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DENÚNCIA

Em Tarauacá, internautas criticam quadra abandonada, e Secretaria Municipal de Esporte se mantém em silêncio

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Nas redes sociais, internautas criticam atos de vandalismo e descaso do poder público com quadra de grama sintética, construída com dinheiro público.

“Isso é vandalismo e não culpa da administração“, afirmou um internauta.

Secretaria Municipal de Esportes de Tarauacá não se manifestou sobre as denúncias.

Em Tarauacá, os moradores do Bairro Novo e Copacabana, receberam no dia 27 de fevereiro de 2016, uma quadra de grama sintética. A quadra recebeu o nome do falecido José Luiz de Souza, mas conhecido como “Decão”, um grande desportista de Tarauacá.

Atualmente a quadra “Decão” se encontra subutilizada e com indícios de atos de vandalismo e abandono, tanto por parte da Secretaria Municipal de Esportes, quanto pela comunidade local.

A imagem pode conter: planta e atividades ao ar livre

Semana passada, circularam nas redes sociais, imagens da quadra, e nas fotos percebe-se atos de vandalismo e descuido da própria comunidade, inclusive.

COMUNIDADE LOCAL NÃO CONSERVA

Na época em que a quadra foi entregue, o Erivandro Sobralino, que era presidente da associação dos moradores afirmou compromisso, que iria cuidar da quadra dada à comunidade. O que não foi feito.

OMISSÃO DO PODER PÚBLICO

O poder público municipal, através da Secretaria Municipal de Esportes ou Secretaria Municipal de Administração, não se manifestou quanto às denúncias de descaso envolvendo a quadra, que segundo informações compete ao município manter e conservar.

FALTA DE SENSO DE RESPONSABILIDADE COMPARTILHADA

O Portal Acre.com.br visitou o local, e constatou que os moradores locais também não zelam pela quadra. Há um forte sentimento e uma forte impressão por parte dos moradores locais que a responsabilidade é exclusiva da Prefeitura. Os moradores não possuem o senso de responsabilidade compartilhada pela conservação da quadra. Não entendem que a população tem o dever de fiscalizar o patrimônio público.

Se a Prefeitura ou a Secretaria de Esportes não cuida, nós também não vamos cuidar. Eles que devem fiscalizar. Lá tem gente que usa até drogas. Nunca veio ninguém da prefeitura aqui ver ou falar com a gente“, disse Henrique Nascimento, de 17 anos, residente nas proximidades da quadra.

O vereador Diógenes Fernandes também denunciou o descaso nas redes sociais, dizendo “Essa é a triste realidade das nossas quadras de Grama Sintética no nosso município“.

No Facebook, o internauta F Salles Ksbtv afirmou “isso é vandalismo e não culpa da administração“.

A imagem pode conter: planta, sapatos, atividades ao ar livre e água

CIDADES

Polícia ainda não conseguiu prender filho de deputado que está foragido em Rondônia

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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O empresário Cristian Silva, filho do deputado Manoel Moraes (PSB) ainda não foi encontrado pela  Polícia Civil. A justiça decretou a sua prisão e de mais seis pessoas na Operação Mitocôndria.

De acordo com Manoel Moraes, Cristian está participando de uma pescaria previamente agendada. “Eu cheguei no apartamento e soube que ele tinha ido a uma pescaria já programado a muito tempo. Estou mandando nosso pessoal ir atrás dele pra se apresentar”, disse.

A prisão de Cristian chegou a ser divulgada por ac24horas, mas a polícia informou que ele ainda não foi preso e que está a procura do empresário.

De acordo com os investigadores, Cristian é considerado foragido e estaria no Estado de Rondônia.

De acordo com os advogados de Cristian, ele deverá se apresentar as autoridades no período da tarde. O apartamento aonde reside foi alvo de busca e apreensão.

Como o ac24horas adiantou em duas reportagens publicadas nesta semana, um esquema pode ter movimentado mais de R$ 20 milhões no desvio de recursos públicos destinado a merenda escolar no Acre.

A justiça atendeu a representação da Polícia Civil e bloqueou, preliminarmente, R$ 5 milhões das contas dos investigados, além de tornar, temporariamente, indisponíveis bens móveis, imóveis e semoventes dos envolvidos.

A operação policial já conta com 2 meses de investigação com foco em desvio de recursos públicos relacionados a merenda escolar sendo apuradas diversas práticas como: entrega de produtos e itens com qualidade inferior ao contratado ou em quantidade menor, além falsificado de documento público, falsidade ideológica e associação criminosa entre outros crimes e irregularidades previstas na Lei de Licitações e Contratos Públicos.

Esquema da merenda contabilizou “consumo” de 60 toneladas de açúcar em 10 dias.

Durante a coletiva de imprensa, a Polícia Civil detalhou um pouco de como funcionava o esquema de desvio de recursos públicos destinados à merenda escola.

A frase “tirar comida da boca de criança”, nunca fez tanto sentido.

A organização criminosa que virou o conluio entre empresários e servidores públicos fazia com que estudantes consumissem produtos de qualidade abaixo do que era pago.

A matemática é simples. O empresário recebia por determinado produto especificado na licitação como diz as especificações do processo licitatório. Na hora da entrega, o empresário entregava um material bem abaixo na qualidade e, consequentemente, de valor bem menor. Com isso, enquanto os estudantes consumiam produtos de qualidade duvidosa, o empresário ganhava mais dinheiro, pagava o servidor que fazia vista grossa ao esquema.

Isso quando o produto era entregue, já que as investigações apontam que muitos produtos, mesmo não sendo entregues foram pagos normalmente.

Uma outra faceta do golpe era a entrega parcial dos produtos. O empresário entregava uma quantidade, mas nos documentos era lançado uma quantidade superfaturada e fraudulenta.

Era comum no esquema aparecer nas notas grandes quantias de produtos que deveriam durar diversos meses e como a quantidade real entregue era bem menor, os produtos acabavam rapidamente.

Outro esquema revelado era com a distribuição de carne. No contrato que se previa entrega de carne de primeira, os alunos se alimentavam de carne de segunda, com qualidade bem inferior.

O delegado Alcino Júnior confirmou algumas das descobertas da investigação. “Ainda é prematuro falar em número porque ainda estamos em investigação. Mas, podemos dizer, por exemplo, claramente que entregas foram feitas e por essas entregas os alunos teriam que ter consumido mais 60 mil quilos de açúcar em 10 dias”, diz.

Essas empresas, além de investigadas, vão passar por um procedimento administrativo e devem ficar proibidas de firmar contrato com o poder público.

 

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ACRE

Principal alvo da operação, filho do deputado Manoel Moraes é preso pela polícia

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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O empresário Cristian Silva Salves, filho do deputado estadual Manoel Moraes (PSB), foi um dos 7 presos durante a operação Mitocôndria, desencadeada pela Polícia Civil, através da Delegacia de Combate à corrupção – DECOR e Departamento de Inteligência – DI, na manhã desta quinta-feira, 9.

As autoridades cumprem ainda 20 mandados de busca e apreensão as sedes de 4 empresas em Rio Branco, Tarauacá e Xapuri, além dos armazéns de merenda escolar da SEE, em Rio Branco, Tarauacá, Sena Madureira e Cruzeiro do Sul.

Outro preso seria o cunhado do deputado, conhecido por Manoel Tarauacá, que teria sido detido em Rio Branco. Todas as empresas ligadas a família do parlamentar foram visitadas pela polícia. Em um dos armazéns os agentes da PC encontraram armas.

Como o ac24horas adiantou em duas reportagens publicadas nesta semana, um esquema pode ter movimentado mais de R$ 20 milhões no desvio de recursos públicos destinado a merenda escolar no Acre.

A justiça atendeu a representação da Polícia Civil e bloqueou, preliminarmente, R$ 5 milhões das contas dos investigados, além de tornar, temporariamente, indisponíveis bens móveis, imóveis e semoventes dos envolvidos.

A operação policial já conta com 2 meses de investigação com foco em desvio de recursos públicos relacionados a merenda escolar sendo apuradas diversas práticas como: entrega de produtos e itens com qualidade inferior ao contratado ou em quantidade menor, além falsificado de documento público, falsidade ideológica e associação criminosa entre outros crimes e irregularidades previstas na Lei de Licitações e Contratos Públicos.

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