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Flórida inocenta o técnico de basquete Todd Golden por acusações de perseguição e assédio | Basquete universitário
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2 anos atrásem
Associated Press
A Universidade da Flórida inocentou o técnico de basquete masculino Todd Golden após uma investigação do Título IX de quatro meses sobre alegações de exploração sexual, assédio sexual e perseguição.
A escola divulgou um comunicado na segunda-feira dizendo que nenhuma evidência foi encontrada e encerrou sua investigação.
“A Universidade da Flórida leva essas questões a sério e trabalha deliberadamente para garantir que o devido processo seja respeitado para todos”, disse o porta-voz da universidade, Steve Orlando, em comunicado. “Após uma investigação completa que incluiu dezenas de entrevistas nos últimos meses, a Universidade da Flórida não encontrou nenhuma evidência de que Todd Golden violou o Título IX. O escritório do Título IX encerrou sua investigação.”
Golden anteriormente evitou oportunidades de negar as acusações “por respeito ao processo” e ameaçou com ação legal, presumivelmente contra seus acusadores publicamente anônimos. Ele também atacou recentemente processos que deveriam ser confidenciais.
“Estou simplesmente frustrado e desapontado com o mecanismo do Título IX criado para proteger ambos os lados durante uma situação como esta – que a confidencialidade e a privacidade continuam a ser abusadas”, disse Golden no início deste mês, depois que o assistente técnico Taurean Green foi acusado de agressão sexual. em outro caso do Título IX.
A Associação Atlética Universitária da escola apoiou Golden durante toda a investigação e apoiou seu comentário sobre confidencialidade após o encerramento do caso.
“A UAA reconhece a conclusão da revisão”, disse a UAA em comunicado. “Levamos esses assuntos a sério e entendemos a necessidade de que o processo seja conduzido com estrita confidencialidade e discrição.
“Ao longo deste processo, o treinador Golden demonstrou enorme foco e profissionalismo, e nós o elogiamos por isso. À medida que os Gators avançam, reafirmamos o nosso compromisso em promover uma experiência de campeonato com integridade.”
A denúncia contra Golden acusou-o de enviar fotos e vídeos de sua genitália, fazer investidas sexuais indesejadas no Instagram e solicitar favores sexuais. O Independent Florida Alligator relatou as acusações pela primeira vez no início de novembro.
O Título IX foi concebido para proteger os estudantes da discriminação, incluindo o assédio sexual. A Flórida começou a terceirizar suas investigações do Título IX em 2023 para a Grand River Solutions, uma empresa privada com sede na Califórnia.
Golden, de 39 anos, assinou uma extensão de contrato de dois anos em março passado, que incluiu um aumento de US$ 1 milhão e elevou seu salário anual para US$ 4 milhões. O acordo vai até a temporada 2029-30. Ele tem 58-31 em três temporadas. Os Gators estão tendo sua melhor temporada em quadra em uma década e venceram 18 dos primeiros 20 jogos.
O contrato de Golden proíbe “relações românticas, amorosas e/ou sexuais entre qualquer treinador ou outro funcionário da Associação e qualquer estudante-atleta ou outra pessoa sujeita à supervisão, controle e/ou autoridade de tal treinador ou outro funcionário”.
Também diz que a universidade pode tomar medidas disciplinares se o treinador agir de uma maneira “que tenha um ‘efeito adverso’ ou cause uma ‘reflexão adversa’ na reputação, missão e/ou interesses” do departamento atlético ou da universidade.
O caso contra Green, entretanto, ainda está em andamento. Green é acusado de beijar uma funcionária do departamento de atletismo e tentar enfiar a mão nas calças dela em março de 2024, de acordo com denúncia analisada pela ESPN. A mulher disse que não relatou o suposto incidente na época, em parte por causa da situação de Green. Green, que ganhou campeonatos da NCAA como jogador dos Gators em 2006 e 2007, juntou-se à equipe de basquete em 2022, após uma carreira profissional no basquete.
A mulher disse à ESPN que se apresentou depois que os investigadores do Título IX que trabalham no caso de Golden pediram para entrevistá-la no outono passado sobre as interações de Golden com atletas femininas. Ela disse que a investigação a fez perceber que poderia haver preocupações sobre um padrão de comportamento dentro do programa.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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