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Estudante morto durante a ditadura militar foi homenageado em sessão especial

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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O Senado Federal homenageou em sessão especial, nesta quarta-feira passada (28/03), o estudante Edson Luís de Lima Souto, morto em 1968 durante o período militar. A data da sessão marca os 50 anos da morte do ícone estudantil. A homenagem está prevista para às 11h no Plenário da Casa.

Em março do quarto ano do regime militar, o falecimento do estudante, assassinado por um policial militar, causou comoção nacional, além de ter repercussão imediata no Senado. Edson Luís, de 18 anos, foi o primeiro “morto público” da ditadura.

Edson morreu durante ação da Polícia Militar (PM) no Restaurante Central dos Estudantes, conhecido como Restaurante Calabouço, no Rio de Janeiro. O local era conhecido por reunir estudantes engajados com a situação política do país e interessados em melhorias na educação pública.

Na tarde do dia 28 de março de 1968, estudantes organizavam um protesto, que foi reprimido pela Policia Militar, que invadiu o restaurante. Edson foi baleado à queima-roupa no coração e morreu na hora.

O pedido de realização da homenagem é dos senadores Lindbergh Farias (PT-RJ), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Lídice da Mata (PSB-BA), Regina Sousa (PT-PI), Paulo Paim (PT-RS) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). No requerimento, os parlamentares classificaram o acontecimento como uma “triste tragédia”. Segundo os senadores, o objetivo da sessão especial é “refletir sobre este evento, para que esta memória não se apague”. Por Agência Senado

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