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Escalação Al Rayyan x Al Ahli e onde assistir ao vivo o confronto de hoje

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O confronto entre Al Rayyan e Al Ahli, válido pela Liga dos Campeões da AFC, promete agitar o futebol asiático nesta segunda-feira, dia 21 de outubro de 2024. O jogo será disputado no estádio Ahmad Bin Ali, localizado em Al Rayyan, no Catar, e está marcado para as 15h (horário local).

Este é um duelo de grande importância para ambas as equipes, que estão em momentos distintos na competição. Al Ahli entra em campo em uma posição confortável, enquanto o Al Rayyan busca se recuperar na fase de grupos para continuar vivo no torneio.

Onde assistir ao vivo

Os torcedores que desejam acompanhar o jogo ao vivo podem sintonizar os principais serviços de streaming esportivo que cobrem a Liga dos Campeões da AFC. Além disso, a transmissão do jogo estará disponível em canais especializados que cobrem os jogos do torneio de clubes mais importante da Ásia. Os serviços de streaming online também terão a cobertura completa do confronto.

Al Rayyan: em busca da primeira vitória

O Al Rayyan tem uma missão difícil pela frente. O clube, que ainda não venceu na fase de grupos, acumula dois resultados negativos e ocupa a 12ª posição, precisando de uma vitória para não se complicar ainda mais no torneio. Com uma campanha abaixo do esperado, o time catariano precisa de uma recuperação urgente para continuar com chances de avançar na competição.

Al Ahli: um dos favoritos

Por outro lado, o Al Ahli chega embalado com 100% de aproveitamento nos dois jogos iniciais, ocupando a segunda posição no grupo. O clube saudita é um dos favoritos para avançar para a próxima fase e vai buscar mais três pontos para consolidar sua liderança. O time tem mostrado um ataque poderoso e uma defesa sólida, fatores que o colocam entre os candidatos ao título.

Prováveis escalações

As escalações das equipes ainda não foram confirmadas oficialmente, mas é possível prever os jogadores que devem iniciar o confronto com base nas partidas anteriores e no desempenho recente.

Al Rayyan (4-3-3 provável):

  • Goleiro: Fahad Younis
  • Defensores: Gabriel Mercado, Dame Traoré, Franck Kom, Yacine Brahimi
  • Meio-campistas: Khalid Muftah, Ahmed Yasser, Hatem Kamal
  • Atacantes: Yohan Boli, Shoja Khalilzadeh, Rodrigo Tabata

Al Ahli (4-4-2 provável):

  • Goleiro: Mohammed Al Owais
  • Defensores: Paulo Díaz, Fouad Youssef, Ali Majrashi, Abdulbasit Al-Hindi
  • Meio-campistas: Riyad Mahrez, Franck Kessié, Milad Mohammadi, Allan Saint-Maximin
  • Atacantes: Roberto Firmino, Riyad Budebouz

Expectativas para o jogo

Com base no retrospecto recente, o Al Ahli é o claro favorito para este confronto. O time saudita vem de uma série de boas atuações e tem em seus principais jogadores, como Mahrez e Firmino, uma grande esperança de gols. Já o Al Rayyan, que ainda não venceu na competição, precisará apostar em um jogo taticamente mais defensivo e buscar os contra-ataques para surpreender o adversário.

Outro ponto importante será a pressão sobre o Al Rayyan, que joga em casa e precisa entregar um bom resultado para sua torcida. No entanto, o favoritismo está ao lado do Al Ahli, que tem uma equipe mais equilibrada e vive um melhor momento.

Cronologia dos confrontos

Nos últimos encontros entre as equipes, o Al Ahli levou a melhor em várias ocasiões. O histórico de confronto direto favorece a equipe saudita, que venceu a maioria dos duelos recentes. Confira abaixo um resumo dos últimos jogos entre Al Rayyan e Al Ahli:

  • Março de 2023: Al Ahli 3 x 1 Al Rayyan
  • Agosto de 2023: Al Rayyan 0 x 2 Al Ahli
  • Setembro de 2024: Al Ahli 2 x 0 Al Rayyan

Esses resultados mostram que o Al Ahli tem se mostrado superior em campo, tanto defensivamente quanto ofensivamente, enquanto o Al Rayyan terá que superar um histórico desfavorável se quiser sair com os três pontos.

Impacto na tabela

A vitória neste jogo é crucial para ambas as equipes, mas por motivos diferentes. Enquanto o Al Ahli quer garantir sua classificação antecipada, o Al Rayyan está na luta para se manter vivo na competição. Caso o Al Rayyan perca, suas chances de avançar para as próximas fases praticamente se extinguem. Já uma vitória do Al Ahli pode consolidar sua liderança no grupo, deixando-o em uma posição confortável para as rodadas finais.

O duelo entre Al Rayyan e Al Ahli será um teste de resistência para o time catariano e uma oportunidade para o Al Ahli reafirmar sua boa fase. O futebol asiático está crescendo em relevância, e confrontos como esse mostram a qualidade e a competitividade dos clubes da região.

Para os torcedores que acompanharão o jogo, a expectativa é de uma partida emocionante, onde a qualidade técnica do Al Ahli deve prevalecer, mas o fator casa pode ser um trunfo importante para o Al Rayyan. Fica a expectativa se o time da casa conseguirá superar o favoritismo dos sauditas e surpreender com uma atuação inspirada.

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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