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Gestão Pública

FOTOS: PREFEITURA DE TARAUACÁ AVANÇA COM OBRAS DE INFRAESTRUTURA

Com a chegada do verão amazônico, a Prefeitura de Tarauacá, através da Secretaria de Obras, vem intensificando os trabalhos de infraestrutura nas ruas do município.

A Secretaria de Obras está com duas frentes de serviços: uma trabalha na pavimentação da Rua Paulo Lins de Albuquerque. Já outra equipe trabalha na abertura das Ruas do Bairro Conquista.

De acordo com Secretário de Obras do Munícipio, Lulu Nery, “irão realizar abertura de todas as ruas do Bairro, logo em seguida será colocado areia de boa qualidade para que os moradores tenha um acesso de qualidade”, disse o Secretário.

A Prefeita de Tarauacá, Marilete Vitorino, destacou que “neste verão iremos intensificar os trabalhos para melhorar a infraestrutura da nossa cidade”.

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Após bomba quebrar duas vezes, abastecimento de água no AC fica comprometido por uma semana

G1AC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Todos os bairros foram afetados, segundo Depasa. A bomba foi consertada neste sábado (1) e abastecimento deve ser regularizado até segunda-feira (3). Todos os bairros foram afetados após bomba quebrar duas vezes seguidas em Rio Branco Alexandre Noronha/Asscom Depasa A bomba principal de captação da Estação de Tratamento e Abastecimento de Água (ETA), que abastece a capital acreana, Rio Branco, quebrou duas vezes consecutivas e comprometeu o abastecimento de toda a cidade por uma semana. Segundo o secretário de Estado de Infraestrutura e do Desenvolvimento Urbano (Seinfra), Thiago Caetano, alguns bairros ficaram de 2 a 3 dias sem água. O secretário não soube informar quantos bairros ficaram sem água por conta da situação. A previsão é que o abastecimento seja normalizado até esta segunda (3). Caetano explicou que a bomba quebrou na última segunda-feira (27) e a previsão era que fosse arrumada até quarta (29). Porém, quando os técnicos foram tentar religar, ela acabou quebrando novamente e só foi consertada neste sábado. Conforme o secretário, a quebra da bomba principal reduz em até 50% o abastecimento da cidade. Bairros que costumam receber de 3 a 4 horas de água, só receberam 2 horas esta semana e outros ficaram totalmente sem abastecimento. “Em maior ou menor proporção, todos os bairros foram afetados, porque realmente foi a bomba principal que quebrou. Alguns sofreram apenas uma redução do horário de abastecimento e outros, que estão em uma posição mais extrema, realmente ficaram sem abastecimento uns dois ou três dias”, afirmou o secretário.

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ACRE

MEC proíbe professores, aluno se pais de divulgar protesto

Acrenoticias.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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O Ministério da Educação divulgou uma nota em que afirma que professores, servidores, funcionários, alunos e até mesmo pais e responsáveis não são autorizados a divulgar e estimular protestos durante o horário escolar. O anúncio foi feito na tarde de quinta-feira (30).

Em seguida, orienta que sejam feitas denúncias por meio do site ouvidoria do MEC.

A medida representa mais uma ofensiva da pasta em meio a um novo dia de manifestações pelo país contra o bloqueio de verbas do setor. O primeiro dia de protestos ocorreu em 15 de maio.

Na nota, a pasta justifica a medida dizendo que nenhuma instituição de ensino pública tem prerrogativa legal para incentivar movimentos políticos partidários e promover a participação de alunos em manifestações.

Questionado pela reportagem a respeito do amparo legal das medidas e sobre o que levou a pasta a citar que até mesmo pais não estão autorizados a divulgar os protestos, o ministério ainda não respondeu.

Além de vetar a divulgação das manifestações em horário escolar, o ministério também diz em nota que servidores públicos que participarem dos eventos podem ter o ponto cortado.

Vale ressaltar que os servidores públicos têm a obrigatoriedade de cumprir a carga horária de trabalho e podem ter o ponto cortado em caso de falta injustificada. Ou seja, os servidores não podem deixar de desempenhar suas atividades nas instituições de ensino para participarem desses movimentos”, diz o comunicado.

Na véspera dos protestos, em vídeo divulgado em suas redes sociais, o ministro Abraham Weintraub havia dito que há “coação” por parte de professores pela participação dos estudantes nos atos.

“Estamos recebendo aqui no MEC [Ministério da Educação] cartas e mensagens de muitos pais de alunos citando explicitamente que alguns professores, funcionários públicos, estão coagindo os alunos e que serão punidos de alguma forma caso eles não participem das manifestações”, disse o ministro.

“O MEC está fazendo um esforço muito grande para que o ambiente escolar não seja prejudicado por uma guerra ideológica que prejudica o aprendizado dos alunos”, afirmou Weintraub.

No dia do primeiro ato contra os bloqueios na educação, em 15 de maio, o presidente Jair Bolsonaro chamou quem foi às ruas de imbecis e “idiotas úteis” usados como “massa de manobra”. No entanto, uma semana após a mobilização o governo repôs parte da verba contingenciada da área.

Com o uso de recursos de uma reserva, destinou ao Ministério da Educação um total de R$ 1,6 bilhão 21% do valor que havia sido contingenciado (R$ 7,4 bilhões). Nas universidades federais, o corte chega a R$ 2 bilhões, o que representa 30% da verba discricionária (que não inclui gastos obrigatórios como salários, por exemplo).

O principal objetivo das manifestações, segundo os organizadores, é mostrar à população que os cortes no orçamento da educação prejudicam o ensino, a pesquisa e os serviços prestados pelas instituições do setor à sociedade.

Leia a nota na íntegra

“O Ministério da Educação (MEC) esclarece que nenhuma instituição de ensino pública tem prerrogativa legal para incentivar movimentos político-partidários e promover a participação de alunos em manifestações.

Com isso, professores, servidores, funcionários, alunos, pais e responsáveis não são autorizados a divulgar e estimular protestos durante o horário escolar. Caso a população identifique a promoção de eventos desse cunho, basta fazer a denúncia pela ouvidoria do MEC por meio do sistema e-Ouv.

Vale ressaltar que os servidores públicos têm a obrigatoriedade de cumprir a carga horária de trabalho, conforme os regimes jurídicos federais e estaduais e podem ter o ponto cortado em caso de falta injustificada. Ou seja, os servidores não podem deixar de desempenhar suas atividades nas instituições de ensino para participarem desses movimentos.

Cabe destacar também que a saída de estudantes, menores de idade, no período letivo precisa de permissão prévia de pais e/ou responsáveis e que estes devem estar de acordo com a atividade a ser realizada fora do ambiente escolar.”

do YacoNews

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