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Onde assistir ao vivo Seattle Seahawks x Minnesota Vikings pela NFL
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O confronto entre Seattle Seahawks e Minnesota Vikings no próximo domingo, 22 de dezembro de 2024, promete ser um dos jogos mais eletrizantes da temporada regular da NFL. Com início marcado para as 18h05, horário de Brasília, o embate será realizado no Lumen Field, estádio conhecido por sua atmosfera intensa e apaixonada, em Seattle. Ambas as equipes estão em momentos decisivos da temporada, buscando consolidar suas posições para os playoffs, o que aumenta ainda mais a importância do jogo.
Os torcedores brasileiros terão a oportunidade de assistir à partida ao vivo pela ESPN4 e pelo streaming Disney+, que prometem uma cobertura completa do evento. Com as expectativas em alta, Seattle Seahawks e Minnesota Vikings entram em campo trazendo um histórico rico de confrontos, além de desempenhos recentes que os colocam como fortes candidatos a vitórias decisivas nesta reta final.
Além do jogo em si, a atmosfera em torno do evento também desperta curiosidade, com ingressos esgotados, presença de astros da NFL, e um possível impacto climático que pode mudar o rumo da partida. Será um embate entre dois times que carregam histórias, rivalidades e um momento único na temporada.
Histórico de confrontos e desempenhos
Seattle Seahawks e Minnesota Vikings já se enfrentaram 19 vezes na história da NFL, com 13 vitórias para os Seahawks e apenas seis para os Vikings. A última vitória dos Vikings ocorreu em 2021, quando venceram por 30 a 17, rompendo uma série de derrotas consecutivas contra Seattle. Apesar da vantagem histórica dos Seahawks, os Vikings vêm demonstrando um excelente desempenho nesta temporada.
Nos últimos cinco jogos, o Seattle Seahawks conquistou quatro vitórias e sofreu apenas uma derrota. Entre os triunfos, destacam-se os jogos contra os 49ers e os Jets, enquanto a derrota mais recente para os Packers mostrou fragilidades na defesa. Já os Vikings, invictos nos últimos cinco confrontos, vêm embalados por vitórias expressivas contra times como Falcons e Titans, reforçando sua força tanto ofensiva quanto defensiva.
Escalações e destaques individuais
As escalações prováveis indicam que o jogo será um espetáculo de talentos. Pelo lado dos Seahawks, o quarterback Geno Smith lidera o ataque, ao lado de jogadores-chave como DK Metcalf e Tyler Lockett. A linha ofensiva, composta por nomes como Charles Cross e Abraham Lucas, terá um papel crucial para proteger Smith e abrir caminho para as corridas de Zach Charbonnet.
Os Vikings, por sua vez, apostam em Kirk Cousins como o comandante do ataque. Justin Jefferson, um dos melhores wide receivers da liga, promete ser uma ameaça constante para a defesa de Seattle, enquanto Jordan Addison e T.J. Hockenson completam o arsenal ofensivo. Na linha defensiva, a equipe busca compensar as ausências de jogadores como Christian Darrisaw e Mekhi Blackmon.
Lesões também desempenham um papel importante na preparação das equipes. Enquanto os Seahawks enfrentam a ausência de jogadores como Joshua Onujiogu e George Fant, os Vikings estão atentos à situação de CJ Ham e Harrison Smith, que são considerados questionáveis para o jogo.
Impacto das condições climáticas
A previsão do tempo para Seattle no dia do jogo aponta para períodos de chuva, com temperaturas variando entre 10°C e 8°C. Essas condições podem influenciar significativamente o desempenho das equipes, especialmente no jogo aéreo. Geno Smith e Kirk Cousins precisarão adaptar suas estratégias, com maior foco no jogo terrestre, que pode se tornar uma vantagem para os running backs Zach Charbonnet e Alexander Mattison.
Além disso, o Lumen Field, conhecido por ser um dos estádios mais barulhentos da NFL, oferece uma vantagem natural para os Seahawks. A presença de torcedores apaixonados, combinada com o clima hostil, pode dificultar a comunicação dos Vikings em campo.
Dados e estatísticas relevantes
- Os Vikings lideram a liga com 55 passes completados de 20 ou mais jardas nesta temporada, mostrando a força de seu jogo aéreo.
- A defesa dos Seahawks permitiu uma média de 22 pontos por jogo nos últimos cinco confrontos, uma estatística que pode ser explorada pelo ataque dos Vikings.
- Justin Jefferson acumula mais de 1.500 jardas recebidas na temporada, consolidando-se como uma das maiores ameaças ofensivas da NFL.
- Geno Smith, apesar de oscilações recentes, mantém uma média de 250 jardas por jogo, sendo crucial para o ataque dos Seahawks.
Curiosidades e fatos marcantes
- O Lumen Field detém o recorde de maior volume de som registrado em um estádio da NFL, o que representa uma dificuldade adicional para os times visitantes.
- Desde 2005, os Seahawks apresentam um dos melhores desempenhos como mandantes, vencendo mais de 70% dos jogos realizados em casa.
- O confronto marca a primeira vez em três anos que as equipes se enfrentam em Seattle, adicionando um elemento de novidade à rivalidade.
Expectativas nas redes sociais
Nas redes sociais, a hashtag #SEAvsMIN tem dominado as discussões entre os torcedores, que compartilham palpites, memes e declarações de apoio às equipes. Vídeos de treinos e análises pré-jogo publicados por analistas e fãs aumentam o entusiasmo, criando um clima de antecipação para o grande dia.
Jogadores como Justin Jefferson e DK Metcalf também têm atraído atenção nas plataformas digitais, com publicações que destacam sua preparação e foco para o confronto. Essa interação entre atletas e torcedores reforça o impacto social e cultural do esporte, que transcende os limites do campo.
Listagem de destaques para acompanhar no jogo
- Geno Smith e Kirk Cousins: quem terá melhor desempenho no comando de seus times?
- Justin Jefferson contra a defesa dos Seahawks: será um duelo de estratégias.
- O impacto das condições climáticas no jogo aéreo.
- O papel dos running backs em um jogo que pode privilegiar corridas.
- A performance das defesas em momentos decisivos.
Preparativos finais e ingressos esgotados
Os ingressos para o jogo já estão esgotados, refletindo a enorme expectativa dos fãs. Para muitos, a oportunidade de ver times tão competitivos em um jogo decisivo é imperdível. O Lumen Field deve receber mais de 68.000 torcedores, criando um cenário de pura emoção e adrenalina.
Por trás dessa logística, há um impacto econômico significativo para a cidade de Seattle, que se beneficia com o aumento do turismo e consumo local. Restaurantes, hotéis e comércios esperam um aumento substancial no movimento durante o final de semana.
Dicas para os fãs acompanharem o jogo
- Chegue cedo para garantir os melhores lugares e evitar filas no estádio.
- Fique atento às condições climáticas e leve roupas apropriadas para chuva.
- Durante o jogo, acompanhe as atualizações em tempo real por meio de aplicativos ou transmissões ao vivo.
Com a proximidade dos playoffs, o confronto entre Seahawks e Vikings representa mais do que uma simples partida. É um teste de força, estratégia e resistência, com cada time buscando provar sua capacidade de superar adversidades e se firmar como candidato ao título. A rivalidade, combinada com a atmosfera única do Lumen Field, promete um espetáculo inesquecível para fãs e jogadores.

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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