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Impeachment da Coreia do Sul ao vivo: Milhares saem às ruas quando começa a segunda votação para impeachment de Yoon Suk Yeol | Coréia do Sul
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2 anos atrásem
Hamish Mackay (now) and Mark Gerts (earlier)
Principais eventos
Raphael Rashid, repórter do Guardian em Coréia do Sulacompanha a votação no interior do edifício da Assembleia Nacional.
Ele disse que houve um “enorme clamor” pedindo o impeachment de Yoon na multidão do lado de fora enquanto a votação começava.
Quem é Yoon Suk Yeol?
Enquanto esperamos pelo resultado, aqui está o perfil do Guardian de Yoon Suk Yeol.
Para Yoon Suk Yeol, ao que parece, a situação mudou.
Em 2017, o então procurador-geral liderou a ação judicial para destituir o então presidente Park Geun Hye do cargo depois de ser condenada por abuso de poder.
Agora, nas poucas horas mais bizarras e caóticas da história política sul-coreana recente, o próprio Yoon está enfrentando a música.
Demorou apenas algumas horas para que a posição de Yoon como presidente passasse de precária a insustentável. Dois anos depois de ter tomado posse, após uma eleição amargamente divisivaé difícil ver como Yoon, um arquiconservador, pode sobreviver à tentativa desastrosa de terça-feira de impor a lei marcial.
Os partidos da oposição são reunindo suas forças – que potencialmente incluem membros do próprio partido Poder Popular de Yoon – em antecipação a uma votação de impeachment na mesma assembleia nacional que votou pelo levantamento imediato da lei marcial cerca de seis horas depois de ter sido imposta.
Embora a quarta maior economia da Ásia – e vizinha de um país hostil com armas nucleares Coréia do Norte – bobinas da turbulência política que Yoon fomentou – parece que apenas o seu renúncia interromperá as tentativas de torná-lo o segundo presidente sul-coreano a ser forçado a deixar o cargo desde que o país se tornou uma democracia, há menos de quatro décadas.
Enquanto Yoon derrotou seu adversário do Partido Democrata, Lee Jae-myung, nas eleições presidenciais de março de 2022, o ímpeto agora está com Lee, que liderou o desafio à lei marcial nas primeiras horas de quarta-feira.
Yoon tentou justificar a imposição da lei marcial referindo-se à presença na Coreia do Sul de “forças antiestatais pró-norte-coreanas desavergonhadas” determinadas a destruir a democracia (da Coreia do Sul), embora não tenha oferecido qualquer prova para a sua afirmação.
É muito mais provável que outros fatores, menos fantasiosos, estivessem por trás de sua decisão.
Yoon, uma figura controversa que, segundo rumores, consultou curandeiros xamanistas antes de decidir não assumir o cargo oficial do presidente. Casa Azul residência, prometeu assumir uma posição linha-dura contra a Coreia do Norte, pondo fim às tentativas do seu antecessor liberal, Moon Jae-in, de se envolver com o regime através de cimeiras com o seu líder, Kim Jong-un.
A votação está começando agora. O processo foi explicado aos legisladores. Traremos o resultado assim que o conseguirmos.
Dezenas de milhares de pessoas enfrentaram o frio intenso e saíram às ruas da capital, Seul, todas as noites durante as últimas duas semanas, pedindo a destituição e prisão de Yoon. Eles gritaram slogans, cantaram, dançaram e agitaram bastões de luz K-pop. Grupos mais pequenos de apoiantes conservadores de Yoon – ainda na casa dos milhares – também se têm manifestado em Seul, denunciando tentativas de impeachment do presidente. Ambas as manifestações foram em grande parte pacíficas.
“Muitas pessoas estão usando bastões de luz ídolos, embora sejam caros. Acho que se tornou realmente uma grande cultura porque as pessoas trazem os seus bens mais preciosos e brilhantes para expressarem a sua vontade e opiniões”, disse Hong Gayeong, um manifestante de 29 anos, perto da Assembleia Nacional.
Aqui está a cena fora do parlamento em Seul:
Justin McCurry
Park disse que a democracia da Coreia do Sul deve muito aos protestos pró-democracia na cidade de Gwangju, no sul, em 1980, quando manifestantes foram mortos e feridos em uma repressão sangrenta. “A lei marcial só deve ser proclamada quando o estado está em situação de emergência ou de guerra”, disse Park sobre a breve declaração de Yoon, em 3 de dezembro. “No entanto, essas condições não existiam.”
“Yoon Suk Yeol é o líder desta insurreição”, declarou Park.
“Se não fossem os cidadãos que correram para a Assembleia Nacional, Coréia do Sul não seria diferente de 1980”, disse Park Chan-dae, referindo-se ao massacre de Gwangju em 1980 que ocorreu sob o regime militar e disse que sem a intervenção do povo sul-coreano, o país teria sido levado de volta a 1980 pela declaração de Yoon.
Park Chan-dae, líder do Partido Democrata da Coreia – o principal partido da oposição – está a ler o raciocínio para o impeachment do presidente, incluindo o conteúdo da sua declaração de lei marcial.
A sessão da Assembleia Nacional que debate o impeachment do presidente, Yoon Suk Yeol, está em curso.
Partido do presidente votará contra impeachment – relatórios

Justin McCurry
O partido no poder da Coreia do Sul decidiu manter a sua posição oficial de votar contra o impeachment do presidente Yoon Suk Yeol, informou a mídia local.
A primeira votação de impeachment do último sábado terminou em desordem depois que a maioria dos membros do partido conservador Poder Popular (PPP) de Yoon boicotou a votação de impeachment. Mas espera-se que os legisladores do PPP compareçam para votar hoje.
Resumo de abertura
Olá e bem-vindo à cobertura em directo do Guardian sobre a contínua crise política na Coreia do Sul, onde o parlamento se prepara para votar pela segunda vez uma moção para impeachment do presidente, Yoon Suk Yeol, após a sua tentativa fracassada de impor a lei marcial.
Milhares de pessoas já saíram hoje às ruas de Seul em manifestações rivais a favor e contra Yoon, horas antes da votação do impeachment.
Os protestos exigindo a renúncia de Yoon começaram por volta do meio-dia em frente à Assembleia Nacional, que votará às 16h (07h GMT) uma resolução de impeachment – uma semana depois de uma primeira tentativa de remover Yoon pelo desastre da lei marcial falhou.
A polícia espera que pelo menos 200 mil pessoas se manifestem em apoio à sua remoção.
Do outro lado de Seul, perto da praça Gwanghwamun, milhares de pessoas se reuniram em apoio a Yoon, tocando canções patrióticas e agitando bandeiras sul-coreanas e americanas.
São necessários duzentos votos para que o impeachment seja aprovado, o que significa que os legisladores da oposição devem convencer oito parlamentares do partido conservador Poder Popular (PPP) de Yoon a mudar de lado. Sete se comprometeram a fazê-lo.
Aqui está o que mais aconteceu esta semana:
Yoon defendeu sua decisão chocante de impor a lei marcial em um discurso desafiador e longo na TV na quinta-feiraprometendo “lutar até o fim” tenta destituí-lo do cargo. Ele repetiu afirmações de que vinha tentando defender o país das forças antiestatais
Na quarta-feira, a polícia invadiu o escritório de Yoonna tentativa de estabelecer se as ações de Yoon equivaleram a uma insurreição. Mais tarde, descobriu-se que os seguranças de Yoon impediram que os policiais entrassem no prédio principal.
O ex-ministro da Defesa de Yoon e um de seus associados próximos, Kim Yong-hyun, tentaram se matar em um centro de detenção de Seul na noite de quarta-feira.mas foi parado por agentes penitenciários. Ele foi preso sob a acusação de desempenhar um papel fundamental em uma rebelião e de cometer abuso de poder, tornando-se a primeira pessoa formalmente presa por causa do decreto da lei marcial.
O chefe da polícia do país e o chefe da polícia metropolitana de Seul também foram detidos por enviarem as suas forças à assembleia nacional. Os legisladores votaram na quinta-feira pelo impeachment do chefe de polícia e do ministro da Justiça.
Yoon foi proibido de deixar o país na segunda-feira e na terça-feira as autoridades proibiram mais altos funcionários de deixarincluindo Cho Ji-ho, comissário-geral da Agência Nacional de Polícia Coreana. Já estavam sob proibição de viajar os ex-ministros da Defesa e do Interior e o comandante da lei marcial, Gen Park An-su.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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