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Escola na principal academia de Mossbourne enfrenta revisão de salvaguarda | Academias

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Anna Fazackerley

Uma escola de um dos principais consórcios acadêmicos da Inglaterra enfrentará uma revisão de salvaguarda independente após um Observador investigação expôs alegações de abuso emocional de crianças ao longo de duas décadas.

Depois de uma reunião de emergência com várias agências na terça-feira, Jim Gamble, comissário independente para a proteção da criança Hackney no leste de Londres, confirmou na sexta-feira que lançou uma revisão local de práticas de proteção infantil – normalmente reservada para casos individuais graves de abuso ou negligência infantil – na academia Mossbourne Victoria Park (MVPA).

Desde o primeiro Observador história há três semanas sobre o tratamento de crianças na MVPA – com base em relatos de quase 30 pais – mais de 200 pais, alunos, ex-professores e clínicos gerais locais e psicólogos infantis apresentaram agora evidências em relação a esta escola e outra no trust, Mossbourne Academia Comunitária.

As alegações, que o governo descreveu no fim de semana passado como “profundamente angustiante”centrado na MVPA e na aclamada academia comunitária de Mossbourne (MCA), também em Hackney. Foi originalmente administrado por Sir Michael Wilshaw, que se tornou inspetor-chefe de escolas do Ofsted na Inglaterra de 2012 a 2016.

Ambas as academias foram classificadas como excelentes pela Ofsted – com a MVPA obtendo a classificação máxima apenas no ano passado – e são conhecidos por notas altas e disciplina super rigorosa.

As alegações incluem professores gritando de perto na cara das crianças, alunos com necessidades educativas especiais sendo punidos ou empurrados para outras escolas, e mais de 15 relatos de crianças do ensino secundário que urinaram ou se sujaram ou menstruaram através das roupas porque não lhes foi permitido ir ao banheiro ou estava com muito medo de perguntar.

Como o Observador divulgou a história em 24 de novembro de 2024.
Como o Observador divulgou a história em 24 de novembro de 2024.

Andy Leary-May, o pai que iniciou o Campanha de Mossbournedisse: “Muitas pessoas nos disseram que estavam esperando por este momento. É preciso coragem para falar. Os jovens estão sendo ouvidos, o que só pode ser bom.”

Numa carta informando os pais sobre a revisão na sexta-feira, Matthew Toothe, diretor da MVPA, disse: “O bem-estar dos seus filhos e mantê-los seguros está no centro de tudo o que fazemos, e levamos as nossas responsabilidades nesta área extremamente a sério”.

Disse não “reconhecer o retrato da academia” e sublinhou que o Ofsted destacou a eficácia da salvaguarda da escola na sua última inspecção. “A decisão e o momento desta revisão, na sequência da cobertura mediática, levantam questões sobre a razão pela qual os processos legais estabelecidos estão agora a ser rejeitados ou ignorados”, escreveu ele.

Outro grupo de pais da MCA escreveu ao Observador no último fim de semana, descrevendo a academia como uma “escola de sucesso com professores brilhantes e comprometidos”. Construída no local de uma “escola anteriormente fracassada”, a academia, disseram, “aspirava ao sucesso de cada uma” das suas crianças de um “grupo demográfico muito misto”.

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Acrescentaram: “Embora as regras possam ser draconianas… a grande maioria das crianças está bem ajustada, feliz e bem cuidada”. Colin Diamond, professor de liderança educacional na Universidade de Birmingham e ex-conselheiro em academias no Departamento de Educaçãoelogiou Hackney por fazer esta intervenção altamente incomum. Ele acrescentou: “O último governo conservador tolerou regimes de comportamento de tolerância zero nas escolas, mas (a secretária de educação) Bridget Phillipson é apaixonada pelo bem-estar das crianças. Imagino que a equipe dela ficou horrorizada com essas histórias perturbadoras.”

As academias não são financiadas pelas autoridades locais e muitos conselhos expressam, em privado, frustração pela falta de poderes para intervir quando têm preocupações.

A revisão independente da salvaguarda será liderada por Senhor Alan Madeiraque foi diretor de serviços infantis em Hackney por quase uma década, até 2015. Gamble disse que procuraria primeiro “determinar se as preocupações podem ser fundamentadas”. Ele acrescentou: “Procurará identificar quaisquer lições relativas à aplicação de políticas comportamentais e seu impacto nos alunos, famílias, funcionários e na comunidade escolar em geral”.

A Federação Mossbourne foi contatada para mais comentários.



Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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