NOSSAS REDES

ACRE

Donald Trump e Kamala Harris em campanha na Pensilvânia; encontre nossas respostas para suas perguntas

PUBLICADO

em

O que lembrar do fim de semana

  • Harris e Trump pescoço a pescoço em dois estados indecisos.

Três semanas antes da votação de 5 de Novembro, uma sondagem New York Times/Faculdade Siena publicado no domingo dá-lhe menos de 60% das intenções de voto na comunidade hispânica – em pleno crescimento demográfico nos Estados Unidos – o que representaria o nível mais baixo para um candidato democrata em vinte anos. Ela só é creditada com uma vantagem de 19 pontos sobre seu oponente republicano dentro deste eleitorado estratégico em vários estados cruciais, notadamente no Sudoeste, como Arizona ou Nevada, ou sete a menos que Joe Biden em 2020. e 20 a menos que Hillary. Clinton em 2016. No domingo, o vice-presidente esteve na Carolina do Norte, estado vencido por um candidato democrata pela última vez em 2008 com Barack Obama, e recentemente devastado pelo furacão Helene. Bill Clinton fez campanha no domingo na Geórgia.

  • Os exames de saúde dos candidatos em questão

A Casa Branca divulgou no sábado um relatório médico concluindo que Kamala Harris possui 59 “a resistência física e mental necessária ao cumprimento dos deveres da presidência” dos Estados Unidos. O relatório particularmente detalhado foi publicado “com acordo” da candidata presidencial democrata em 5 de novembro, que espera alimentar um debate sobre as habilidades de seu rival republicano Donald Trump, de 78 anos. Segundo seu médico, o último exame médico da vice-presidente, em abril, não indicou nada “fora do comum” e beneficia de uma “excelente saúde”. O único tratamento notável: imunoterapia com alérgenos seguida por três anos para reduzir os sintomas de alergias sazonais. Perguntas sobre a idade, resistência e acuidade mental de Joe Biden dominaram a sua campanha, até que o presidente de 81 anos jogou a toalha em julho, após um debate desastroso com o ex-presidente republicano.

Leia também |

  • Donald Trump quer que o exército cuide “o inimigo interior”
  • Numa entrevista à Fox News no domingo à noite, Donald Trump disse que os militares deveriam ser usados ​​contra “o inimigo interior”.

    “Eu sempre digo que temos dois inimigos. Temos o inimigo de fora e temos o inimigo de dentro. E o inimigo interno, na minha opinião, é mais perigoso do que a China, a Rússia e todos esses países.”declarou o ex-presidente americano. “Acho que o maior problema são as pessoas que estão dentro. Temos pessoas muito ruins. Temos pessoas malucas, esquisitos de extrema esquerda”acrescentou. “Isso deve ser facilmente resolvido, se necessário, pela Guarda Nacional ou, se for realmente necessário, pelos militares.”declarou o candidato presidencial em 5 de novembro.

  • Homem é preso com armas fora de comício de Trump na Califórnia
  • Um motorista foi preso no sábado perto de um comício de Donald Trump em Coachella, Califórnia, em posse de várias armas possuídas ilegalmente. O suspeito, identificado como Vem Miller, um morador de Las Vegas de 49 anos, foi “em posse de um rifle, uma pistola carregada e um carregador de alta capacidade” em seu carro, disse o Gabinete do Xerife do Condado de Riverside, no leste da Califórnia, em um comunicado. Vem Miller foi libertado sob fiança de US$ 5.000 naquela mesma noite. Ele deve comparecer ao tribunal local em 2 de janeiro pelos crimes de “posse de arma carregada” et “posse de revista de alta capacidade”.

    Leia também |

  • Os Estados Unidos implantarão um sistema antimíssil em Israel contra o Irã
  • Os Estados Unidos disseram no domingo que enviariam um sistema americano de defesa antimísseis THAAD de alta altitude para Israel e forneceriam pessoal para usá-lo, uma medida destinada a fortalecer as defesas aéreas do Estado judeu após o grande ataque com mísseis realizado pelo Irã no início deste mês.



    Leia Mais: Le Monde

    Advertisement
    Comentários

    Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48

    You must be logged in to post a comment Login

    Comente aqui

    ACRE

    Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

    PUBLICADO

    em

    Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

    O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

    Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

    O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

    Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

    Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

     



    Leia Mais: UFAC

    Continue lendo

    ACRE

    Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

    PUBLICADO

    em

    Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

    A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

    Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

    Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

    O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

    “A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

    A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

    “Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

    Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

    A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

    Fhagner Soares – Estagiário

     



    Leia Mais: UFAC

    Continue lendo

    ACRE

    UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

    PUBLICADO

    em

    UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

    Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

    A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

    O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

    Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

    “O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

    O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

    Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

    Fhagner Soares – Estagiário



    Leia Mais: UFAC

    Continue lendo

    MAIS LIDAS