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Google negocia comprar startup Wiz por US$ 30 bilhões – 17/03/2025 – Mercado
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A controladora do Google, Alphabet, está em negociações para comprar a startup de cibersegurança Wiz por cerca de US$ 30 bilhões, preparando o cenário para a maior aquisição na história do gigante das buscas, de acordo com interlocutores.
A Alphabet havia discutido uma aquisição de US$ 23 bilhões da Wiz no ano passado, embora as negociações tenham fracassado depois que alguns diretores e investidores da empresa de cibersegurança ficaram preocupados com obstáculos antitruste. A Alphabet agora retornou com uma oferta de mais de US$ 30 bilhões, disse um interlocutor.
A nova rodada de negociações estava em andamento e um acordo poderia ser fechado em breve, disseram dois interlocutores.
Uma aquisição da Wiz estaria entre os maiores negócios do ano e ainda provavelmente enfrentaria análise do FTC (Federal Trade Commission) sob o presidente Donald Trump, cujo novo presidente Andrew Ferguson manteve diretrizes que dão à agência a capacidade de bloquear grandes negócios, usados por sua antecessora Lina Khan.
A Alphabet não respondeu aos pedidos de comentário sobre as negociações. A Wiz se recusou a comentar.
Fundada por ex-alunos da unidade de inteligência cibernética de elite de Israel em 2020 e agora sediada nos EUA, a Wiz fornece serviços de cibersegurança para a nuvem.
A empresa está entre as startups de software de crescimento mais rápido de todos os tempos, beneficiando-se de um aumento nas vendas à medida que as empresas transferem cada vez mais suas operações para a nuvem.
A empresa atingiu US$ 500 milhões em receita recorrente anualizada —uma métrica de ganhos comumente usada por startups— no ano passado, e pretendia dobrar isso em 2025, de acordo com o cofundador Roy Reznik.
O grupo fornece serviços de segurança na nuvem para quase metade das 100 maiores empresas dos Estados Unidos, de acordo com seu site.
A possível fusão, que foi relatada pela primeira vez pelo The Wall Street Journal, ocorre em meio a um ambiente lento para fusões e aquisições, já que a incerteza na política comercial sob a nova administração de Trump e a turbulência do mercado esfriaram as esperanças de um boom de fusões e aquisições.
Os negociadores temiam que grandes aquisições de tecnologia pudessem ser particularmente desafiadoras sob a administração atual, já que o vice-presidente JD Vance disse acreditar que as big techs têm “poder demais”.
A Wiz, de capital fechado, levantou US$ 1 bilhão em uma avaliação de US$ 12 bilhões em 2022 de um grupo de investidores liderado por Andreessen Horowitz, Lightspeed Venture Partners e Thrive Capital. A empresa também é apoiada por investidores como Index Ventures, Insight Partners, G Squared, Sequoia Capital, Greenoaks, Cyberstarts e Wellington.
A Wiz havia dito, após as negociações com a Alphabet fracassarem no ano passado, que buscaria uma oferta pública de ações.
Uma aquisição da Wiz seria muito maior do que qualquer um dos negócios anteriores da Alphabet. O maior negócio da empresa até hoje foi a aquisição de US$ 12,5 bilhões da fabricante de gadgets Motorola Mobility, que desde então foi vendida.
Em 2022, a Alphabet pagou US$ 5,4 bilhões para adquirir a empresa de cibersegurança Mandiant para aprimorar seu produto Google Cloud.
A Alphabet tem procurado maneiras de aumentar seus ganhos com serviços de computação em nuvem para compensar sua dependência da receita de publicidade vinculada à busca.
O Google Cloud continua em um distante terceiro lugar em participação de mercado global, com cerca de 12%, atrás do Azure da Microsoft com 21% e do líder Amazon Web Services com quase 33%.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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