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Four things to watch for in Ravens-Chargers on Monday night on ESPN, NFL+

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  • WHERE: SoFi Stadium (Inglewood, Calif.)
  • WHEN: 8:15 p.m. ET | ABC, ESPN, ESPN2, ESPN Deportes, NFL+

Conditions for the Harbowl could not better.

John Harbaugh’s Ravens and Jim Harbaugh’s Chargers enter Monday night as certified contenders having made equal contributions in the win column for their combined 14-7 record.

Baltimore has played an extra game, a loss, which has it sitting just behind Los Angeles as the No. 6 seed in the AFC playoff picture entering Sunday. For now, there’s some room to breathe between the two squads and the teams located on the bubble — the Ravens and Chargers are both sitting pretty with their chances of making the postseason currently at 95% and 92%, respectively. However, a loss for either club would still serve as a stark reminder that objects in the rearview are closer than they appear.

Should the Ravens bounce back from last week’s divisional loss to the Steelers and win, their playoff odds move to 99%. The Chargers would jump to 98% with their fifth straight victory.

Those are the stakes for the Week 12 finale, which fittingly appears to be the best of the entire slate: One team will take yet another step toward a playoff berth, and one brother will also gain bragging rights until they meet again.

Here are four things to watch for when the Ravens visit the Chargers on Monday night on ESPN and NFL+:

1) Jim vs. John. Jim Harbaugh might have downplayed facing off against his older brother this week, but that won’t stop everyone else from hyping it up. The two have played each other twice before, when Jim was the head coach of the San Francisco 49ers. Those matchups, another Week 12 game in 2011 and Super Bowl XLVII in February 2013, both went to John and the Ravens. It’s been nearly a dozen years since that 34-31 Super Bowl classic, and yet the Harbaughs remain the only pair of brothers in NFL history to ever face off as head coaches. It also just so happens that the game falls on the 63rd wedding anniversary of Jim and John’s parents, Jack and Jackie, who will not be in attendance but will be watching as Harbowl III takes place.

2) Lamar Jackson seeks return to MVP form. Coming off what was easily his worst performance of the year against the league’s second-best scoring defense, Jackson now faces the unenviable task of trying to rebound against the league’s top scoring D. He posted season lows with a 48.5 completion percentage and a 66.1 passer rating against Pittsburgh as Baltimore failed to score 20 points for the first time this season. The good news, at least looking directly ahead, is that such an underperformance is par for the course for Jackson versus the rival Steelers. It’s not necessarily indicative of a downward trend. More good news? Jackson has typically trounced No. 1 defenses during his career. He’s gone 3-0 against those units while averaging 29.3 points per game with a 111.0 passer rating, 4-0 touchdown-to-interception ratio and four rushing scores. It won’t be easy, but Jackson has proven capable of humbling powerhouse opponents in the past.

3) Will the Chargers keep airing it out? There was never any doubt entering the season regarding Jim Harbaugh’s vision for the Chargers. They were going to run the rock, and they did — especially out of the gate. In L.A.’s first two games, the team tallied 176 and then 219 rushing yards. Justin Herbert’s high in pass attempts over his first four weeks was 27, and he eclipsed 150 yards passing just once. But then Harbaugh, who has also left no doubt how smitten he is with his quarterback, seemingly gave Herbert the green light. Over the Chargers’ past six contests, Herbert has fallen under 27 pass attempts just once. He’s yet to go sub-150 passing yards again and four times has eclipsed 250, the highest such outing coming only a yard shy of 350. Against the Ravens, who not only light up the scoreboard with regularity but also sport the NFL’s worst passing defense, the stage is again begging for Herbert to sling it. He’ll do so with the help of burgeoning receivers Quentin Johnston and Ladd McConkey and resurgent tight end Will Dissly, who is having a career year.

4) “Ravens West” host Baltimore. The familiar feeling between these two clubs does not end at the sibling rivalry. There are countless Chargers players, coaches and personnel who once called Baltimore home. General manager Joe Hortiz worked in the Ravens organization from 1998-2023, rising to director of player personnel before taking the GM job with Los Angeles in January. Chargers offensive coordinator Greg Roman served as Baltimore’s OC from 2019-2022, leading a top-three rushing attack each season. Chargers defensive coordinator Jesse Minter? He assisted Baltimore’s D from 2017-2020. Even Jim Harbaugh played QB for the team in 1998. Between the lines, current players who have transitioned from purple to powder blue include running backs J.K. Dobbins and Gus Edwards, tight end Hayden Hurst and offensive linemen Bradley Bozeman and Sam Mustipher. TE Eric Tomlinson and safety Tony Jefferson, both L.A. practice squad members, also belong to that group. There’s a ton of crossover and plenty of shared football philosophies. Soon, we’ll find out who’s the better for it.

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Licenciatura Indígena realiza defesa de TCCs em aldeias no Juruá — Universidade Federal do Acre

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O curso de Licenciatura Indígena, do campus Floresta da Ufac, realizou o 1º Seminário Acadêmico de Apresentação de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs). O evento possibilitou a defesa de 16 trabalhos nas aldeias Barão, da terra indígena Puyanawa, em Mâncio Lima (AC), e Morada Nova, na terra indígena Katukina/Kaxinawá, em Feijó (AC). As atividades ocorreram entre 25 de setembro e 2 de outubro, envolvendo estudantes, professores, egressos do curso, pós-graduandos e as comunidades locais.

Os TCCs defendidos nas aldeias são de autoria de discentes que ingressaram na Ufac em 2023 e deverão colar grau no início de 2027. Os temas das pesquisas contemplaram variados aspectos da vida indígena, abrangendo história, biografia, mitologia, organização política, território, medicina tradicional, grafismos, gênero, terminologias linguísticas, educação especial, atividade cinegética e rituais tradicionais.

A viabilização das defesas nas aldeias ocorreu pela primeira vez em 18 anos de existência da graduação e está de acordo com a pedagogia da alternância, pela qual parte da carga horária do curso é realizada nas comunidades indígenas dos alunos, por meio de pesquisa e extensão. Os recursos para realização do evento foram provenientes de projeto de extensão com o mesmo nome do seminário.

As bancas de avaliação foram compostas por docentes do curso, egressos de outras turmas da Licenciatura Indígena e egressos indígenas de outros cursos da Ufac, inclusive da pós-graduação. Também compuseram algumas bancas pessoas reconhecidas por suas comunidades com “notório saber”, expediente previsto no regulamento de TCC do curso. Além de familiares dos estudantes e moradores das aldeias, indígenas de outras etnias estiverem presentes no seminário.

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Organização

A atividade no município de Mâncio Lima, que é vizinho ao campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), ocorreu num só dia, em 25 de setembro, com a defesa de dois TCCs. Já para o evento em Feijó foi necessário um deslocamento de ônibus, com duração de quase seis horas, em 30 de setembro, até o porto da cidade. E, à noite, uma embarcação levou cerca de 20 pessoas até a aldeia Morada Nova, onde houve uma recepção musical para o grupo. Na manhã do dia seguinte começaram as defesas, que prosseguiram até 2 de outubro.

1º Seminário Acadêmico de Apresentação de TCCs-2026 (4).png



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Herbário da Ufac participa do 76º Congresso Nacional de Botânica — Universidade Federal do Acre

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Ufac no 76º Congresso Nacional de Botânica-2026 (2)x.png

A servidora Júlia Gomes da Silva, curadora do Herbário da Ufac, vinculado ao Parque Zoobotânico (PZ), representou a instituição no 76º Congresso Nacional de Botânica e 15º Encontro de Botânicos do Centro-Oeste, eventos ocorridos de 11 a 16 de outubro, em Campo Grande. Ela participou de mesa-redonda com apresentação das coleções dos herbários da região Norte.

Na ocasião, os curadores discutiram avanços, desafios estruturais e o futuro das coleções científicas do país. Durante sua exposição, Júlia conduziu o público por uma linha do tempo que remonta a 22 de outubro de 1979, data da primeira coleta registrada no campus-sede da Ufac: uma ‘Vismia’ (gênero científico de planta) coletada por L. Coêlho. Em razão desse registro, o herbário da Ufac comemora 47 anos nesta quinta-feira, 22.

Júlia destacou perspectivas importantes para o cenário científico acreano. Entre os projetos de destaque estão investimentos viabilizados via Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), incluindo a projeção de um novo prédio de cerca de 600 metros quadrados e a aquisição de armários compactadores modernos para garantir a preservação do acervo em longo prazo.

Também representaram a Ufac estudantes do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), e a professora Simone Reis. A universidade enviou 11 resumos, dos quais oito foram apresentados. O evento possibilitou a troca de experiência com botânicos do país e conversas sobre parcerias de trabalho, incluindo a realização de expedições para grupos de plantas pouco estudados no Acre.

Herbário

O Herbário da Ufac tem uma equipe técnica composta por Júlia Gomes da Silva, Izailene Saar e colaboradores, como a ex-curadora e atual vice-reitora Almecina Balbino, o técnico Davi Borges e estagiários. O acervo abriga preciosidades da flora amazônica e sul-americana, registrando a superação de gargalos históricos de digitalização e integrando atualmente plataformas globais de dados de biodiversidade, como o SpeciesLink e o Global Biodiversity Information Facility.

Entre os marcos recentes destacados está o avanço na informatização de milhares de registros e a aposta em inovações, como a participação na Rede de Herbários Espectrais da Amazônia, que utiliza a espectroscopia no infravermelho próximo (tecnologia NIR portátil) para otimizar a identificação de espécies diante da escassez de taxonomistas na região.

A informatização completa do acervo ainda está em processo e figura como um dos principais objetivos da equipe, que agradeceu à direção do PZ e à Ufac pelo apoio contínuo aos servidores e à coleção, além de exaltar o esforço coletivo dos bolsistas, voluntários e parceiros que documentam, protegem e estudam a flora e funga brasileira.



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Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre

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Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) realiza até esta sexta-feira, 23, a 3ª Semana Acadêmica de Física, no prédio do curso, no campus-sede, em Rio Branco. Iniciado nessa segunda-feira, 19, o evento retoma as atividades presenciais da semana acadêmica após seis anos de interrupção, causada pela pandemia de covid-19 e pela reorganização do calendário universitário.

A programação tem atrações abertas ao público, como oficinas de astronomia, observação do Sol com telescópio e um planetário móvel, instalado no segundo andar do prédio de Física. Há ainda palestras, apresentações de pesquisas de estudantes e minicursos práticos de elaboração de material didático, física experimental, criação de mapas, processamento de dados e sismologia.

Organizada em três eixos temáticos, a semana é voltada aos estudantes da licenciatura e do bacharelado em Física e do curso de Física Aplicada às Ciências da Terra. Os primeiros dias tiveram debates e palestras sobre o ensino de física e a formação docente. Em seguida, a programação trata de física pura, como mecânica quântica, relatividade e física de partículas, e termina com geofísica, astronomia e fenômenos naturais.

Segundo o coordenador do evento e professor do curso de Física, Victor Carreira, a retomada presencial reaproxima o curso da comunidade externa e das escolas de educação básica. Turmas do Instituto Federal do Acre visitaram a semana, e escolas da rede pública foram convidadas.

“A semana acadêmica é muito importante tanto para os nossos alunos quanto para a comunidade em geral de Rio Branco”, disse Carreira. “É uma oportunidade para jovens do ensino médio conhecerem a universidade e vivenciarem a ciência na prática.”

A cerimônia de encerramento ocorre nesta sexta-feira, 23, à tarde.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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