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Dolly Parton e Walmart se unem e doam milhões para atingidos pelo furacão Helene

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Dolly Parton e Walmart se unem e doam milhões para atingidos pelo furacão Helene

A estrela norte-americana Dolly Parton, em parceria com a rede Walmart, anunciou a doação de US$ 2 milhões para ajudar as vítimas do Furacão Helene. O anúncio foi realizado em um evento promovido pela cantora!

O dinheiro vai ser encaminhado para a Mountain Ways, uma organização sem fins lucrativos dedicada a fornecer assistência imediata às vítimas das enchentes no Tennessee.

Além da doação de Dolly, o Walmart também anunciou a generosa quantia de US$ 10 milhões para instituições locais com o mesmo fim. No evento, Dolly disse que sente muito pela cidade e espera fazer a diferença com a doação. “Esse é meu povo e este é meu lar”, destacou.

Doações de Dolly

No evento, realizado no Walmart em Newport, primeiro Dolly disse que doaria US$ 1 milhão.

Depois, confirmou que vai usar parte do lucro de seus negócios, como o Dolly Parton’s Stampede e Pirates Voyage Dinner & Show, para oferecer mais US$ 1 milhão.

Assim, o total de contribuições feitas pela cantora ao Mountain Ways ficou na casa dos US$ 2 milhões!

“Eu só quero que vocês todos saibam que, como Eugene estava dizendo, lembram quando tivemos os incêndios, todos se empenharam, tentaram fazer de tudo o que podiam ,então eu realmente acho que este é o momento para eu me ajudar novamente. Para todos nós nos levantarmos e fazermos o que pudermos”, convidou a norte-americana.

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Walmart ajuda campanha

No mesmo evento, o presidente e CEO do Walmart US, John Furner, disse que a empresa também está comprometida em ajudar as vítimas da região.

“Estaremos aqui. Não até que a mídia vá embora, mas até que nos recuperemos, e é isso que vai acontecer aqui, nós vamos nos recuperar”, disse ele ao anunciar a quantia de US$ 10 milhões para a East Tennessee Foundation.

Dollywood vira local de entrega

Além do valor em dinheiro, Dolly já havia anunciado 60 mil máscaras reutilizáveis, 30 mil vestimentas de proteção descartáveis e 2,5 milhões de máscaras descartáveis para a limpeza no East Tennessee.

E a cantora não para por aí. Ela está muito comprometida em ajudar a reconstrução da região atingida.

Seu parque de diversões, o Dollywood, se tornou um local de entrega de doações para aqueles que desejam doar itens de limpeza, incluindo sacos de lixo, máscaras, fraldas, alimentos para bebês, suprimentos de primeiros socorros, entre outros.

No evento, quando questionada qual mensagem mandaria para aqueles que perderam tudo, ela deixou esperança.

“Estamos com vocês, nós amamos vocês. Esperamos que as coisas melhorem muito em breve e faremos a nossa parte para tentar tornar isso possível. Nós amamos vocês e nós agradecemos a vocês. E eu acho que com a ajuda de Deus e toda a ajuda de todas as pessoas boas nós vamos conseguir, nós vamos chegar”, finalizou.

Conhecida por filantropia

Dolly é muito conhecida pelo seu lado filantrópico.

Em 2021 ela doou parte das vendas de ingressos do parque e de seus shows para ajudar os afetados pelas enchentes no centro do Tennessee.

Em 2016 a artista também ajudou as famílias do Condado de Sevier depois que suas casas foram destruídas pelos incêndios florestais.

O parque da cantora, o Dollywood, se tornou um ponto de coleta de doações. Foto: Dollywood



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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