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Estudantes fazem segundo dia do Enem 2024 neste domingo; saiba mais
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Estudantes em todo o Brasil realizam o segundo dia do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) neste domingo (10). Os portões fecham às 13h, e a prova terá início às 13h30.
Desta vez, os candidatos responderão 45 questões de matemática e 45 questões de ciências da natureza, que inclui as disciplinas de química, física e biologia.
Os participantes podem deixar a prova a partir das 15h30, já o horário limite é às 18h30.
Horários do Enem 2024
- Portões abrem às 12h
- Portões fecham às 13h
- Prova começa às 13h30
- Candidatos podem sair, mas sem o caderno de questões, a partir das 15h30
- Candidatos podem sair com o caderno de questões quando faltarem 30 minutos para o final da prova, ou seja, a partir das 18h
- Prova do segundo dia termina às 18h30
Perdi o primeiro dia de prova, posso fazer o segundo?
A resposta é sim, os estudantes que não puderam ir no primeiro dia devem fazer o exame neste domingo (10).
O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) possibilita que os participantes que tiveram problemas logísticos durante a aplicação do exame ou que tiveram alguma doença infectocontagiosa, como tuberculose, influenza humana A e B e covid-19, nas semanas do Enem solicitem a reaplicação da prova entre os dias 11 e 15 de novembro.
Se o pedido for aceito, os candidatos fazem apenas uma das provas, que serão nos dias 10 e 11 de dezembro.
Gabarito do primeiro dia de Enem
Assim como no primeiro dia do Enem, a CNN terá o gabarito extraoficial do exame neste domingo (10). A correção será realizada pelo SAS Educação em parceira com o colégio Ari de Sá, de Fortaleza (CE), e estará disponível em nosso portal após o fim da prova.
Como foi o primeiro dia do Enem
O primeiro dia do Enem 2024 foi dentro do esperado, segundo o Ministério da Educação.
Houve abstenção de 26,6% no exame. O número representa uma queda em relação a 2023 e 2022, quando 28,1% e 28,3% dos inscritos faltaram ao primeiro dia do exame, respectivamente.
Na semana passada, os participantes responderam a 90 questões, sendo 45 de linguagens, 45 de ciências humanas, além de uma redação, cujo tema tratou da herança africana no Brasil. A temática da redação repercutiu nas redes sociais e foi apontada por professores ouvidos pela CNN como acessível e necessário.
Longos textos e questões raciais e identitárias marcaram as provas de linguagens e ciências humanas. Outros destaques foram menção a Rita Lee, esportes, fake news e memes, além da COP e os desafios climáticos que o Brasil enfrenta.
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Primeiro dia da prova do Enem 2024 em Fortaleza • Caio Rocha/Ishoot/estadão conteúdo
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Candidatos chegam ao local de provas em Brasília para o primeiro dia do Enem 2024 • Marcelo Camargo/Agência Brasil
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Candidatos chegam ao local de provas em Brasília para o primeiro dia do Enem 2024 • Marcelo Camargo/Agência Brasil
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Candidatos chegam ao local de provas em Brasília para o primeiro dia do Enem 2024 • Marcelo Camargo/Agência Brasil
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Candidatos chegam ao local de provas em Brasília para o primeiro dia do Enem 2024 • Marcelo Camargo/Agência Brasil
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Candidatos chegam ao local de provas em Brasília para o primeiro dia do Enem 2024 • Marcelo Camargo/Agência Brasil
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Imagens dos candidatos às provas do Enem 2024 nas dependências da Universidade de Caxias do Sul (UCS), em Caxias do Sul, RS, neste domingo • ANTONIO MACHADO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
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Candidatos no local de provas em Brasília para o Enem 2024 • Marcelo Camargo/Agência Brasil
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Candidatos no local de provas em Brasília para o Enem 2024 • Marcelo Camargo/Agência Brasil
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Estudantes antes da abertura dos portões em São José dos Campos (SP) • Lucas Lacaz Ruiz/Estadão Conteúdo
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Candidatos no local de provas em Brasília para o primeiro dia do Enem 2024
O que pode levar no dia da prova?
Assim como no primeiro dia, é obrigatório que os candidatos levem:
- Caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente;
- Documento de identificação válido, físico ou digital.
Os documentos aceitos são:
- Cédulas de identidade expedidas por Secretarias de Segurança Pública, Forças Armadas, Polícia Militar e Polícia Federal;
- Identificação fornecida por ordens ou conselhos de classes que, por lei, tenha validade como documento de identidade;
- Passaporte;
- Carteira Nacional de Habilitação;
- Carteira de Trabalho e Previdência Social impressa e expedida após 27 de janeiro de 1997;
- Documentos digitais com foto: e-Título, CNH digital, RG digital e CIN digital, desde que apresentados no aplicativo gov.br.
Além disso, o Inep recomenda levar o cartão de confirmação de inscrição (mas não é obrigatório). E os inscritos ainda podem levar lanches e água para consumir durante o exame, afinal, são 5h de duração no segundo dia.
O que deve ser guardado no porta-objetos?
Ao chegar no local de prova, os estudantes recebem um envelope porta-objetos que deverá ser usado para guardar os itens proibidos durante a realização do exame, como celular e relógio.
É preciso manter os seguintes equipamentos dentro do porta-objetos, desligados e sob a carteira:
- Cartão de confirmação de inscrição;
- Declaração de comparecimento impressa;
- Telefone celular e equipamentos eletrônicos;
- Relógios e pulseiras inteligentes;
- Óculos escuro e artigos de chapelaria (bonés, viseiras, gorros ou similares);
- Caneta de material não transparente, lápis e lapiseira;
- Manuais, livros e anotações.
O que não pode levar para o exame?
Alguns objetos são proibidos nos locais de aplicação, como bebida alcoólica e armas de fogo (exceto para os casos previstos).
Os estudantes não podem entrar na sala de prova com:
- Bebida alcóolica, aberta ou fechada;
- Cigarros e derivados do tabaco;
- Quaisquer outras drogas ilícitas.
Quando sai o resultado?
O gabarito oficial e os cadernos de questões serão divulgados no portal do Inep no dia 20 de novembro. E o resultado final sairá em 13 de janeiro de 2025.
Como a nota do Enem é calculada?
O método utilizado na correção da prova é a Teoria de Resposta ao Item (TRI), uma metodologia estatística que vai além da quantidade de acertos, avaliando também a qualidade deles.
Segundo o Inep, o TRI leva em conta três variáveis que definem os valores de mínimo e máximo da prova.
- Parâmetro de discriminação: diferencia os participantes que dominam dos que não dominam o conteúdo da questão.
- Parâmetro de dificuldade: avalia a complexidade da questão. Quanto mais difícil o item, maior seu valor.
- Acerto casual (chute): considera a probabilidade de um participante acertar a questão sem dominar a habilidade exigida.
Na prática, espera-se que os estudantes que acertaram as questões mais difíceis também acertem as mais fáceis, já que, teoricamente, habilidades mais complexas requerem o domínio de habilidades mais simples.
O que fazer com a nota do Enem?
Os candidatos que fazem o Enem podem usar a nota do exame para ingressar em universidades públicas por meio do SiSU (Sistema de Seleção Unificada), ou em instituições privadas com bolsas por meio do ProUni (Programa Universidade para Todos).
O resultado também possibilita a inscrição no Fies (Fundo de Financiamento Estudantil), programa federal com o objetivo conceder financiamento a estudantes em cursos superiores não gratuitos.
Além disso, estudantes brasileiros que desejam ter uma experiência acadêmica no exterior podem ingressar em pelo menos 35 universidades de Portugal utilizando a nota do Enem.
Isso é possível por meio de um convênio entre o Inep com universidades, institutos politécnicos e escolas superiores do país europeu.
Como será a aplicação do Enem 2024
Segundo o Inep, cerca de 9 milhões de provas foram impressas e haverá 65 mil malotes de provas em circulação. Mais de 1.700 municípios receberão o Enem, em 140 mil salas.
Confira abaixo mais números relacionados à logística e segurança do Enem 2024:
- 1.753 municípios de aplicação
- Cerca de 10 mil locais de prova
- 10 mil coordenações de aplicação
- 140 mil salas de prova
- Mais de 300 mil colaboradores
- Cerca de 58 mil atendimentos especializados
- Mais de 78 mil recursos de acessibilidade
- Cerca de 9 milhões de provas impressas
- 18 cadernos de provas diferentes
- Mais de 300 milhões de páginas impressas
- 65 mil malotes de provas
- 22 mil caixas de materiais administrativos
- 2,5 mil contêineres desmontáveis leves
- 60 carretas transportadoras
- 10,8 mil rotas de transporte
Quais as principais mudanças no Enem nos últimos anos?
Criado em 1998, o Enem surgiu com o objetivo de avaliar o desempenho e alunos do ensino médio. Só no ano seguinte que se tornaria de fato um vestibular.
Uma curiosidade é que até 2001 as inscrições eram feitas apenas pelas agências dos Correios – depois passaram a ser aceitas também pela internet. Em 2002, com o exame já consolidado no país, 50% dos concluintes do ensino médio fizeram as provas.
É a partir de 2004 que o Enem passa a ter a identidade que tem hoje, sendo a principal porta de entrada para universidades públicas e particulares. Naquele ano, houve a associação a outros programas do governo federal, como o ProUni e SiSU.
Para os próximos anos, o MEC tem estudado a aplicação do chamado Novo Enem, com previsão de ser implementado em 2025. A principal diferença do novo formato é a adição de questões discursivas relacionadas à área de conhecimento escolhida pelo candidato.
*Com informações de Tamiris Gomes e Vitor Soares, colaborações para a CNN
Enem: quais documentos levar para a prova?
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC






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