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em Cali, os estados terão que transformar em ação suas promessas de impedir a destruição da natureza

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O 16e A Conferência Mundial sobre Biodiversidade (COP16), que começa segunda-feira, 21 de outubro, em Cali, na Colômbia, não terminará com a assinatura de um acordo ou com compromissos completamente novos em favor da proteção do planeta. Esta reunião – equivalente à COP sobre o clima – não é menos importante: chegou a hora de implementar as promessas feitas há dois anos em Montreal, no Canadá.

Na COP15, em dezembro de 2022, as 196 partes da Convenção das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica adotaram o acordo Kunming-Montrealdescrito como o “acordo de Paris” da biodiversidade: contém vinte e três metas (proteger 30% da terra e dos mares, reduzir para metade o risco associado aos pesticidas, restaurar 30% das áreas degradadas, etc.) destinadas a pôr fim à perda de espécies e ecossistemas até 2030. Medidas que correspondam à urgência: a ciência demonstrou que a destruição da natureza está a atingir níveis recorde, colocando a humanidade em risco.

“Começamos (na COP15) com compromissos sem precedentes e compreensão da importância da biodiversidade, lembrou Astrid Schomaker, secretária executiva da Convenção sobre Diversidade Biológica, no final de agosto. Na COP16, as partes terão de demonstrar que podem colocar as suas promessas em prática. Fazer as pazes com a natureza é a tarefa definidora do século XXIe século. »

Os sinais actuais são alarmantes: quase um milhão de espécies animais e vegetais correm o risco de extinção nas próximas décadas, as populações de vertebrados selvagens estão a diminuir e os ecossistemas aproximam-se de perigosos pontos de ruptura. Mais de 6,3 milhões de hectares de floresta ainda serão destruídos em 2023, o equivalente a nove milhões de campos de futebol. As principais causas desta crise, todas ligadas às atividades humanas, são a destruição de habitats (especialmente devido à agricultura intensiva e à urbanização), a sobreexploração (pesca, madeira, caça, etc.), as alterações climáticas, a poluição (pesticidas, plástico, etc. .) e espécies invasoras. No entanto, as populações humanas dependem das espécies e dos ecossistemas para alimentação, aquecimento, cuidados de saúde, regulação do clima, resposta a fenómenos extremos e garantia do seu bem-estar.

“Motivos para ficar desapontado”

O primeiro objectivo da conferência de Cali será fazer um balanço dos progressos realizados nos últimos dois anos. Os países comprometeram-se a apresentar, antes da COP16, as suas novas estratégias nacionais, que deveriam reflectir os compromissos assumidos no quadro global. Mas em meados de Outubro, apenas cerca de trinta partidos (incluindo a França e a União Europeia) tinham apresentado os seus planos. Mais de 90 estados que não conseguiram finalizar uma estratégia abrangente revelaram certas metas nacionais. “Podemos perguntar-nos se isto é muito grave quando os países têm apenas seis anos para implementar os seus compromissos, temos motivos para estarmos desapontados”, reage Arnaud Gilles, chefe da diplomacia ambiental da WWF França.

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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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2026.09.18 Seminário PPGLI (2).jpg

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

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Painel Empreendedorismo Feminino, Summit-2026 (2).jpeg

O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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Doc Autismo-Do Luto à Luta (2).jpg

O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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