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Gigante chinesa desafia Elon Musk no Brasil! ‘Starlink da China’ fecha acordo com governo federal e desbanca empresa do bilionário com promessa de revolucionar mercado de internet via satélite nacional!

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14/11/2024 às 08:36

A hegemonia da Starlink, empresa de Elon Musk, pode estar com os dias contados no Brasil. Isso porque o governo federal está se movimentando para diversificar o mercado de internet via satélite. E a principal novidade vem da China: a SpaceSail, uma empresa que já opera com satélites de órbita baixa e promete ser uma forte concorrente da Starlink por aqui. Continue lendo para saber tudo sobre essa ‘Starlink da China’ e como essa nova internet entrará no mercado brasileiro.

Atualmente, a Starlink detém quase 46% do mercado brasileiro de internet via satélite, segundo dados da Anatel. Isso se deve ao seu diferencial: satélites de baixa órbita que oferecem uma qualidade de conexão mais próxima da banda larga fixa, algo inédito até então.

Mas o cenário está prestes a mudar. A SpaceSail, com sede em Xangai, já conta com 18 satélites em operação e tem planos ambiciosos: lançar até 15 mil satélites até 2030. Para comparação, a Starlink opera cerca de 6 mil satélites atualmente. Esses números são animadores, e o governo federal acredita que a entrada da SpaceSail pode quebrar o domínio da empresa de Elon Musk.

— ARTIGO CONTINUA ABAIXO —

A chegada de um concorrente da Starlink não é apenas uma questão de diversificação do mercado, mas também de segurança estratégica para o Brasil. Como explicou Hermano Barros Tercios, secretário de Telecomunicações, é crucial que o país tenha mais fornecedores para garantir um serviço essencial em áreas onde a fibra ótica não chega, como regiões rurais e locais remotos.

A competição pode trazer ainda uma redução nos custos. Hoje, o acesso à internet via satélite ainda é caro, o que limita seu alcance. Com a entrada da SpaceSail, a expectativa é que os preços caiam, tornando o serviço mais acessível para o consumidor final.

A nova fronteira da internet via satélite

Tanto a Starlink quanto a SpaceSail utilizam satélites LEO (Low Earth Orbit), ou de órbita baixa. Esses satélites operam a uma distância média de 549 km da superfície, bem menor que os convencionais, que ficam a quase mil quilômetros. Essa proximidade reduz a latência, proporcionando uma experiência de navegação muito mais fluida.

Com essa tecnologia, serviços como streaming, videoconferências e até jogos online podem ser realizados com uma qualidade surpreendentemente alta, mesmo em áreas isoladas. É aí que a SpaceSail pode se destacar, oferecendo uma infraestrutura robusta que compete diretamente com a da Starlink.

O papel dos satélites na mobilidade urbana

Quando falamos em mobilidade urbana, a internet via satélite tem um papel fundamental. Ela não só conecta regiões remotas, mas também é vital para sistemas de transporte, como embarcações, aviões e até carros autônomos no futuro. A expansão desse mercado é essencial para garantir que todos, independentemente de onde estejam, tenham acesso à internet.

A China já demonstrou sua força nesse setor com a constelação Beidou, que supera o GPS dos EUA em número de satélites. Esse avanço tecnológico coloca o país em uma posição privilegiada para competir com empresas americanas como a Starlink. A concorrente da Starlink é um reflexo dessa capacidade, e sua entrada no mercado brasileiro reforça a importância de diversificar as fontes de conectividade.

O plano do governo federal de trazer a SpaceSail ao Brasil pode ser um divisor de águas para o setor de telecomunicações. Com uma demanda crescente por conexão de qualidade e o aumento da dependência de serviços online, garantir múltiplos fornecedores é essencial.

E, claro, a competição entre Starlink e SpaceSail promete beneficiar diretamente o consumidor. Com mais opções, os preços tendem a cair, e a qualidade do serviço pode aumentar ainda mais. Em um mercado dinâmico como o de internet via satélite, isso é crucial para atender tanto áreas urbanas quanto rurais.

Em um mundo cada vez mais conectado, onde a dependência de internet só cresce, essa batalha tecnológica será um dos grandes eventos a serem observados nos próximos anos. Seja com Elon Musk ou com a SpaceSail, o futuro da conectividade está em nossas mãos — ou melhor, nos céus.



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3ª Semana Acadêmica de Sistemas de Informação

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Ciências Contábeis debate auditoria e perícia em semana acadêmica — Universidade Federal do Acre

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O curso de Ciências Contábeis da Ufac realizou, na terça-feira, 3, no anfiteatro Garibaldi Brasil, a abertura da sua 3ª Semana Acadêmica (Semacon), com o tema “Auditoria e Perícia Contábil: Conectando Conhecimentos e Práticas Profissionais”. O evento continua até sábado, 7, com palestras, mesa-redonda, atividades práticas e oficinas. A programação visa aproximar a teoria acadêmica das demandas reais do mercado.

“Preparamos uma programação diversificada para ampliar as perspectivas de nossos acadêmicos e reforçar o compromisso da universidade”, disse o coordenador do evento, Marconde Silva. “Queremos que essa semana seja um marco de valorização do curso e da profissão.”

Também compuseram o dispositivo de honra na abertura do evento o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro (representando o reitor Josimar Ferreira); a pró-reitora de Graduação, Danila Torres; o diretor do CCJSA, Francisco Raimundo Neto; a coordenadora do curso de Ciências Contábeis, Oleides de Oliveira; a presidente do CA de Ciências Contábeis, Hanara Ferreira; e o presidente do CRC-AC, Edberto Gomes.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

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Extensão do PZ da Ufac conquista 1º e 2º lugares em Feira do Mel — Universidade Federal do Acre

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Meliponicultores dos seringais Porongaba e Filipinas, na reserva extrativista (Resex) Chico Mendes, obtiveram o 1º e o 2º lugares na 1ª Feira do Mel, ocorrida de sábado, 31, a segunda-feira, 2, no Horto Florestal, em Rio Branco. Os premiados participaram de atividades de extensão desenvolvidas pelo Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac para implantação e manutenção de meliponários em propriedades rurais na Resex.

A premiação ocorreu na categoria Melhor Mel de Abelha sem Ferrão. O 1º lugar foi concedido ao mel da espécie ‘Melipona crinita’, conhecida como uruçu-amarelo; o 2º lugar ficou com o mel de ‘Melipona eburnea’, conhecida como uruçu-roxo. No concurso, também houve participação de outras duas variedades de mel de abelhas sem ferrão, provenientes do meliponário didático do PZ, das espécies ‘Melipona titania’ (uruçu-boi) e ‘Melipona grandis’ (uruçu-cinzenta).

O trabalho da equipe do PZ teve início no seringal Porongaba, foi ampliado para o seringal Filipinas e, atualmente, também alcança o seringal Venezuela. As ações envolvem acompanhamento técnico e troca de conhecimentos com os produtores. Na feira, foram expostos méis de abelhas ‘Apis mellifera’, com ferrão, e de abelhas sem ferrão, além de outros produtos.

A diferença de preço entre os tipos de mel evidencia o potencial econômico da meliponicultura. Na feira, o mel de ‘Apis mellifera’ foi comercializado de R$ 100 a R$ 120 por litro, enquanto o mel do gênero ‘Melipona’ alcançou média de R$ 300 por litro. A valorização varia conforme a produtividade entre os tipos comercializados. Uma colônia de abelhas ‘Apis mellifera’, como as italianas, pode alcançar aproximadamente 50 quilos anuais em condições favoráveis. Já para as melíponas abordadas, uma colônia pode produzir cerca de dois a quatro litros de mel por ano.

Estiveram presentes na 1ª Feira do Mel os servidores do PZ Nilson Alves Brilhante, responsável pelo setor de Entomologia e pelo Meliponário Didático; Plínio Carlos Mitoso; e Wanderson da Silva Gomes, coordenador administrativo.



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