da Operação Mitocôndria, e com isso políticos e população em geral ficaram com ânimos exaltados.

Em Tarauacá, os ânimos na Casa de Leis estremeceram desde ontem. Mas não foi devido nenhuma prisão, foi em razão de um comentário (nada elegante!), proferido por uma representante do povo. 

Após o site Acre.com.br publicar matéria anunciando que a prefeita Marilete iria efetivar a doação de merenda escolar às famílias de alunos carentes,  com base na Lei Federal nº 13.987/2020, que modificou o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), que autorizou a doação de merenda escolar durante o período da pandemia do Covid-19, a parlamentar mirim Nerimar Cornélia de Jesus Lima, vulgo “Veinha”, comparou os demais colegas, nobres e honrados parlamentares,  ao substantivo feminino “MERDA”.

Foi isso mesmo, caro leitor, a vereadora chamou os nobres pares de “MERDA”.

No grupo de WhatsApp denominado “Câmara de Tarauacá 2020”, cujos membros são apenas os vereadores de Tarauacá, a parlamentar mirim Veinha afirmou “Acabei de crê que nos vereadores e merda é a mesma coisa kkkkk“. 

O colega, nobre vereador Francisco Diógenes Leão Fernandes, popular “Dólar”, muito querido na cidade pela juventude, imediatamente respondeu às ofensas indignas da parlamentar mirim, dizendo “Desculpas vereadora, mas você está sendo mais que infeliz no seu comentário, não generalize as coisas, fale por si. Jamais irei admitir que outro parlamentar compare minha pessoa, muito menos meu mandato com MERDA“, respondeu o nobre parlamentar, em tom de reprovação ética contra a conduta da colega de Câmara. 

Esse tipo de ofensa ética, segundo o Regimento Interno da Câmara de Vereadores de Tarauacá, sujeita a vereadora à processo de cassação por falta de decoro ético. Porém, o Presidente da Câmara José Gomes “Raquel”, não fará isso, por temer represálias, e porque a vereadora compõe a Mesa Diretora; ou seja, é protegida da Casa. 

Mas a treta não parou por aí! O imbróglio, treta forte, vazou do grupo de Whatsapp dos vereadores, com áudios e tudo mais.

Em um dos áudios o nobre parlamentar Francisco Diógenes Leão Fernandes esculacha geral. Ouça abaixo:

Em seguida, a vereadora mirim “Veinha”, se retrata, pedindo desculpas. Mas a treta continua. Ouça o áudio:

O assunto viralizou nas redes sociais, um membro de grupo de Whatsapp, fez duras críticas contra a parlamentar. Ouça o áudio:

 

 

 

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