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Did the Toronto Raptors let a star slip away in Norman Powell?
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Reflecting on player trades and roster decisions with the clarity of hindsight is crucial, and one recent transaction involving the Toronto Raptors appears increasingly regrettable. This particularly pertains to the trade of Norman Powell, the sharpshooting guard who contributed significantly during his six seasons with the Raptors before being dealt mid-season in 2021. The decision to trade Powell for Gary Trent Jr. and Rodney Hood has prompted some to question whether the Raptors made a strategic misstep.
Remember when the Toronto Raptors traded Norman Powell for Gary Trent Jr because they didn’t want to pay Norm and then ended up paying Gary the same contract 😭 and everyone in Toronto basically swore that Gary was the better player even as some of us screamed from the mountain… pic.twitter.com/udiww3BOPS
— Pensare Basketball (@PensareBBall) November 1, 2024
In March 2021, the Toronto Raptors executed a trade that sent Powell to the Portland Trail Blazers, acquiring Trent Jr. and Hood in return. At first glance, the deal appeared reasonable for a franchise looking to rejuvenate its roster. Powell, then 27, was a talented player, but Trent Jr., though younger, seemed to possess significant potential that could translate into a long-term asset for the Raptors. Given the circumstances, the trade was framed as a mutually beneficial swap, aimed at positioning both teams for future success.
Fast-forward to 2024, and the ramifications of that trade are crystal clear. While Gary Trent Jr. was initially seen as a promising addition, his tenure in Toronto came to an unceremonious end. After failing to secure a contract extension with the Raptors, Trent signed a one-year veteran minimum deal with the Milwaukee Bucks.
Unfortunately for Trent, his performance has been underwhelming, leading to his benching in favor of Andre Jackson Jr. The situation highlights a troubling trajectory for a player who was expected to be a cornerstone of Toronto’s future.
In stark contrast, Norman Powell has been carving out an impressive narrative in the NBA. Now, as a member of the Los Angeles Clippers, he is enjoying a statistical surge, averaging an astonishing 25.7 points per game. His shooting efficiency is remarkable, hitting 51.6% from the field and a staggering 49.4% from beyond the arc.
With former Clippers star shooting guard Paul George now a member of the Philadelphia 76ers, Powell has smoothly transitioned into a leading role, effectively taking on the offensive responsibilities for the team. If he continues to be this impressive throughout the season, Powell could become a strong contender in the discussions for the NBA Most Improved Player award.
Powell’s evolution as a player cannot be underestimated. He has transformed into a dynamic offensive threat, showcasing consistent improvement year over year. This transformation begs the question: did the Raptors misjudge Powell’s potential?
I understood the trade at the time. Gary was younger with more upside, while Powell looked like he had reached his ceiling. Neither of those appeared to be true, however.
— Tim W. (@the_picketfence) November 8, 2024
While their decision to trade him seemed prudent at the time, the results tell a different story. In hindsight, retaining Powell might have offered a more stable and effective option to build around, particularly given the uncertainty surrounding Trent’s performance. The current landscape of the Raptors is also worth examining.
The prospect of having Powell, a proven scorer and seasoned player, could have offered the franchise a reliable option as they navigate their transitional phase. Moreover, considering the ideal player archetype that a young team like the Raptors needs—someone who can effectively complement their key emerging talents—it appears that Powell would have fit the bill perfectly. His experience in the NBA and postseason success with Toronto, including the 2019 championship run, would have made him an invaluable asset.
Looking at the long-term implications, it’s evident that the Raptors might have overestimated their grasp of implied player potential in the trade. It’s fair to conclude that the Raptors failed to capitalize on their opportunity to retain a player who has only gotten better with age. In a league that rewards sharpshooters and offensive creators, Powell’s trajectory within the Clippers stands as a glaring reminder of what could have been.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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